Profeta? Frase de Zidane após vencer brasileiros vira polêmica para 'El Clásico'

Zinedine Zidane wearing a suit and tie: Zizou© Image by Salomão Rodrigo Zizou
a group of football players on a field: Pasillo© Image by Salomão Rodrigo Pasillo
​Engana-se quem pensa que o título do Barcelona na liga espanhola, conquistado no último domingo, amenizou os ânimos da rivalidade entre catalães e madrilenhos para o clássico que vem por aí no próximo dia 6 de maio no Camp Nou. Muito pelo contrário, a semana promete ser de grande polêmica em torno de um assunto que já chamava a atenção antes mesmo da confirmação de quem seria o campeão.
Quer ver ao vivo esse grande jogo para acompanhar de perto o clima acirrado entre as maiores equipes do planeta? É só clicar aqui. Será a oportunidade de ver pessoalmente como acabará a história do "pasillo". Mas o que é isso? A gente explica.

Na Espanha, é tradição um time homenagear um adversário campeão fazendo um corredor na saída do vestiário para aplaudir a equipe que conquistou um título justamente no seu jogo anterior. É o chamado "pasillo". Há algumas semanas, imaginando a possibilidade de isso acontecer bem no clássico (o que se confirmou), Zinedine Zidane adiantou que o Real Madrid quebrará o protocolo e não adotará tal postura. Tudo uma questão de reciprocidade, segundo ele. E tem a ver com uma vitória sobre um clube brasileiro. 
a group of people watching a football game: Mundial 
© Image by Salomão Rodrigo Mundial
Quando os merengues venceram o Mundial em dezembro, ao derrotar o Grêmio por 1 a 0, tiveram na sequência logo de cara o Barcelona.  Na ocasião não houve "pasillo", uma vez que os catalães alegaram que o gesto só seria válido se o Real tivesse ganhado uma competição na qual o Barça também estivesse disputando. Agora, com o troféu nacional garantido nas prateleiras blaugranas, resta saber se Zizou vai cumprir o que prometeu e não deixará  com que seus comandados sigam a tradição. 
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Messi comemora título da La Liga: "fomos muito superiores aos nossos adversários"

 
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Com três rodadas de antecedência, o Barcelona conquistou na noite deste domingo (29), o seu 25º título da La Liga, e Lionel Messi, autor de um hat-trick na vitória por 4 a 2 sobre o Deportivo La Coruña, exaltou o feito da equipe na temporada.

"Temos que valorizar, desfrutar, e apreciar essa conquista com todos os torcedores. Eles merecem", disse em entrevista ao Movistar.

Questionado ainda sobre a decisão de Andres Iniesta deixar o clune após o término da temporada, o craque argentino foi só elogios ao meia espanhol e lamentou o fato dele sair sem a conquista de mais uma UCL.

"É uma pena a saída de Iniesta. Foram embora Mascherano, Xavi, jogadores emblemáticos para o clube e agora ele. É uma lástima para nós também, mas ele merece ir desta maneira. Só lamentamos que não possa ir embora com a tríplice coroa. No entanto, acredito que ele vá embora de uma maneira impressionante. Um doblete mais que merecido pelo que ele é e tudo o que deu ao clube", concluiu. 
  
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Às vésperas de ‘revanche’, Heynckes equipara Lewandowski a Cristiano Ronaldo

