Meia do CSA culpa arbitragem por derrota para o Campinense na Série D Ex-jogador do time paraibano, Washington acredita que arbitragem teve papel decisivo na perda da invencibilidade do Azulão na competição


O CSA agora terá que vencer a partida de volta, no
próximo domingo, em Maceió
(Foto: Silas Batista / Globoesporte.com)
Quem não saiu nada satisfeito após a partida deste sábado, que acabou em 2 a 1 para o Campinense, foi o meio-campista do CSA, Washington, que entrou em campo no segundo tempo. Além da derrota, o jogador saiu reclamando muito da atuação do árbitro pernambucano Emerson Luiz Sobral. Washington é um velho conhecido da torcida paraibana e, inclusive, atuou pela Raposa na campanha da Série C em 2011.
Segundo Washington, o comandante do apito inverteu muitas jogadas em favor da equipe da casa, fato que acabou prejudicando o CSA durante o jogo realizado no Estádio Amigão, em Campina Grande.
- Um monte de faltas em cima de Ronaldo e ele marcando tudo contra a gente. Esse tipo de coisa não é a primeira vez que acontece. A gente já sabia que ia ser assim com esse árbitro, mas o CSA mostrou verdadeiramente quem é. Vamos continuar o trabalho e tentar reverter esse resultado lá em Maceió – comentou o jogador alagoano.
Durante a semana, chegou-se a especular que Washington não participaria deste jogo contra o Campinense em virtude do falecimento do seu pai. Com o resultado deste final de semana, o CSA vai precisar de uma vitória (por 1 a 0 ou por dois ou mais gols de diferença) para avançar na disputa do Campeonato Brasileiro da Série D. 

 Varjota   Esportes - Ce.     /       Globoesporte

Cleberson recebe o cartão, e Furacão pode ter zaga reserva contra o Boa Zagueiro Manoel, substituído pela primeira vez na Série B, é dúvida para terça-feira. Naldo e Luiz Alberto pintam como candidatos à vaga


Manoel machuca o tornozelo e vira dúvida
(Foto: Divulgação/site oficial do Atlético-PR)
O técnico Ricardo Drubscky vai ter trabalho para montar a defesa atleticana para o próximo compromisso na Série B do Campeonato Brasileiro. O volante Cleberson, camisa 4 rubro-negro, recebeu o terceiro cartão amarelo no empate em 1 a 1 com o Ipatinga, na noite de sexta-feira, e não enfrenta o Boa Esporte.
Já o zagueiro Manoel, camisa 3, machucou o tornozelo esquerdo, foi substituído pela primeira vez na competição e é dúvida para o jogo de terça-feira, às 15h (horário de Brasília), no Ecoestádio, em Curitiba.
- Isso acontece. Eu não vou tirar o pé para não tomar o cartão amarelo. Os outros vão resolver - comentou Cleberson ainda no intervalo da partida contra o Tigre.
- Eu tentei cabecear, pisei no pé do atacante (Bruninho) e torci o tornozelo. Vou tentar recuperar para o próximo jogo - falou Manoel, também no intervalo.
O zagueiro Naldo, substituto de Manoel em Minas Gerais, deve ser titular pela primeira vez. E se o camisa 3 for vetado pelo departamento médico, Luiz Alberto deve ganhar chance entre os 11. O volante Deivid, outro substituído diante do Ipatinga, também é dúvida para terça-feira. Caso ele não se recupere, o volante Derley deve voltar ao time.
Ricardo Drubscky tem outras baixas para o jogo contra o Boa. O zagueiro Bruno Costa, o lateral-esquerdo Welington Saci, o volante Renan Foguinho, o meia Harrison e o atacante Bruno Furlan seguem em recuperação. O último volta aos gramados somente em 2013. Por outro lado, o meia Paulo Baier, poupado do jogo contra o Ipatinga por dores no púbis, deve ficar à disposição do técnico atleticano para terça-feira.  

