Alemanha vence República Tcheca no fim e se garante ao menos na repescagem

Werner deixou sua marca diante dos tchecos© Getty Werner deixou sua marca diante dos tchecos
A Alemanha garantiu ao menos vaga na repescagem europeia para a Copa do Mundo 2018 nesta sexta-feira, quando arrancou a vitória por 2 a 1 contra a República Tcheca que a deixou ainda mais à frente na liderança do Grupo C da competição.
O duelo, realizado em solo tcheco, contava com vitória alemã até depois dos 30 minutos do segundo tempo quando a equipe da casa arrancou a igualdade. Mas os germânicos foram buscar no fim e triunfaram.
Agora, a Alemanha alcançou 21 pontos, contra 9 dos tchecos. Com três rodadas restantes, ninguém da chave garantiu vaga no Mundial, mas os alemães estarão ao menos na repescagem.
Ao lado da Suíça, a seleção germânica é a única 100% nas Eliminatórias.
A Irlanda do Norte é a vice-líder, com 16, em situação mais confortável que o time tcheco.
Na próxima rodada, a Alemanha enfrenta a Noruega, enquanto a Irlanda do Norte faz confronto decisivo com a República Tcheca, em duelos marcados para o próximo dia 4.
No duelo desta sexta contou com boa atuação alemã em solo visitante. E o gol saiu ainda no início.
Aos 4 minutos, Ozil avançou com liberdade pelo meio e deu linda bola para Werner nas costas da defesa. Ele dominou na área e bateu na saída do goleiro para abrir o placar.
E os tchecos só conseguiram reagir no fim. 
Aos 32 da etapa complementar, Boril avançou pela esquerda e serviu Darida na entrada da área. Ele soltou uma bomba no ângulo esquerdo de Ter Stegen e deixou tudo igual.

Mas Hummels apareceu no fim e deu o triunfo à seleção da Alemanha. 

  Varjota  esportes - Ce.      /        MSN.

Como mercado do PSG desafia o Fair Play Financeiro e por que a Uefa tem que agir


© Mbappé para o PSG: empréstimo do Monaco e cláusula de compra de 180 milhões (Foto: divulgação)