© Fornecido por Gazeta Esportiva
O duelo entre Bayern de Munique e Real Madrid nesta quarta-feira, na Allianz Arena, marca o reencontro de Cristiano Ronaldo com sua segunda maior vítima na Liga dos Campeões. O astro do time espanhol já marcou nove gols contra os alemães, que só são superados pela Juventus, que tomou 10 gols do camisa sete no torneio continental.
Em coletiva de imprensa concedida nesta terça, que antecede a partida de ida da semifinal, o técnico da equipe bávara Jupp Heynckes, porém, não se mostrou muito preocupado com a situação, admitindo que suas atenções estão voltadas para o time inteiro dos merengues, e aproveitou para rasgar elogios a seu artilheiro, Robert Lewandowski.
“É uma semifinal de Champions League, as quatro equipes são excelentes. Liverpool e Roma eliminaram Manchester City e Barcelona. Nossa partida também será muito importante. Tenho que dizer que respeito a cada equipe e a cada jogador. Portanto, Cristiano Ronaldo também. Tem uma carreira única”, afirmou. “A Champions se ganha com uma equipe mais homogênea e bom futebol. Temos Robert Lewandovski. Então, vocês poderiam me perguntar o mesmo sobre ele. Ele marcou 39 gols em partidas oficiais. Quem pode pará-lo?”, completou.
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Aproveitando a deixa, os jornalistas perguntaram ao comandante do Bayern se ele trocaria o polonês pelo português. No entanto, Heynckes não surpreendeu em sua resposta e voltou a exaltar seu camisa nove.
“É uma pergunta que não cabe. Eu e o Bayern estamos muito contentes com Lewandovski. Nos últimos anos, teve uma cota de gols enorme, é muito positivo, sempre rende, um jogador que faz tudo pelo futebol. E, sobretudo, se mantém em forma”, ressaltou.
Bayern e Real também se enfrentaram nas semifinais da edição passada da Liga dos Campeões. Melhor para os espanhóis, que, na ida, venceram por 2 a 1 na Alemanha e, na volta, por 4 a 2 na Espanha, em jogo que foi decidido na prorrogação. Cristiano Ronaldo foi responsável por cinco dos seis gols merengues nas duas partidas.
Em 2014, nas quartas de final, foram mais duas vitórias do time de Madrí. No Santiago Bernabéu, 1 a 0, gol de Benzema. Na volta, em Munique, o português brilhou e, com dois gols, comandou a goleada por 4 a 0.
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Dado o retrospecto, o Bayern terá a chance de se redimir e estragar o sonho do tricampeonato merengue. A luta por uma vaga na decisão da Liga dos Campeões começa a partir das 15h45 (no horário de Brasília) desta quarta-feira. A outra semifinal ocorre nesta terça, entre Liverpool e Roma, no mesmo horário. 

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Apostadores apontam Bayern como favorito diante do Real Madrid

Lewandowski é o artilheiro do Bayern (CHRISTOF STACHE/AFP)© Fornecido por Areté Editorial S/A Lewandowski é o  artilheiro do Bayern (CHRISTOF STACHE/AFP)
Uma semifinal com cara de final. Assim o confronto entre Bayern de Munique e Real Madrid, nesta quarta-feira, na Allianz Arena, pela Liga dos Campeões, é definido por muitos.
Dois dos mais tradicionais clubes europeus e com craques de primeiríssimo nível nos elencos, eles carregam toda uma história gloriosa na principal competição de clubes do planeta.
E vem a pergunta? Existe um favorito? Nas casas de apostas, existe sim.
De acordo com o site OddsShark.com/br, o Bayern de Munique entrará em campo como favorito, pagando R$ 2,02 para cada real apostado em caso de vitória. Já um triunfo do Real Madrid, embalado pela excelente fase de Cristiano Ronaldo, paga mais: R$ 3,60 / R$ 1,00. O empate garante retorno de R$ 3,50 por real investido.
Tudo o que precisa saber sobre os semifinalistas da  Liga dos Campeões
Quem levar a melhor neste confronto enfrentará na decisão do título o vencedor de Liverpool e Roma, algozes dos favoritos Manchester City e Barcelona, respectivamente. 
  
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Neymar vai ganhar sua própria série de animação

AdoroCinema© AdoroCinema AdoroCinema
Neymar Jr. não é mais apenas o nome do célebre jogador de futebol ou de sua marca registrada: agora também é o título de uma série animada. O camisa 10 da seleção brasileira e do Paris Saint-Germain é a estrela de Neymar Jr., seriado de 20 curtas de um minuto de duração que serão veiculados durante os intervalos comerciais das produções da Nickelodeon - o primeiro deve ir ao ar hoje, dia 24 de abril, às 17 horas.
© Fornecido por Adorocinema_pt-br
Ilustrado por Mauricio de Sousa, o criador da Turma da Mônica e desenhista que já transformou outros craques dos gramados em animações anteriormente - destaque para Ronaldo Fenômeno e Ronaldinho Gaúcho -, o seriado infantil Neymar Jr. adaptará os quadrinhos dedicados ao personagem para as telinhas e apresentará o jogador de futebol e seus amigos lutando para superar obstáculos e derrotar monstros gigantes.
E, para encerrar, uma dúvida: com todo o apoio, será que veremos Neymar vencendo Cristiano Ronaldo e Messi para conquistar a Bola de Ouro, o prêmio de melhor jogador de futebol do mundo, no mundo das animações? 