 Varjota  Esportes - Ce.  /    Globoesporte

Técnico do América-RN reclama de árbitro e já prevê mudanças no time Roberto Fernandes disse que o gaúcho Fabrício Neves Correia inverteu muitas faltas no duelo contra o Vitória, neste sábado, no Estádio Nazarenão


Após vencer oito das dez partidas em que jogou no estádio Nazarenão e conquistar 25 dos 30 pontos que disputou como mandante, o América-RN estava credenciado a bater o líder Vitória na tarde deste sábado e reiterar sua boa campanha em Goianinha, distante 54 quilômetros de Natal, onde manda seus jogos na Série B do Campeonato Brasileiro. Após um jogo bastante movimentado, com boas chances para ambas as equipes, o placar final foi 2 a 2, e manteve o rubro-negro baiano na liderança e o alvirrubro potiguar na oitava posição da tabela.
O técnico Roberto Fernandes, do América, não reclamou do empate em casa, mas criticou bastante a arbitragem do gaúcho Fabrício Neves Correia.
- O Vitória tem muita qualidade, e o jogo foi bem jogado. A arbitragem é que nos prejudicou bastante hoje. O juiz inverteu jogadas e deixou de marcar algumas faltas claras. Mas não fomos covardes, e vamos continuar correndo por fora e sonhando com o acesso - disse.
Para o jogo da próxima terça-feira, contra o Avaí, em Florianópolis, Fernandes promete alterações no time do América.
- Não sei ao certo em que posição vai ser, mas vamos mexer para o jogo contra o Avaí.

Ameaçado, técnico do ABC chama empate com o Joinville de 'vitória' Ademir Fonseca ressaltou a boa postura dos jogadores dentro de campo, mas lamentou a 'bola do jogo' perdida por Adriano Pardal no final da partida


São seis jogos sem vencer, mas o empate com o Joinville, em partida válida pela 21ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, foi comemorado como uma "vitória" pelo treinador do ABC, Ademir Fonseca. O comandante alvinegro gostou da postura da sua equipe diante do time catarinense por conta da mudança do estilo de jogo.
- Voltamos a botar o coração na ponta da chuteira e mostramos um bom jogo. O Joinville é um clube de muita tradição, as pessoas que estão no clube são de muito valor. Lá em Natal, muitos diziam que nossa equipe iria ser massacrada, mas conseguimos jogar bem e mostra um bom jogo - fala Ademir.
A partida foi muito equilibrada e as duas equipes se colocaram poucas vezes ao ataque. Segundo Ademir, o atacante Adriano Pardal teve a "bola do jogo" (veja vídeo ao lado), mas não conseguiu marcar o gol.
- O jogo foi muito equilibrado no primeiro tempo. Já no segundo tempo, o Joinville veio mais para cima. Nós tivemos a bola do jogo, no final da partida, e não conseguimos definir. O grupo está de parabéns. O Joinville pressionou bastante, mas meu time soube jogar bem - comenta o treinador abecedista. 

 Varjota  Esportes - Ce.           /           Globoesporte

Técnico do Avaí sobre a ausência de Cléber Santana: 'ele é insubstituível' Hemerson Maria também deu crédito ao São Caetano pela derrota do Leão: 'Eles tem um meio de campo habilidoso, envolvente. Isso fez a diferença.'



Sem o 'maestro' em campo, lesionado, o Avaí não conseguiu os três pontos na partida deste sábado. Após mais uma derrota fora de casa, desta vez para o São Caetano por 2 a 1, no Anacleto Campanella, o Leão deixou escapar a chance de colar no G-4. Assim, o time catarinense termina a 21ª rodada na oitava colocação, com 33 pontos, a cinco do Joinville — quarto colocado. Sobre as dificuldades encontradas longe da Ressacada, Hemerson Maria deu crédito ao meio de campo "habilidoso e envolvente' da equipe paulista. O treinador também acusou o golpe sofrido com a ausência de Cleber Santana.

— Cleber é insubstituível. Fora ele, tem o Zé do Criciúma que desequilibra. Mas, na minha opinião, (o Cleber) é o melhor da Série B.

O comandante avaiano, ao final da partida em São Caetano do Sul, falou à rádio CBN/Diário sobre os detalhes do confronto. O treinador azurra explicou suas substituições, a dificuldade de jogar sem Cleber Santana e o desempenho de Ricardo Jesus, assim como o que espera dele para o resto do campeonato. Maria ainda falou sobre o bom desempenho do rival, e a necessidade de aproveitar a partida da próxima terça, na Ressacada.
— Primeiro tempo foi aberto para as duas equipes. O São Caetano teve um pouco mais oportunidades claras. No segundo, corrigimos e demos uma equilibrada. Mas não foi suficiente para chegar ao gol de empate. Eles tem um meio de campo habilidoso, envolvente. Isso fez a diferença.
Maria comentou as mudanças que fez durante o jogo em São Caetano do Sul. O treinador colocou Pirão no lugar de Nenê Bonilha, segundo ele, para dar mais liberdade para Julinho atuar no meio. O comandante ainda lançou três atacantes no final da partida, mas nenhuma das alterações rendeu positivamente ao Leão, como esperado pelo treinador.

