São Paulo leva 2 a 1 do Fluminense no Morumbi pelo Campeonato Brasileiro Resultado derruba a equipe tricolor para a quinta colocação na competição


Demétrio Vecchioli - Agência Estado
SÃO PAULO - Após o empate contra o Santos, Adilson Batista lembrou que o São Pauloestava há seis jogos sem perder. Agora ele não tem mais este argumento. Nesta quarta-feira, o time paulista foi derrotado por 2 a 1 pelo Fluminense, em casa, e chegou aos cinco jogos sem vencer no Campeonato Brasileiro. A sequência tem quatro empates (dois deles no Morumbi) e esta derrota. Com isso, o time caiu para a quinta posição, com 35 pontos.

Sérgio Neves/AE
Gol de Lanzini, o 1.º do Fluminense diante do São Paulo
Desde que Adilson assumiu o clube, o São Paulo conquistou seis pontos em seis jogos no Morumbi pelo Brasileiro. Por conta disso e da péssima partida do time nesta quarta-feira, ouviu gritos de "burro" vindo da arquibancada. Ao fim do jogo, muitas vaias.
A vitória levou o Fluminense a 28 pontos, em oitavo. Na próxima rodada, sábado, o time carioca recebe o Atlético-GO. O São Paulo visita o Figueirense sem Lucas e Piris, à serviço de suas seleções, Jean e Wellington, suspensos, um por ter sido expulso esta noite, o outro por ter levado o terceiro amarelo.
O JOGOQuem assistia o primeiro tempo sem prestar atenção no local onde o jogo era realizado tinha certeza que o Fluminense era o mandante. Com um time apático e sem criatividade, o São Paulo logo perdia a bola quando tinha a posse dela e deixava o time carioca mandar no jogo. Nas duas primeiras vaciladas da defesa, houve quem salvasse.
Na primeira, Marquinho ficou cara a cara com Rogério após passe de Fred, bateu rasteiro e o goleiro fez ótima defesa. Um pouco depois, Lanzini carregou a bola pela direita da área, mas, na hora do chute, foi desarmado por Wellington. Na terceira chance, não houve como impedir o gol do Flu. Marquinho fez a jogada, Rhodolfo deixou a bola passar por debaixo de suas pernas e ela sobrou para Lanzini, que tirou de Ceni e abriu o placar.
Só aí é que o São Paulo decidiu tentar jogar, mas parou no seu confuso esquema tático sem um centroavante, com Lucas perdido e Rivaldo absolutamente apagado. Aos 36 e 37 minutos, a equipe criou duas chances seguidas. Dagoberto tentou pela direita, Cavalieiri defendeu e a bola bateu na trave antes de sair. Casemiro também teve espaço na área, mas chutou grama e passou vergonha cara a cara com o goleiro.
O prejuízo ainda poderia ser maior para o São Paulo. Juan, com um cartão amarelo, deu um tapa na cara de Fred. Lance para vermelho. O árbitro não viu e só advertiu Fred, por reclamação.
Rivaldo saiu para o intervalo pedindo uma mudança de postura da equipe, mas não voltou do vestiário. Apesar da promessa expressa de que Henrique teria uma sequência para mostrar por que foi eleito o melhor do Mundial Sub-20, Adilson Batista resolveu apostar em Willian José. A ideia era que, Jean e Juan, ambos em péssima fase, procurassem o centroavante com bolas pelo alto.
O time melhorou por oito minutos, apenas. E graças ao talento de Lucas, num chute de longe e num toque de calcanhar que criou uma boa oportunidade pela esquerda. Não passou disso. Preso na marcação do Fluminense, que abdicava de atacar, o São Paulo não levava qualquer perigo a Diego Cavalieri, mero espectador. Num raro contra-ataque, Fred fez o pivô para Rafael Sóbis chutar. A bola desviou em João Filipe e tirou Rogério Ceni do lance. Acabou nas redes.
Com 26 minutos de jogo, nenhum chute a gol decente no segundo tempo, e com Cañete esperando no banco para estrear, Adilson Batista começou a ouvir os gritos de burro. Ao mesmo tempo, Dagoberto se jogou na área após desarme de Leandro Euzébio e o árbitro deu pênalti. Rogério bateu e converteu.
O gol reascendeu o São Paulo, que passou a pressionar. Desorganizado, mas pressionando. Cañete e Marlos entraram, mas de nada adiantou. Logo em seguida, Jean fez falta por trás em Souza, na entrada da área, já tinha amarelo e foi expulso. Com um a menos e ainda mais desorganizado, o time da casa ficou longe do empate.

FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 1 X 1 FLUMINENSE
São Paulo - Rogério Ceni; Jean, Rhodolfo, João Filipe e Juan; Casemiro (Cañete), Wellington, Cícero e Rivaldo (Willian José); Lucas e Dagoberto (Marlos). Técnico: Adilson Batista
Fluminense - Diego Cavalieri; Mariano, Gum, Leandro Euzébio e Marquinho; Fernando Bob (Digão), Diogo, Edinho e Lanzini (Souza); Ciro (Rafael Sóbis) e Fred. Técnico: Abel Braga
Gols - Lanzini, aos 17 minutos do primeiro tempo. Rafael Sóbis, aos 20, e Rogério Ceni (pênalti), aos 29 minutos do segundo
Árbitro - Elmo Alves Resende Cunha (Fifa-GO)
Cartões amarelos - Wellington, Juan, Jean, Fred e Leandro Euzébio
Cartão vermelho - Jean
Renda - R$ R$ 185.130,00
Público - 7.910 pagantes
Local - Estádio do Morumbi, em São Paulo

CORAÇÃO DE LÍDER: CORINTHIANS SEGURA O GRÊMIO, VENCE E RESPIRA ALIVIADO Clube paulista faz homenagem a Ricardo Gomes, técnico do Vasco, e contesta expulsões; time gaúcho reclama de pênalti para o dono da casa

O Corinthians vai comemorar seu 101º aniversário aliviado nesta quinta-feira - ganhou até canção de parabéns da torcida. Depois de duas derrotas consecutivas, o Timão reagiu ao vencer o Grêmio por 3 a 2, nesta quarta, no Pacaembu, e manteve a liderança do Campeonato Brasileiro pela 14ª rodada consecutiva. Pior para os gaúchos, que não conseguem se livrar do fantasma do rebaixamento para a Série B.
Ramon comemora gol do Corinthians contra o Grêmio (Foto: Ag. Estado)Ramon comemora o terceiro gol do Corinthians contra o Grêmio (Foto: Ag. Estado)
O Grêmio, aliás, deixa São Paulo reclamando de um polêmico pênalti marcado pelo árbitro André Luiz de Freitas Castro (GO) de Adilson em Emerson no primeiro tempo. Os paulistas também esbravejaram bastante pelas expulsões do atacante Liedson, por cometer faltas em Fábio Rochemback e Edcarlos, e Edenílson, por atrasar o reinício do jogo. A equipe passou boa parte do segundo tempo sem dois atletas, mas mesmo assim segurou a pressão gremista.

PARA RICARDO GOMES: VASCO VENCE CEARÁ POR 3 A 1 E ENCOSTA NA LIDERANÇA

A energia vinha das arquibancadas e do gramado antes mesmo do apito inicial para Vasco e Ceará. Em forma de gritos da torcida, faixas erguidas pelos jogadores ou no círculo de oração formado pelos dois times no centro do campo, o pensamento ainda não passava por vitória ou derrota. Naquele momento, só importava dar força para o técnico cruz-maltino Ricardo Gomes, que sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) no último domingo. No dia em que os médicos decidiram tirar a sedação do treinador e eleabriu os olhos, o triunfo não poderia ser de outro lado: 3 a 1 para o time da Colina, para a alegria dos 5.428 torcedores que foram apoiar a equipe e gritar o nome do treinador em São Januário.
VASCO X CEARÁ faixa ricardo gomes (Foto: André Durão/Globoesporte.com)Jogadores do Vasco entram em campo com faixa para Gomes (Foto: André Durão/Globoesporte.com) Globoesporte.com

série b Icasa cede novo empate no fim

Clique para AmpliarO Icasa deixou escapar mais uma vitória que parecia certa na Série B do Brasileiro. Como na rodada anterior - quando cedeu o empate no fim do jogo diante da Portuguesa - ontem, pela 20ª rodada da competição, o Verdão do Cariri permitiu que o Sport empatasse nos minutos finais da partida, disputada no Romeirão, e teve de se contentar com um 2 a 2.

O resultado fez com que a equipe cearense caísse para a 14ª posição da tabela.

O gol inaugural da partida saiu aos sete do 1º tempo. O zagueiro Gabriel, ao tentar cortar um cruzamento, acabou marcando contra: 1 a 0 Icasa.

Marcelinho Paraíba, cobrando falta com perfeição, deixou tudo igual, aos 22.

Só que o Verdão, melhor em campo, desempatou aos 29, com Preto, de cabeça.

Ao fim de um segundo tempo morno, novamente Marcelinho Paraíba cobrou falta para igualar a partida, aos 43 minutos.