A Uefa anunciou nesta sexta-feira, um dia após o fechamento do mercado de transferências na Inglaterra, Itália, França e no dia que fecha o mercado na Espanha, que irá investigar as contratações do Paris Saint-Germain. O anúncio da contratação de Kylian Mbappé como um empréstimo com compromisso de compra por € 180 milhões chamou a atenção. Um clube gastar € 222 milhões em Neymar e depois fazer esse malabarismo para contratar Mbappé é um desafio ao Fair Play Financeiro da Uefa, que pode ir, definitivamente, por água abaixo se nada for feito. Por isso, a Uefa agiu.
Oficialmente, o Paris Saint-Germain gastou € 238 milhões nesta janela de transferências e arrecadou € 62 milhões com vendas. Na prática, gastou € 418 milhões, somando os € 180 milhões que serão pagos por Kylian Mbappé ao final da temporada. Esse é um caminho que os clubes adotaram nos últimos anos para driblar o Fair Play Financeiro: jogar transferências para anos à frente, de forma a tirar do atual ano fiscal.
Vários clubes fizeram uso desse artifício não só nesta janela, mas em muitas das últimas. Nunca, porém, havia sido usado esse expediente com um jogador superestrela e com um valor tão alto como Mbappé, que será a segunda maior transferência da história do futebol – sendo que a primeira também é do PSG nesta mesma janela. Somando as duas transferências, são € 402 milhões. Embora não seja proibido por lei fazer um empréstimo com compra vinculada, ela fere justamente o espírito da lei. E isso já tinha ficado claro antes, mas foi escancarado pelo caso Mbappé. Uma prática que foi iniciada, aliás, pelo próprio PSG com Serge Aurier, em 2014.
No seu último balanço, da temporada 2016/17, as receitas do PSG foram de € 521 milhões. Isso significa que só em transferências, o clube teria gasto 77% das suas receitas. Como jogou para a temporada seguinte, essa transferência fica maquiada. O clube, claro, não poderá gastar muito na janela de verão europeu do próximo ano, mas talvez realmente não precise. Ainda pode vender alguns dos seus jogadores para fazer dinheiro. E como as duas transferências estarão, em tese, em duas temporadas diferentes, então isso fica amenizado.
O Fair Play Financeiro estabelece que os clubes não podem ter um prejuízo superior a € 30 milhões, no máximo, ao longo de três temporadas, se o dono do clube resolver cobrir o prejuízo. Considerando o gasto oficial, € 238 milhões, as transferências representaram 45% das receitas do último ano. Mas como os clubes fazem para diluir esse valor? Não é um grande problema para a maioria dos clubes. Passa a ser quando os valores são estratosféricos.
Segundo as regras do Fair Play Financeiro, o valor pago por um jogador é diluído ao longo dos anos do contrato. No caso de Neymar, por exemplo, o clube não declara os € 222 milhões pagos ao Barcelona no balanço de 2017/18. Como o contrato é de cinco anos, o clube divide o valor em € 44,4 milhões por ano, daqui até o final do contrato, em 2022. Mesmo assim, há outros impactos que não podem ser diluídos no orçamento, como os gastos com salários, que são pesados para clubes do calibre de PSG ou mesmo Barcelona – que chega a gastar 70% das suas receitas com salários, mesmo suas receitas sendo enormes.
O próprio PSG e o Manchester City foram punidos em 2014 por descumprirem o Fair Play Financeiro e a pena foi considerada muito branda para os dois. Na época, receberam multas de € 60 milhões e não puderam inscrever mais do que 21 jogadores nos seus elencos na Champions League – o número máximo é de 25. Além disso, os clubes precisam passar três temporadas sem cometer qualquer infração, sob a pena de serem excluídos de competições europeias. Além disso, o clube passou a ter um limite de gastos € 55 milhões menor do que as regras permitem aos demais, como uma punição também pela infração cometida.
Esse período probatório, para PSG e Manchester City, acabou justamente em junho de 2017, quando a punição completou três anos. Agora, o PSG passará por uma nova avaliação diante do mercado que fez.
“A Câmara Investigatória do Comitê de Controle Financeiro de Clubes da UEFA abriu uma investigação formal ao Paris Saint-Germain, como parte do monitoramento contínuo de clubes segundo os regulamentos do Fair Play Financeiro (FFP)”, diz o comunicado da Uefa. “A investigação vai centrar-se no cumprimento por parte do clube do requisito de ponto de equilíbrio financeiro (break-even), especialmente tendo em conta a sua recente atividade no mercado de transferências”, diz ainda o texto.
“Nos próximos meses, a Câmara Investigatória do Comitê de Controlo Financeiro de Clubes da Uefa vai reunir-se regularmente, de forma a avaliar cuidadosamente toda a documentação afeta a este caso”, explica o comunicado. “A Uefa considera o Fair Play Financeiro um mecanismo de governança essencial, que pretende garantir a sustentabilidade financeira do futebol europeu de clubes”. Por fim, a Uefa termina o comunicado dizendo que “não fará mais comentários sobre este assunto enquanto a investigação decorrer”.