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Ceará Sporting Club Foram mais de 500 jogos como atléta,além de comandar o alvinegro em 41 oportunidades como treindor Em video,Ceará homenageia Dimas Filgueiras,que deixou o clube após 46 anos

 
Dimas Filgueiras (Foto: Arquivo/O POVO)
Uma história de dedicação e fidelidade dentro do Ceará foi encerrada nesta semana. No clube desde 1972, Dimas Filgueiras deixa o clube, após acumular passagens por diversos setores da instituição. Como atleta, foram mais de 500 jogos, além de ser técnico em 41 oportunidades. Nesta segunda-feira, 24, o ''Soldado Alvinegro'', como carinhosamente é chamado, acertou sua saída do clube após um acordo judicial com a diretoria. 
O anuncio foi feito pelo próprio presidente do Ceará, Robinson de Castro. ‘’Nós acertamos um acordo judicial homologado onde o Dimas dá uma quitação completa de tudo que o Ceará poderia lhe dever em nível de gratificação trabalhista. Também o certificamos de que os valores serão pagos rigorosamente em dia para dar uma segurança a ele e toda sua família. O Dimas não tem mais a saúde que tinha. É uma pessoa que terá sempre as portas abertas no clube para quando quiser estar’’, finalizou Robinson.
Conhecido como “Soldado Alvinegro” e “o zagueiro que parou Pelé”, Dimas foi o homem que esteve à frente do clube como técnico em momentos de mais precisão. Foi sob os seus comandos que em 1994 o Ceará foi vice-campeão da Copa do Brasil, garantindo vaga na Copa Conmebol do ano seguinte, e em 2010 garantiu classificação na Sul-americana de 2011.
Marcado na história
Dimas Filgueiras Filho, popularmente conhecido como Dimas Filgueiras, é ex-lateral esquerdo e zagueiro de Botafogo, Fortaleza e Ceará. Nascido na cidade do Rio de Janeiro no dia 13 de maio de 1944, Dimas iniciou sua carreira no brilhante e vitorioso Botafogo da década de 60, tendo a oportunidade de atuar ao lado de nomes como Garrincha, Nilton Santos e Zagallo.

Chegou ao futebol em 1971, para jogar no time do Fortaleza Esporte Clube. No ano seguinte, no entanto, acertou sua transferência para o maior rival do tricolor, o Ceará, clube no qual permaneceu como atleta até 1976. Mesmo deixando os gramados, Dimas seguiu trabalhando no Vozão, atuando nas mais diversas funções e tem seu nome cravado na história do clube como “Soldado Alvinegro”. 

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Como o Cartola FC instituiu uma nova forma de torcer no Brasileirão