— Tentei (com o Pirão), colocar o Julinho mais à frente com Pirão para forçar o lado esquerdo. Julinho fazendo um pouco o meio, com mais liberdade. Mas não surtiu efeito. Tinha a opção de três atacantes, mas a equipe não conseguiu chegar com frequência e eles ainda vinham nos contra-ataques.
Sobre Ricardo Juses, recém-contratado e esperança de gols para a Série B, Hemerson Maria espera muito do jogador. O treinador avaiano isenta atacantes da falta de gols, pois a dificuldade na criação impossibilitou uma melhor partida dos atacantes. Sem Cleber Santana, suspenso, a equipe catarinense não conseguiu encontrar alguém para suprir a carência do 'maestro'.

— Ele tem que ser municiado. A bola não chegou. Tivemos problemas na criação, não criamos muita coisa pela lateral. A tendência é que ele melhore, não é atoa que fez 19 gols ano passado.
Hemerson Maria fala sobre a derrota para o São Caetano (Foto: Savio Hermano/Globoesporte.com)
Sobre a dificuldade de conseguir resultados positivos fora de casa, Maria disse que é uma das características da Série B. Com 11 jogos longe de Florianópolis, o Leão conquistou apenas duas vitórias: foram, ainda, três empates e seis derrotas. Por isso, o treinador quer aproveitar a Ressacada, na próxima terça, às 19h30min, para voltar a vencer.
— As equipes estão fazendo valer o mando de campo. Temos que fazer o possível para não sair atrás. Na maioria, saímos perdendo e, aí, ficamos expostos ao contragolpe. Temos que arranjar uma maneira consistente de jogar fora, mas não conseguimos hoje. Agora é voltar a Florianópolis, reunir e terça brigar contra o América-RN e tentar se aproxima do G-4 novamente — finalizou. 

 Varjota Esportes - Ce.          /       Globoesporte
 

Na estreia do técnico, América-MG bate CRB fora de casa e volta a subir Alessandro marca no primeiro jogo de Mauro Fernandes e põe o Coelho na sétima posição; alagoanos se aproximam perigosamente da zona de degola