O Paris Saint-Germain reagiu rapidamente à notícia declarando surpresa pela investigação. “O clube está surpreso pela abordagem já que constantemente manteve a equipe do Fair Play Financeiro da Uefa informada sobre o impacto financeiro de todas as operações de jogadores feitas neste verão, mesmo não sendo obrigado a fazer isso. O clube está muito confiante na sua habilidade de demonstrar que irá cumprir totalmente com as regras do Fair Play Financeiro para o ano fiscal de 2017/18”, afirmou o clube em comunicado.
“O clube reafirma que sempre operou em total transparência com os órgãos do futebol europeu, com os quais desenvolveu uma relação de confiança nos últimos seis anos, demonstrando o mais alto respeito pela instituição”, disse. E o comunicado vai além. “A esse respeito, o vice-diretor geral Jean-Claude Blanc encontrou com especialistas da Uefa, incluindo Andrea Traverso, responsável pelo Fair Play Financeiro da Uefa, por mais de três horas no dia 23 de agosto na sede do Paris Saint-Germain, onde ele demonstrou que as operações feitas com o Barcelona e em curso com o Monaco seguiam as regras do Fair Play Financeiro para o ano financeiro 2017/18”, diz a nota.
O clube ainda informa no comunicado que esteve em contato com a Uefa neste dia 31 de agosto, dia do fechamento da janela, informando mais detalhes da transação com o Monaco, como seria o pagamento e como se encaixa nas finanças dos clubes, em conformidade com as normas contábeis francesas e do imposto de renda do país.
O PSG ainda ressalta que nesta janela vendeu jogadores que ajudaram a melhorar os resultados do clube em um total de € 104 milhões na temporada 2017/18, incluindo aí não só os valores recebidos, mas também os salários que deixam de ser pagos. “O clube também lembra que, se necessário, tem sob contrato jogadores de alto valor que permitem ao clube gerar ganhos de capital significativos nas próximas duas janelas (janeiro e junho) de 2018”, explica o PSG na nota.
Só que vai além. O PSG ainda argumenta que é um clube que está buscando se tornar um dos maiores do mundo e isso incluir significativos aumentos de arrecadação. Diz que tem habilidade para crescer exponencialmente suas receitas e antecipa um aumento de 20 a 40% em todas as receitas. O clube diz que irá colaborar com a Uefa em tudo que for necessário.
Antes mesmo da contratação de Neymar ser efetivada, o Barcelona sugeriu que o PSG estaria descumprindo as regras do Fair Play Financeiro, algo que, claro, os dirigentes catalães não tinham como avaliar precisamente, mas usaram para ameaçar o clube parisiense. Não adiantou. Javier Tebas, presidente da LFP, a liga profissional espanhola, acusou o PSG de “doping financeiro” e foi além: afirmou que a entidade levaria o caso à Uefa.
A Uefa sabe que precisa agir, porque os clubes testaram os limites da regra do Fair Play Financeiro nos últimos anos sem muita cerimônia. O artifício do empréstimo com obrigação de compra é só um dos muitos usados pelos clubes. Donos de clubes passaram a oferecer contratos de patrocínio com valores acima do mercado como uma forma de dar músculos financeiros aos clubes dos quais são donos. A Uefa afirma que esse tipo de prática é ilegal e, desde 2011, afirma que irá coibir esse tipo de prática com auditorias que avaliariam se o valor do patrocínio está dentro do valor de mercado. Valores considerados acima do mercado seriam passíveis de punição.
Obviamente, isso funciona muito bem no papel. Na prática, a Uefa fez vista grossa para os empréstimos com compra vinculada e também para outras formas de capitalização dos clubes, como naming rights de estádio – o caso do Etihad, do Manchester City, levantou muitas questões, como já mostramos aqui em 2011. O Fair Play Financeiro proíbe que parentes próximos ou empresas do próprio dono patrocinem o clube. A Etihad Airways pertence ao irmão do dono do City.
Polêmicas como essas ainda estão longe de uma solução satisfatória da Uefa. O presidente da Uefa, Aleksander Ceferin, já sinalizou que pretende colocar em discussões medidas ainda mais restritivas para o Fair Play Financeiro, como teto salarial para os clubes e multas por excesso de gastos em transferências acima de um limite determinado, como € 100 milhões. Além disso, a Uefa quer acabar com os empréstimos com obrigação de compra, como se tornou prática comum.
Segundo Ceferin disse no dia 26 de agosto, dia do sorteio da Champions League, anos atrás o ex-presidente Michel Platini e o presidente da Associação Europeia de Clubes (ECA), Karl-Heinz Rummenigge, tentaram junto à Comissão Europeia se era possível estabelecer teto salarial e multas por gastos excessivos. Há uma demanda para isso e é possível que vejamos algo assim ir adiante em breve. Ceferin disse, então, que ninguém quer que só 10 ou 12 times tenham capacidade de competir na Europa.
Veremos se a Uefa terá mesmo coragem de mexer nesse vespeiro. Talvez os gigantes europeus hesitassem com regras rígidas em relação a gastos, mas diante do que aconteceu nesta janela, até outros clubes grandes começam a ver que se não houver alguma medida que controle os gastos, é possível vermos um desequilíbrio grande nos próximos anos. Será preciso ao menos parar e discutir, antes que seja tarde demais. 

