Delegação da Lusa protesta contra a arbitragem de Heber Roberto Lopes Membros da comissão técnica da Portuguesa causam confusão na saída das equipes do gramado: 'É um safado', esbraveja Candinho


Além do gosto amargo da derrota para o Vasco, neste sábado, no Rio de Janeiro, a Portuguesa vai voltar para São Paulo na bronca com o árbitro Heber Roberto Lopes. Ao término da partida, membros da comissão técnica e até Candinho, gerente de futebol do clube, cercaram o juiz para protestar, o que acabou causando uma pequena confusão na saída das duas equipes do gramado de São Januário.
– Apitou contra a Portuguesa. Expulsou o Valdomiro, atrapalhou a Portuguesa. É um safado – esbravejou Candinho.
A Lusa reclama de falta de Alecsandro no gol marcado pelo atacante vascaíno, ainda no primeiro tempo, além da expulsão do zagueiro Valdomiro após choque com Dedé e também de um pênalti não marcado em Bruno Mineiro, no fim da segunda etapa.
Para evitar que a confusão aumentasse, Geninho tratou de acalmar os ânimos da delegação rubro-verde. Apesar de pedir calma, o treinador não se escondeu e também fez duras críticas ao desempenho do árbitro.
– Ele (Heber Roberto Lopes) não tinha de ser mais escalado para jogo da Portuguesa. Ele novamente erra, erra e erra. Se o árbitro errou uma vez no jogo do time, não põe ele de novo. O que vai acontecer se colocar? Deixar todo mundo com os nervos à flor da pele – afirmou o técnico.
– Se ele está sendo questionado em três jogos, vão esperar o quarto? Hoje a confusão foi aqui fora, imagina se acontece lá dentro? Não acho que ele premeditou. Ele está dando muito azar em jogos da Portuguesa. Tem dez partidas por rodada, então o coloca em outro jogo. Mas não falo em maldade ou que existe intenção, quem sou eu para falar isso? – declarou.
Na próxima rodada, a Portuguesa volta a campo na quarta-feira para enfrentar o Coritiba, às 19h30m (horário de Brasília), no Estádio do Canindé.
geninho portuguesa vasco (Foto: Luciano Belford / Agência Estado)Geninho ficou na bronca com a arbitragem de Heber Roberto Lopes (Foto: Luciano Belford / Agência Estado)       
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Luxa e direção dão bronca, e Kleber promete nova postura após expulsão Expulso contra Palmeiras, atacante pede desculpas e assegura que não reclamará mais: 'Se eu sofrer uma falta, vou levantar e seguir o jogo'


O atacante Kleber foi o protagonista do empate sem gols entre Grêmio e Palmeiras na noite desta sábado, no estádio do Pacaembu, em São Paulo. Expulso aos 18 minutos do primeiro tempo(assista ao lance ao lado), o jogador fez com que o Tricolor se fechasse ainda mais em seu campo de defesa e comemorasse muito o ponto conquistado fora de casa. Cabisbaixo, o Gladiador não retrucou: preferiu pedir desculpas ao torcedor e ainda prometeu mudar sua postura.
- Eu peço perdão ao torcedor, principalmente, porque poderíamos ter conquistado três pontos e não conseguimos. Eu pedi desculpas aos jogadores e agora peço à torcida. Se tem alguém que sofre mais com isso que o próprio torcedor sou eu. Não vou falar mais. Se eu sofrer uma falta, vou levantar e seguir o jogo, porque não adianta eu falar - afirmou, com semblante abalado, em coletiva após a partida.
Revoltado com a arbitragem de Sandro Meira Ricci, o técnico Vanderlei Luxemburgo não misturou suas reclamações com a repreensão à atitude de Kleber. O comandante assegurou que terá uma conversa particular com o jogador e admitiu: a diretoria precisa puni-lo de alguma forma para que o ocorrido não volte a se repetir.
- Eu tenho que conversar com o Kleber, bater um papo. Ele tem um estilo que precisa mudar, não adianta. Existe um corporativismo (de árbitros) e eles olham os jogos. Eles sabem que o Kleber gosta de choque, e isso é ruim. Não existe falta nele. Ele já se quebrou e ficou dois meses parado. Se não entender que precisa jogar bola, vai ser quebrado de novo - opinou.
Antes mesmo do fim da partida contra o Palmeiras, a diretoria do Grêmio já agiu prontamente em relação ao problema com o Gladiador. Paulo Pelaipe, diretor executivo do clube, disse já ter conversado com o jogador e explicado a ele que a única solução é que o próprio Kleber entenda a predisposição dos árbitros a ignorar faltas cometidas sobre o atacante, devido ao seu estilo “brigador”.
Ele já se quebrou e ficou dois meses parado. Se não entender que precisa jogar bola, vai ser quebrado de novo"
Vanderlei Luxemburgo, sobre Kleber
- Já conversei com o Kleber no intervalo e no segundo tempo. Ele sabe que os árbitros não apitam falta nele. Ele é inteligente e precisa se proteger. Poderíamos ter perdido em função da expulsão dele. Esperamos que ele se conscientize e não fique só em discurso da boca para fora. Ele é muito importante e precisamos de todos os atletas - avaliou.
O primeiro cartão amarelo veio por reclamação, logo aos 12 da etapa inicial. Cinco minutos depois, o atacante chegou atrasado em dividida com o volante Henrique do Palmeiras e foi expulso pelo árbitro Sandro Meira Ricci. Sem questionar a validade do segundo lance, Kleber argumentou que não merecia ter recebido a advertência anterior e que acabou mal interpretado por seu histórico anterior de polêmicas.
- O segundo cartão eu não posso falar porque foi uma falta mais forte. Eu não vi os outros cartões do jogo, podem ter sido iguais, mas o primeiro foi injusto. Eu não faltei com respeito, falei que o lance tinha sido parecido. Falei numa boa com ele, aconteceram lances parecidos em que ele não deu cartão. É só um jeito. Eu tenho de saber que eu não posso falar. Cartão desse tipo eu não vou tomar mais - desabafou.
Suspenso, Kleber será desfalque para o Tricolor na próxima quarta-feira, quando a equipe recebe o Atlético-GO, no estádio Olímpico, às 20h30m. Assim como o Palmeiras, o time goiano também está na zona de rebaixamento e briga contra a degola neste Campeonato Brasileiro. O outro atacante titular, Marcelo Moreno, estará servindo a seleção da Bolívia nas Eliminatórias para a Copa do Mundo de 2014.
henrique palmeiras kleber grêmio brasileirão (Foto: Márcio Fernandes / Agência Estado)Kleber, no lance que gerou a sua expulsão (Foto: Márcio Fernandes / Agência Estado)         Varjota   Esportes - Ce.           /            Globoesporte