Após três rodadas sem vencer e na estreia do técnico Mauro Fernandes no comando, o América-MG voltou a comemorar na noite deste sábado ao derrotar o CRB por 1 a 0, fora de casa, no estádio Rei Pelé, em Maceió, no encerramento da 21ª rodada da Série B do Brasileirão 2012. Com o gol marcado por Alessandro, o quarto do artilheiro do Coelho na competição (ao lado de Fábio Junior), os mineiros ganharam duas posições na tabela de classificação. Com 33 pontos, agora o América é o sétimo colocado, a cinco pontos do G-4. Os alagoanos, em 15º, com 24, se aproximam perigosamente do Z-4 - a distância é de cinco pontos.
As duas equipes voltam a jogar nesta terça-feira, quando acontecem os dez jogos da 22ª rodada da competição. O América recebe o Paraná Clube, às 19h30m (de Brasília), no estádio Independência, em Belo Horizonte. Às 21h50m, o CRB enfrenta o Guaratinguetá, no estádio Martins Pereira, em São José dos Campos (SP) - o estádio Dário Leite está fechado para reforma do gramado.
América-MG vence CRB no Rei Pelé (Foto: Divulgação / Assessoria do América-MG)
Alessandro faz o seu quarto gol
No recomeço do técnico Mauro Fernandes no time mineiro - ele comandou o América entre 2010 e 2011 - a primeira boa chance pintou aos oito minutos. Em jogada de Bryan pela esquerda, o lateral tocou para Alessandro completar no primeiro pau, mas à esquerda do goleiro Cristiano. O CRB respondeu no minuto seguinte, com Palhinha finalizando rente à trave de Neneca. Aos 13, os anfitriões contra-atacaram rápido, e Adeílson desperdiçou boa chance chutando fraco para o gol. Mas o Coelho aproveitou sua oportunidade aos 17. Thiago Humberto, avançou veloz e tocou para Alessandro, que dominou e acertou uma bomba no ângulo esquerdo: 1 a 0 para o América, no quarto gol do atacante na Série B.
O gol não intimidou os alagoanos. E de novo com Palhinha, aos 22, o CRB assustou o goleiro Neneca, que fez boa defesa. Mas o Coelho poderia ter chegado ao segundo gol aos 31, quando Alessandro foi lançado na esquerda em condições, sozinho, mas o assistente marcou impedimento equivocadamente. Cinco minutos depois, em jogada individual, Adeílson driblou o adversário e bateu forte, mas a bola foi pela linha de fundo.
Pressão alagoana em vão
Na etapa final do jogo no Rei Pelé, o CRB voltou diferente: além de ter trocado o uniforme listrado pelo todo vermelho, os anfitriões passaram a pressionar bastante. Antes, o América desperdiçou uma ótima chance logo aos seis minutos. Em cobrança de falta, Thiago Humberto botou a bola na cabeça de Gabriel, mas mesmo debaixo das traves, o zagueiro tocou para a linha de fundo. Adeílson teve uma boa chance de ampliar aos 17, em outra falta, esta batida direto, que o goleiro Cristiano segurou, mas quase deu rebote.
A partir dos 20 minutos, o time alagoano investiu no ataque. No primeiro lance, Jadílson fez grande jogada e tocou para Ricardinho, que, livre, finalizou cruzado: Neneca fez ótima defesa. O lateral voltou a aparecer na área mineira aos 24 batendo forte, e novamente o goleiro salvou, mas meio atrapalhado desta vez. Ricardinho e Rogélio também assustaram a defesa mineira durante a pressão alagoana. Mas tanta disposição acabou não dando em nada. O Coelho até perdeu uma boa oportunidade aos 37, com Alessandro chutando forte para defesa de Cristiano, e Rodrigo Pimpão pegando o rebote sem direção. Mas no restante do jogo, prendeu a bola e segurou a sua décima vitória na Série B 2012 e voltou a subir na tabela. 

 Varjota  Esportes - Ce.   /     Globoesporte

21ª RODADA EFICIENTE, GOIÁS VENCE O PARANÁ CLUBE E SOBE PARA O TERCEIRO LUGAR: 3 A 1 Esmeraldino abre 2 a 1 no primeiro tempo, arma retranca e garante vitória com gol no final. Já o Tricolor continua na 'zona do agrião'


Eficiente no primeiro tempo e seguro na etapa final, o Goiás venceu o Paraná Clube por 3 a 1 na tarde deste sábado, na Vila Capanema, e subiu para a terceira posição da Série B do Campeonato Brasileiro. O meia Ramon e o atacante Ricardo Goulart marcaram para os visitantes, com assistências do lateral-esquerdo Egídio, e o meia Marquinhos descontou para o Tricolor ainda no primeiro tempo. Com a vantagem, o Esmeraldino se fechou no campo de defesa e garantiu os três pontos. Nos acréscimos do segundo tempo, Júnior Viçosa ainda ampliou, em partida válida pela 21ª rodada.
O jogo teve público pagante de 3.069 torcedores (um total de 4.063 presentes), para uma renda R$ 49.515,00. Com o resultado, o Goiás chega aos 39 pontos e ultrapassa o Joinville, que só empatou com o ABC. Ele fica atrás apenas do Vitória, que tem 48 pontos, e do Criciúma, com 45. Já o Paraná se mantém com 27 pontos e cai do 11° para o 12° lugar. O time comandado por Ricardinho está 11 pontos atrás do G-4 e oito à frente da zona de rebaixamento.
- Jogamos da forma correta. Aproveitamos as oportunidades que tivemos e abrimos 2 a 0. Tomamos um gol e, no final, fomos coroados com mais um gol. Jogamos certinho e saímos felizes - afirmou o meia Felipe Amorim, do Goiás, após o jogo.
- Foram falhas da nossa equipe, e não méritos dos adversários. Na segunda parte, eles chegaram uma vez ao nosso gol e fizeram o gol. Nossa equipe tem que ter um pouco mais de vontade - lamentou o volante Vandinho, do Tricolor..
 