 Varjota  Esportes - Ce.          /         MSN.

Jornal: Barcelona não vai contratar mais e dá mercado por fechado

 Di María não vai ao Barcelona© Getty Di María não vai ao Barcelona
O jornal catalão Sport apontou que o Barcelona dá o mercado da bola por fechado. No último dia da janela de transferências na Espanha, o Barça desistiu de tirar Philippe Coutinho do Liverpool depois de diversas propostas recusadas. Posteriormente, surgiu a informação do próprio Sport que o clube espanhol corria contra o tempo para contar com Di María. Riyad Mahrez também apareceu como possibilidade. Porém, nada mais de reforços.

Dessa forma, os catalães fecham a janela com as chegadas do lateral direito Nélson Semedo (30 milhões de euros mais variáveis), o volante Paulinho (40 milhões de euros), o meia Gerard Deulofeu (12 milhões de euros) e o atacante Ousmane Dembélé (105 milhões de euros mais variáveis), totalizando um gasto inferior à venda de Neymar ao Paris Saint-Germain por 222 milhões de euros.
Sem outro reforço para o ataque, Dembélé terá a missão de ser o principal substituto de Neymar. 
A expectativa maior do clube azul e grená nesta sexta-feira estava em Di María. Segundo o Sport, o Barcelona tinha representantes tratando do tema na França. Eles apostavam que a chegada de Mbappé ao PSG poderia fazer com que Di María se sentisse ameaçado e, portanto, mais fácil de ser convencido a trocar de equipe.
A publicação afirma que o Barcelona fez duas ofertas. Uma de 25 milhões de euros e outra de 35 milhões de euros. O PSG, no entanto, queria mais. 

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Mayra Aguiar derrota japonesa e faz história ao conquistar o bicampeonato mundial de judô

Mayra Aguiar durante luta no Mundial de judô em Budapeste© Divulgação Mayra Aguiar durante luta no Mundial  de judô em Budapeste
Mayra Aguiar é bicampeã mundial de judô!
Nesta sexta-feira, em Budapeste, a judoca gaúcha venceu a japonesa Mami Umeki, ganhadora em Astana-2015, na decisão para conquistar pela segunda vez na carreira o título na categoria até 78kg.
Ela, assim, repete a campanha de Chelyabinsk-2014 e fez história no esporte brasileiro ao se tornar a primeira mulher bicampeã mundial em qualquer modalidade individual olímpica. Esta foi a quinta vez em que Mayra subiu ao pódio em Mundiais - tem também uma prata e dois bronzes.
Com desempenho perfeito nas preliminares, vencendo todas as suas três lutas por ippon - com direito a revanche sobre francesa que a bateu na semifinal dos Jogos do Rio em 2016 -, Mayra chegou à decisão do Mundial após bater a japonesa Ruika Sato, por um waza-ari.
Mayra foi a primeira brasileira a entrar no tatame da Laszlo Papp Arena, em Budapeste, nesta sexta-feira, e começou avassaladora com duas vitórias em sequência sobre a jovem Klara Apotekar, da Eslovênia, e sobre a austríaca Bernadette Graf.
Nas quartas, o reencontro com Audrey Tcheuméo um ano após perder a semifinal olímpica para a francesa. Na luta, Mayra chegou a ser punida duas vezes, mas conseguiu projetar a rival, pontuando com um waza-ari e imobilizando, na sequência, fazendo Tcheuméo desistir do combate. Ippon e vaga na semifinal para a brasileira.
A quarta luta foi a mais tensa, com punições para os dois lados.
Cada atleta levou dois shidos e ficaram no limite da eliminação pelo terceiro, até que Mayra conseguiu projetar Sato e marcar um waza-ari a um minuto do fim do combate. A japonesa veio para cima, mas a experiência de oito participações em mundiais pesou a favor de Mayra, que conseguiu defender-se e evitar o terceiro shido para garantir-se em mais uma final de Mundial.  

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Polêmica? Jon Jones passou limpo por exame de sangue feito no dia da luta, diz site

Jon Jones nocauteou Daniel Cormier no último dia 29 de julho, nos EUA
© Diego Ribas Jon Jones nocauteou Daniel Cormier no último dia 29 de julho, nos EUA