BRASILEIRO - SÉRIE B
Classificação
Clubes PG J V 

1º Portuguesa 39 20 11 
2º Ponte Preta 38 20 11 
3º Náutico 35 20 9 
4º Americana 33 20 10 
5º Paraná 31 20 9 
6º Vitória 30 20 9 
7º Sport 30 20 8 
8º G. Barueri 29 20 8 
9º Goiás 28 20 9 
10º Criciúma 28 20 7 
11º Bragantino 27 20 8 
12º ASA 27 20 8 
13º Boa Esporte 26 20 7 
14º Icasa 26 20 6 
15º ABC 25 20 5 
16º São Caetano 24 20 5 
17º Guarani 23 20 6 
18º Vila Nova 23 20 6 
19º Salgueiro 16 20 4 
20º D. de Caxias 9 20 1 

Próximos jogos- Sexta-feira: Ponte Preta x Vila Nova, Criciúma x Duque de Caxias, Goiás x Náutico e Bragantino x Grêmio Barueri; sábado: Portuguesa x Paraná, Sport x Guarani,

Americana x ASA, Salgueiro x ABC, Boa Esporte x São Caetano e Vitória x Icasa
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Diário   do  Nordeste

Machucado, atacante Robinho é cortado de amistoso da seleção brasileira Atacante está com um edema ósseo no púbis e não poderá enfrentar Gana no dia 6

AE - Agência Estado
RIO    A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou comunicado na tarde desta quarta-feira, no Rio, para noticiar o corte de Robinho da delegação brasileira que se prepara para amistoso contra Gana, na próxima segunda, às 15h45 (de Brasília), no Craven Cottage Stadium, em Londres. Robinho é o segundo jogador cortado por Mano Menezes da lista inicial. O lateral-esquerdo Adriano, do Barcelona, havia sido o primeiro a deixar o grupo. Ele sofreu estiramento na coxa.
Veja também:
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ESPN - Robinho é cortado do amistoso contra Gana por causa de lesão no púbis


José Patrício/AE - 17/8/2011
Robinho, machucado, é cortado de amistoso do Brasil
A CBF revelou que o atacante está com edema ósseo no púbis. A entidade tomou conhecimento da lesão após receber exames enviados pelo departamento médico do Milan, onde Robinho joga. A CBF adiantou que o técnico Mano Menezes não convocará substituto para a posição.
Sem Robinho, Mano terá agora Alexandre Pato, do Milan, Hulk, do Porto, Leandro Damião, do Internacional, e Neymar, do Santos, como opções para o ataque no jogo contra Gana. No último amistoso da seleção brasileira, Robinho fez, de pênalti, o primeiro gol do Brasil na derrota por 3 a 2 para a Alemanha, em Stuttgart. A partida foi dia 10 de agosto.

Cesar Cielo vence final dos 50 metros livre no Troféu José Finkel Nadador confirmou favoritismo e faturou a final com 21s97; Nichollas Santos foi o segundo

AE - Agência Estado
BELO HORIZONTE - Cesar Cielo confirmou o seu favoritismo e conquistou nesta quarta-feira o título da prova dos 50 metros livre no Troféu José Finkel, que está sendo realizado em Belo Horizonte, no Minas Tênis. O atual campeão olímpico e mundial da distância venceu a final com 21s97. O tempo é melhor do que o índice olímpico, de 22s11, que Cielo já possui.
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Satiro Sodré/Divulgação
Cielo venceu com tempo melhor que o índice olímpico
O pódio foi completado por Nicholas Santos, que ficou em segundo lugar, com 22s28, e Bruno Fratus, terceiro colocado, com 22s57. "Gostei bastante do tempo. Nadei um pouco travado, duro, a saída não foi legal. Nadar para 21 [segundos] foi legal. O clima está ajudando. O calor contribui para velocidade", disse Cielo, em entrevista ao SporTV.
Nas eliminatórias e nas semifinais, Cielo avançou em segundo lugar, sendo mais lento do que Nicholas Santos. E a situação parecia que se repetiria nesta quarta-feira, já que Nicholas liderou o começo da prova. "Foi interessante o desafio de vencer o Nicholas", disse Cielo. "A gente sempre briga no treino. Eu gosto de provocar, de brincar, é um atleta finalista olímpico e mundial. Foi muito bom, e vou tentar melhorar o tempo para o Pan".
O Troféu José Finkel serve de preparação para Cielo disputar os Jogos Pan-Americanos, que serão realizados em outubro em Guadalajara. Nas eliminatórias, o campeão olímpico nadou de sunga, mas na final decidiu competir com bermuda após pedido de sua mãe. "Foi mais para respeitar a competição do que para fazer tempo. Não queria passar a imagem de que não estão levando tão a sério. A bermuda ajudou um pouquinho para não sair 22s00", afirmou.