Jogo começou sua nova temporada junto com a primeira rodada do Brasileirão, no último fim de semana.© Fornecido por El Pais Brasil Jogo começou sua nova  temporada junto com a primeira rodada do  Brasileirão, no último fim de semana.
Favoritos ao título, candidatos ao rebaixamento e prováveis surpresas são alguns dos temas que marcam o início do Campeonato Brasileiro, que deu a largada no último domingo, 15 de abril. Há alguns anos, se junta a eles também o Cartola FC, fantasy game – nome dado a jogos online onde participantes escalam equipes virtuais de jogadores reais – de futebol do Brasileirão lançado em 2005 pelo site globo.com. “Qual time será campeão?” é uma pergunta ouvida praticamente na mesma proporção de “Quais atacantes você escalou no Cartola?” desde que a brincadeira se tornou parte das discussões a respeito do campeonato. Ano passado, ficou evidente o sucesso quando o jogo alcançou a marca de mais de cinco milhões de usuários em todo o país.
A maneira de jogar com o Cartola é semelhante ao da maioria dos fantasy games do resto do mundo, como os famosos da Premier League e da Champions League. Nele, você escala, sempre antes da rodada, um time de 11 jogadores e mais o treinador, de acordo com o patrimônio do seu time – as chamadas cartoletas – e com a disponibilidade de atletas, que inclui todos os elencos 
de todos os times da primeira divisão. A pontuação dos escolhidos leva em conta o desempenho deles nos jogos da rodada, e a soma de todos resulta na pontuação da sua equipe. O critério para a pontuação é matemático: um gol dá oito pontos. Uma assistência, cinco. Já uma falta cometida tira meio ponto, enquanto um pênalti perdido, quatro – no total, são 18 possíveis pontuações, entre positivas e negativas. Os usuários ainda podem competir em ligas no formato de pontos corridos ou mata-mata. Algumas delas garantem prêmios por rodada, mensais, por turno e ao fim do campeonato.
“Comecei a jogar em 2009 e levo cada vez mais a sério. Quanto mais você joga, mais você aprende”, diz Thiago Freitas, advogado e campeão nacional do Cartola em 2016. Kleber Koch, assessor de imprensa e cartoleiro desde 2008, adota um discurso semelhante. “No começo era apenas brincadeira, mas depois passam a valer apostas. E acho que a gente acaba confundindo um pouco”, afirma, ressaltando que muitas vezes o desempenho dos atletas no jogo não traduz a realidade no campo. “Eu sou palmeirense e fiquei feliz quando o Palmeiras comprou o Vitor, lateral do Goiás, porque ele pontuava bem [dentro do Cartola].”
A plataforma onde se escolhe 11 jogadores e um treinador.© Fornecido por El Pais Brasil A plataforma onde  se escolhe 11 jogadores e um treinador.
Na vida real, porém, o jogador teve uma passagem apagada pelo alviverde, onde jogou entre 2010 e 2013. “Foi terrível no meu time”. Confusões como estas vieram à tona depois que o volante Elias, do Atlético-MG, disse, em tom de brincadeira, odiar o game em entrevista ao programa do Cartola FC. “O Cartola é a maior mentira do futebol. Às vezes o cara pontua menos porque tentou forçar um passe”, comentou. "Forçar um passe", na linguagem do boleiro, significa tentar uma jogada mais difícil, que ofereceria mais perigo ao adversário se fosse concretizada – ou seja, na visão do volante, o jogador é prejudicado pela sua ousadia. As cobranças excessivas se tornaram comuns aos atletas pelas redes sociais, onde são criticados pelo suposto mau desempenho, independentemente do resultado da equipe. “Acho que o pessoal passa um pouco dos limites”, opina Thiago. “O objetivo do jogador é ganhar o jogo para sua equipe, não fazer uma boa pontuação”.
Além de possíveis falsas impressões sobre jogadores, o Cartola também contribuiu para uma mudança do comportamento de muitos torcedores brasileiros que acompanham o principal campeonato do país. Afinal, de acordo com os jogos da rodada, o participante do game tem a opção de escolher jogadores de times rivais e até de adversários do próprio time. E, para ganhar aquela aposta com os amigos ou simplesmente ir bem numa rodada, é comum transferir a torcida para um rival ou contra a equipe de coração. “Torcer para outros times, inclusive rivais, acontece com praticamente todo mundo que joga. Acho uma parte muito boa do Cartola” diz Elias Medeiros, servidor público e cartoleiro desde 2015, que, no ano passado, ganhou a rodada 17 do fantasy, no final de julho, com Vanderlei (Santos), Cueva (São Paulo), Jean, Egídio, Luan, Guerra, Deyverson e Cuca (Palmeiras) no seu time, além de Balbuena e Jô. Elias torce para o Corinthians. “Queria ser melhor que meus amigos e tive que usar a razão. Sou corintiano e o Palmeiras era o favorito naquela rodada” – na vida real, o Palmeiras venceu o Avaí em casa por 2 a 0, em um jogo que teoricamente era mais fácil do que o Corinthians, que empatou contra o Flamengo; logo, se justificou a aposta do corintiano em palmeirenses. A vitória em campo ajudou os jogadores escolhidos por Elias a pontuarem mais.
Eis porque o jogo acabou ganhando tanta relevância entre torcedores. “Acredito que muda a forma como o público torce”, comenta Thiago Freitas. “Não acho que chega a torcer para o rival, mas imagina se escala o goleiro dele. Se toma gol, tudo bem. Se não toma, tudo bem também”. Koch vai um pouco além. “A torcida ficou mais superficial. O esporte e o time perdem importância para a disputa individual que é o Cartola. Acho que isso se soma a outras mudanças, como a preferência pelos times estrangeiros e o jeito mais frio de se comportar em um estádio de futebol”.
Entretanto, o cartoleiro afirma que nunca torceu para rivais ou contra seu Palmeiras. “O que eu fiz uma vez foi escalar o time todo do Corinthians porque eu tinha muito azar no jogo. Deu certo, eles perderam para o Vitória [1 a 0 em Itaquera, jogo que marcou o fim da invencibilidade alvinegra no nacional de 2017]”. Freitas, gremista, já escalou jogadores do Inter, mas nunca contra o Grêmio. “É interessante porque, conversando com o Pedro Alves, campeão de 2017 e torcedor do Fluminense, ele também me contou que nunca escalou alguém [que jogaria] contra o Flu”.
Para os usuários, um ponto positivo do game é motivar o competidor a estar sempre atualizado a respeito de times e jogadores. “O Cartola te deixa mais antenado. Você enxerga jogadores de outra forma e eu gosto porque ele te faz acompanhar mais futebol”, diz Medeiros. Thiago Freitas completa: “O jogo muda muito o entendimento de quem acompanha sobre futebol. Isso te faz conhecer mais e deixa o Campeonato Brasileiro muito mais interessante”. 

 Varjota Esportes - Ce.           /            MSN. 

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