O polêmico caso de doping que envolve Jon Jones ganhou mais um importante capítulo nesta sexta-feira (1º). Isso porque, de acordo com o site MMA Fighting, o lutador teria passado ileso por um exame antidoping sanguíneo realizado no dia 29 de julho, logo após sua luta contra Daniel Cormier.
Caso isso seja confirmado, uma polêmica deve ser instaurada no caso. Afinal, o americano foi flagrado em um teste realizado no dia 28, através de uma coleta de urina. Por isso, seria difícil de se imaginar que um doping acusado em teste de urina pudesse ser eliminado por completo do corpo em apenas 24 horas.
Ao mesmo tempo, dois exames coletados respectivamente nos dias 6 e 7 de julho também voltaram limpos após os testes examinados pela USADA (agência americana antidoping), o que delimitaria o período de 20 dias em que Jones poderia ter feito uso da substância proibida.
Ao mesmo tempo, outra teoria médica apresentada é a de que resíduos de substâncias podem ficar presos em células de gordura e liberadas quando o atleta passa pelo processo de perda de peso, que quebraria tais moléculas. A hipótese foi levantada pelo fato de Jones ter sido flagrado em teste realizado após a pesagem oficial.
Nas próximas semanas, a USADA deve revelar o resultado da contraprova, exame coletado também no dia 28 e que pode, caso também ateste positivo, garantir condenação ao atleta que resultaria entre dois a quatro anos de suspensão de competições. 

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Jornal pede desculpas por quem não entendeu 'comunicado' e diz que com atuação de gala vai chamar goleiro de 'Muralha da China'

Alex Muralha não gostou da crítica de jornal argentino à defesa do Flamengo© GazetaPress Alex Muralha não gostou da crítica  de jornal argentino à defesa do Flamengo

O jornal Extra se posicionou após receber críticas de Flamengo e Alex Muralha pelo editorial no qual afirma que não chamará mais o goleiro pelo apelido.
O diário esclareceu em suas redes sociais que "só poderá fazê-lo assim que o goleiro fizer jus novamente ao apelido que tantas vezes estampamos. Não depende, portanto, só da nossa vontade, que é gigante".
"Se a atuação for de gala, o EXTRA passará a chamá-lo até de Muralha da China", escreveu o jornal.
No editorial publicado na capa de sua versão impressa, o Extra explicitou sua posição: "Em nome da precisão jornalística, o leitor do EXTRA não encontrará, a partir de hoje, a palavra Muralha relacionada ao senhor Alex Roberto Santana Rafael. Provável titular do Flamengo na final da Copa do Brasil, Alex Roberto, o ex-Muralha, mais uma vez desmoralizou o vulgo, levando um frango no jogo contra o Paraná pela Primeira Liga. Além de ter errado 100% dos lados nas cobranças de pênaltis, completando 545 dias sem defender uma penalidade. Também em nome da precisão jornalística, o EXTRA se compromete a rever sua decisão caso Alex Roberto, o ex-Muralha, volte a fazer por merecer". 
O jornal foi duramente criticado tanto pelo presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, em entrevista coletiva e também pelo goleiro através de nota oficial. 
  
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Fenerbahce se interessa por Dudu, mas Palmeiras não quer fazer negócio

O atacante Dudu despertou o interesse do Fenerbahce (TUR), mas o Palmeiras não quer negociá-lo e considerou baixo o valor que o clube turco se dispôs a oferecer: algo próximo dos 9 milhões de euros (R$ 33 milhões).
As chances de o negócio sair agora, de acordo com as partes envolvidas, são muito pequenas. O tempo joga contra o Fenerbahce, já que a janela turca fecha em uma semana (dia 8 de setembro).
O Besiktas, também da Turquia, já havia procurado o atacante no início de julho. O Palmeiras avisou naquela época que não queria liberar seu capitão. No meio do ano passado, o camisa 7 balançou com uma oferta da China, também recusada.
O Palmeiras é dono de 100% dos direitos econômicos de Dudu. Pagou 3 milhões de euros quando o contratou, no início de 2015, e mais 3 milhões de euros neste ano, com dinheiro da Crefisa. Quando ele for vendido, a patrocinadora receberá R$ 10 milhões e o restante ficará com o clube.
Dudu teve seu contrato renovado pelo Verdão em fevereiro. O vínculo anterior terminaria em dezembro de 2018, enquanto o novo vale até o fim de 2020. O salário do jogador e a multa rescisória também aumentaram.
O atacante não joga desde o dia 9 de agosto, quando machucou a coxa esquerda durante o duelo contra o Barcelona de Guayaquil (ECU), pela Libertadores. Ele está em fase final de recuperação e deve voltar contra o Atlético-MG, dia 9 de setembro. 

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