Para tenta colar nos líderes, Goiás encara o Ceará, às 21h50m (horário de Brasília) de terça-feira, no Estádio Serra Dourada. Já o Tricolor, em busca da reação, visita o América-MG, às 19h30m do mesmo dia, no Estádio Inpendência.
Eficiente, Goiás vence e sobe para o terceiro lugar (Foto: Heuler Andrey/Agência Estado)
Eficiente, Goiás sai na frente
O Paraná Clube entrou em campo com duas trocas em relação ao empate com o Guarani, na última terça-feira. O lateral-esquerdo Fernandinho e o meia Lucio Flavio entraram nas vagas dos suspensos Wendell Borges e Cambará. O time começou no 4-4-2. O Goiás trocou o meia Caio pelo também meia Ramon, poupado na vitória sobre o América-RN, na rodada passada. O Esmeraldino também atuou no 4-4-2.
Os mandantes precisavam da vitória para reagir na Série B. Os goianos, para permanecer no grupo de acesso. Com o panorama, o jogo começou aberto e equilibrado. O Tricolor assustou com o atacante Wellington Silva, que, em posição de impedimento, bateu para fora. E, já aos quatro minutos, os visitantes saíram na frente. O lateral-esquerdo Egídio cobrou falta, e Ramon cabeceou no canto do goleiro Luis Carlos: Goiás 1 a 0.
O Paraná Clube teve mais três oportunidades antes dos 19 minutos. O lateral-direito Paulo Henrique errou o alvo, e o atacante Geraldo parou no zagueiro Lacerda e, depois, no goleiro Harlei. O técnico Ricardinho, então, teve de promover a primeira alteração: Fernandinho, machucado, deu lugar ao zagueiro Alisson, que atuou improvisado na esquerda. O Goiás, mais eficiente na frente, ampliou. Após troca de passes e cruzamento de Egídio, aos 21, o atacante Ricardo Goulart chutou de primeira. A bola desviou em Alisson e tirou Luis Carlos do lance: Goiás 2 a 0.
O Goiás marcava forte, já na saída de bola, e o Tricolor tinha dificuldades para criar. Camisa 10, Lucio Flavio era vigiado de perto ora por Amaral, ora por Thiago Mendes. O time da Vila, porém, não se abateu e descontou aos 26. Wellington Silva tocou para o meia Marquinhos, o outro armador dos mandantes. Ele finalizou com força, cruzado, sem chance para Harlei: Paraná 1 a 2. Depois do gol, o Goiás armou uma retranca, com até dez homens no campo defensivo e apenas o atacante Iarley na frente. O Paraná Clube partiu para o ataque, mas sem criatividade e velocidade, e parou no paredão esmeraldino.
Goiás arma retranca e garante resultado
Paraná e Goiás voltaram para o segundo tempo com os mesmos times, e o panorama se manteve: os mandantes pressionavam, e os visitantes marcavam forte, à espera de um contra-ataque para ampliar. Até os dez minutos, o Tricolor assustou três vezes: Wellington Silva parou em Harlei, Marquinhos foi travado pela defesa adversária, e o zagueiro Alex Alves cabeceou por cima do gol. O Esmeraldino, no contragolpe, ameaçou com Ricardo Goulart, em chute de fora, para defesa de Luis Carlos.
Para ampliar o poder ofensivo, Ricardinho trocou o meia Marquinhos pelo atacante Arthur. Ele entrou aberto pelo lado direito, com o angolano na esquerda e Wellington Silva centralizado, no 4-3-3. Enderson Moreira, por outro lado, fortaleceu a marcação: ele trocou o meia Ramon pelo volante Marcos Paulo, e a equipe passou para o 4-5-1.
Depois das alterações, o Paraná Clube partiu com tudo para o ataque. Ele quase igualou o marcador com Wellington Silva, que cabeceou para defesa de Harlei, e com Lucio Flavio, que soltou a bomba de longe e tirou tinta do travessão. Aos 40, na melhor oportunidade do Tricolor no jogo, o camisa 10 bateu da entrada da área e acertou o pé da trave. O goleiro do Goiás, parado, só olhou a bola sair pela linha de fundo. No último lance, em contra-ataque, o atacante Júnior Viçosa - substituto de Iarley - passou por Luis Carlos e fechou o placar: 3 a 1. Vitória suada, mas fundamental para os visitantes. 

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