Felipe celebra vitória e destaca: ‘Nossa pior posição foi o quarto lugar’ Meia diz que entende críticas da torcida, mas destaca que o Vasco em momento algum saiu da zona de classificação à Libertadores do Brasileiro


 Faixas de protesto contra a má fase, vaias ao treinador e menos de 3 mil pagantes na vitória por 2 a 0 contra a Portuguesa neste sábado (assista aos gols no vídeo ao lado). As atribuições cabem perfeitamente a um time que está na zona de rebaixamento de qualquer campeonato. Mas é a realidade do Vasco, que desde a primeira rodada do Brasileirão pertence ao grupo dos quatro primeiros colocados.
A situação causa estranheza nos jogadores. Felipe, por exemplo, tenta compreender, mas elenca uma série de argumentos para rebater as críticas.
- Vitória foi importante para dar tranquilidade. Entendo a situação da torcida, mas estamos no G-4, e nosso primeiro objetivo é a Libertadores. E quando a equipe está lá, automaticamente pensa no título. O time está de parabéns pelo que vem apresentando. Nossa pior posição no campeonato foi o quarto lugar. Não é demérito para ninguém, outros times têm qualidade – disse.
Após três derrotas seguidas, o Vasco reencontra a vitória e pula para os 38 pontos, mantendo a quarta posição. A próxima partida será na quarta-feira contra o Náutico, no Recife. 

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Saran critica postura do Vila Nova em Itápolis: 'De novo entregamos o jogo' Técnico desaprova exibição da equipe na derrota para o Oeste e questiona o elenco colorado: 'Será que só vamos conseguir ganhar dentro de casa?'


Após nova derrota fora de casa, desta vez por 3 a 1 diante do Oeste, em Itápolis-SP, o técnico
Jorge Saran se mostrou indignado com a forma pela qual o Vila Nova sofreu os dois últimos gols, responsáveis por sacramentarem a vitória do clube paulista já na reta final da partida.
O Tigre perdia por 1 a 0 até os 41 minutos do segundo tempo, quando empatou com Rafael Vaz. Porém, sofreu dois gols em apenas dois minutos - aos 42 e aos 44 da etapa final - e amargou a quarta derrota em cinco jogos longe do Serra Dourada. Para Saran, algo inconcebível.
Jorge Saran: técnico se irritou com dois gols relâmpagos sofridos em dois minutos (Foto: Cláudio Bispo)
- Será que só vamos conseguir ganhar dentro de casa? Temos que nos aplicar um pouco mais. De novo entregamos o jogo para os caras. Corremos atrás deles durante 80% do jogo. E aí você faz o gol de empate e toma outro um minuto depois? Não pode - bradou o treinador colorado.
Além do resultado negativo que pode tirar o Vila do G-4 do Grupo B da Série C, Jorge Saran se disse desapontado com a postura da equipe dentro de campo. O técnico lamentou o que considerou falta de vontade e também coragem dos jogadores vilanovenses.
- Faltou ter mais tesão para a coisa. Temos que nos preparar melhor. Ter mais coragem. É difícil, mas não adianta nada cobrar e não fazer. É um grupo bom, mas temos que melhorar muita coisa fora de casa. Vencendo só dentro de casa, a gente não vai chegar.
Em contrapartida, Saran destacou a rápida participação de dois jogadores recém-chegados ao Onésio Brasileiro Alvarenga: Edu Amparo e Israel, que entraram no segundo tempo do jogo. O técnico negou que haja desespero no fato de utilizar atletas que estão no clube há pouco tempo e sem entrosamento com o time.
- Não há desespero, não. Coloquei porque conheço esses jogadores e já trabalhei com eles em outros clubes. São jogadores que vão resolver para nós - garantiu o treinador. 