Fabiana, um salto para conquistar o mundo Brasileira salta 4,85 m, iguala sua melhor marca, unifica títulos e se torna a primeira representante do País a ganhar ouro no Mundial

Amanda Romanelli - O Estado de S.Paulo
SÃO PAULO - A terça-feira histórica do atletismo nacional começou por volta das 9h30, no horário de Brasília, quando Fabiana Murer ganhou o ouro no salto com vara do Mundial de Daegu. Foi a primeira vez que um atleta do Brasil subiu ao lugar mais alto do pódio em um competição desta importância. Na Coreia do Sul, a saltadora unificou os títulos mundiais - venceu o torneio indoor, em 2010 - e também igualou sua melhor marca na carreira ao alcançar os 4,85 metros. Murer ainda estava na pista quando falou ao Estadão.

Peter Parks/AFP
Salto dourado. Fabiana mostrou confiança na Coreia do Sul
Estadão - Você disse que quando passou os 4,80 metros viu que era possível ganhar o ouro. Como se sentiu durante a prova? A impressão era a de que você tinha controle total da situação.
Fabiana Murer - Eu entrei na prova super confiante depois de ter feito uma boa eliminatória. Comecei a final com uma vara mais forte, apesar de ter iniciado na mesma altura (da eliminatória, 4,55 metros). Vi a disputa do masculino e percebi que dava para fazer um bom resultado, porque a pista é veloz. O importante é que eu estava bem treinada.
Estadão - Você sempre fala que procura boa técnica no salto e constância nas marcas. Acha que atingiu este ponto?
Fabiana Murer - Na verdade, não tive um ano tão bom. Acho que estava tão focada no Mundial, queria tanto estar aqui, que acabei tendo pouca motivação nas outras competições. Mas é claro que como os resultados às vezes não vinham, batia uma certa insegurança. Pensava: "será?". Antes de vir para o Mundial fiz bons treinos e voltou a confiança.
Estadão - A respeito de Yelena Isinbayeva, que você derrotou em seus dois títulos mundiais. Esperava que ela fosse melhor (foi 6ª, com 4,65 metros)?
Fabiana Murer - Esperava que ela fosse saltar mais alto, mas mudar de técnico é complicado, um problema a mais. Estava preparada para uma disputa grande com ela, mas não estava marcando nenhuma atleta na prova, nem a Yelena. Estava preocupada em fazer a minha técnica. É claro que eu ficava atenta a quem passava ou não, até para saber como eu estava na competição. Mas fiquei pensando o tempo todo no meu salto.
Estadão - Sua prova começou às 19h05, no horário de Daegu. Ou seja, você passou um dia inteiro antes de ir à competição. Como foi seu dia até chegar ao estádio?
Fabiana Murer - Acordei umas nove e pouco, fui tomar café da manhã e voltei para o quarto para assistir o Mundial pela TV. Vi as provas da manhã e decidi almoçar um pouco mais tarde, umas 15 para as duas, porque iria competir à noite e não comeria mais nada. Aí decidi deitar um pouco. Achei que não ia conseguir, mas dei uma dormidinha de uns 20 minutos. Peguei o ônibus para sair da vila dos atletas às 16h10. E até agora estou só com o almoço (risos). Só comi umas bolachinhas (eram quase 2h da madrugada em Daegu).
Estadão - Seu técnico, Elson Miranda, disse que a participação do Vitaly Petrov (ex-técnico de Isinbayeva, com quem trabalham desde 2001) foi fundamental para o ouro.
Fabiana Murer - O Vitaly ficou bem mais concentrado em nós. Antes ele tinha a cabeça mais na Yelena, o que era normal, mas agora o principal foco é a gente, do Brasil - eu, o Fábio (Gomes, 8.º na final masculina), o Thiago Braz (prata na Olimpíada da Juventude). Fui com ele a algumas competições e foi muito legal. Ele é um técnico super experiente e tem essa coisa de saber a estratégia da prova e me conhece bem, dá umas dicas muito boas. Foi muito bom ele ter vindo para Daegu junto com o Elson, como técnico do Brasil.
Estadão - Você é a única atleta do País que efetivamente vive o circuito mundial. Como é ficar tanto tempo longe?
Fabiana Murer - Não é fácil, tanto neste ano quanto no ano passado eu fiquei três meses fora do Brasil. Agora até que foi mais fácil, mas você sente falta de tudo. Mas vale a pena, são experiências que a gente vai ganhando para chegar nisso (a medalha).
Estadão - E ainda tem a última etapa da Liga Diamante...
Fabiana Murer - É verdade. Salto em Zurique (dia 8) e, para garantir o bicampeonato, preciso ganhar a prova (está em 2.º, atrás da alemã Silke Spiegelburg). Mas quero comemorar um pouquinho antes, descansar, para aí começar tudo de novo se eu quiser ser campeã.

NOSSO FUTEBOL COM ERNANDO MESQUITA.