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Madureira perde e segue em queda. Duque de Caxias vence e vai ao G-4 Tricolor Suburbano é derrotado pelo Brasiliense, por 2 a 0, na Boca do Jacaré, e time da Baixada vence o Tupi-MG, por 2 a 1, no Marrentão


Enquanto um cai, o outro sobe. O Madureira, que chegou a liderar o Grupo B do Campeonato Brasileiro da Série C por quatro rodadas (da terceira à sexta rodada), foi derrotado neste sábado pelo Brasiliense, por 2 a 0, na Boca de Jacaré, e caiu da quinta para a sexta colocação, com 14 pontos. Por outro lado, o Duque de Caxias venceu o Tupi-MG, por 2 a 1, no Marrentão, e saiu da sétima colocação para a terceira, agora com 15 pontos.
Os dois gols do time da capital federal, que saiu da zona de rebaixamento e está na oitava colocação, com 11 pontos, foram marcados pelo estreante Frontini, aos 39 minutos e aos 44 do primeiro tempo. O jogador ainda desperdiçou um pênalti na etapa final. O Brasiliense jogou com um atleta a menos a partir dos 12 do segundo tempo, quando Romarinho foi expulso.
No Marrentão, Renan Silva, aos 21 do primeiro tempo, e Juninho, aos dois da segunda etapa, marcaram os gols do Duque de Caxias. Fabrício, aos 19 do segundo tempo, descontou para o Tupi-MG. O time mineiro é o último colocado da cahve, com apenas nove pontos.
Pela décima rodada, ainda jogarão neste domingo, no estádio Índio Condá, em Chapecó (SC), Chapecoense, o quarto, com 15 pontos, e Santo André-SP, o penúltimo, com 11. 

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Macaé goleia na estreia do técnico Picoli no Caxias: 4 a 1 e liderança Clube gaúcho coleciona a quarta derrota seguida na Série C. No domingo, time do Rio torce por tropeço da Chapecoense para continuar na ponta


O Macaé ignorou a estreia do técnico Picoli no Caxias e passou por cima do clube gaúcho, na tarde deste sábado, no estádio Cláucio Moacyr de Azevedo. A vitória por 4 a 1, válida pela pela primeira rodada do returno da Série C do Brasileirão, levou o time fluminense à liderança do Grupo 2, com 17 pontos. Já o clube da serra do RS coleciona a sua quarta derrota consecutiva e está apenas na sétima colocação, com 13 pontos, próximo da zona de rebaixamento (o nono e o décimo colocados serão rebaixados à Série D).
A goleada foi construída no primeiro tempo. Jones (duas vezes) e Zambi marcaram na etapa inicial. Os gaúchos conseguiram diminuir com Everton Garroni, aos 42. No entanto, a reação terminou por aí. No segundo tempo, Osmar fez o quarto, de cabeça.
O Macape volta a campo no próximo sábado, contra o Tupi, às 16h, no Estádio Mário Helênio. No domingo, o Caxias recebe o Oeste, às 15h30m, no Estádio Centenário. 

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João Galvão minimiza empate diante do Fortaleza, jogando dentro de casa Treinador do Azulão preferiu exaltar as qualidades do Fortaleza e afirma que agora o time precisa arrancar pontos fora de casa


João Galvão já pensa no Cuiabá-MT
(Foto: Marcelo Seabra/O Liberal)
Não foi o jogo que o torcedor queria. O Águia de Marabá não conseguiu mostrar um bom futebol e acabou empatando em 0 a 0 com o Fortaleza, na tarde deste sábado, dentro do Estádio Zinho Oliveira, pela Série C. Com o resultado, o Azulão está há dois jogos sem vencer, na sexta colocação da tabela de classificação. Para o técnico João Galvão, não é hora para desespero.
- A gente tem que fazer o dever de casa e infelizmente isso não aconteceu no jogo de hoje. Tínhamos que vencer, mas enfrentamos um dos líderes do campeonato. A gente fica feliz pela pequena história do Águia contra a grande do Fortaleza. Esse jogo já virou um clássico do Norte e Nordeste. De 2010 para cá foram quatro empates e isso faz parte do confronto difícil entre os clubes.
Para Galvão, o Águia tem condições de reverter os últimos resultados negativos e o primeiro passo tem que ser dado já no próximo embate, contra o Cuiabá, no dia 9 (domingo).
- O segundo turno está apenas começando. O Águia tem time para reagir e recuperar esses pontos perdidos em Marabá, jogando fora. Agora é pensar no jogo contra o Cuiabá, um adversário difícil. Estamos no caminho certo e quem saber no domingo a gente já consiga uma grande vitória fora de casa. 

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