Continua estranha a situação de Maxi López no Vasco.
O jogador e seus representantes, segundo consta, negam que o atleta tenha pedido algo em torno de R$ 600 mil para renovar com o Vasco até 2021.
O compromisso atual vai até o fim do ano.
Aí, surpreendentemente, surge a notícia de que Maxi poderia ser poupado do jogo de sábado, de carnaval, contra o Boavista por causa de uma sinusite.
Então tá.
Isso sem contar com o desentendimento entre ele e o técnico Alberto Valentim no sábado passado quando Maxi não gostou de ser substituído por Ribamar no clássico contra o Botafogo.
O blog apurou na ocasião que existe forte pressão de agentes ligados ao presidente Alexandre Campello para que Ribamar seja titular.
Jogadores antes da partida contra o Bragantino, válida pela final do Campeonato Brasileiro de 1991. O São Paulo conquistou o terceiro título da sua história ao vencer por 1 a 0 e depois empatar por 0 a 0 (Foto: Acervo/Gazeta Press)
O dia oficial do #tbt (throwback thursday) já passou, mas nada melhor que relembrar dois momentos vividos pelo São Paulo que tiveram pela frente o Bragantino, adversário da equipe no próximo domingo, pela nona rodada do Campeonato Paulista de 2019.
Atualmente, ambos os times possuem dez pontos e assumem as terceiras posições de seus respectivos grupos, portanto, estão fora da zona de classificação para as quartas de final do torneio estadual. No entanto, a situação quase 28 anos atrás era bem diferente: São Paulo e Bragantino decidiram o Campeonato Brasileiro de 1991. Naquela época, o formato da disputa era de pontos corridos e, passada a primeira fase, os times se encontraram na grande final, com o Bragantino podendo realizar o segundo jogo em sua casa, pela melhor campanha.
Com Telê Santana no comando, o São Paulo abriu o placar aos quatro minutos do segundo tempo com Mario Tilico, gol que causou o furor de um Morumbi extremamente lotado – e que seria o gol do título mais tarde. Na volta, o empate por 0 a 0 garantiu o Brasileirão para o tricolor, que vinha de dois vices consecutivos, e a pequena fila de cinco anos aguardando um novo caneco acabou. Já o Bragantino, chegava à sua primeira decisão e, até hoje, não possui um Brasileiro na estante.
Porém, nem tudo são flores para a equipe da capital. Em 2014, Bragantino e São Paulo se enfrentaram pela Copa do Brasil e uma certa “revanche” foi aplicada: pela terceira fase, o time do interior conseguiu reverter o placar de 2 a 1 que havia sido conquistado pelos tricolores e fez 3 a 1 no jogo de volta, em um episódio que é considerado, por muitos, vexatório na história vencedora do clube.
Naquela época, o time de Bragança estava na zona de rebaixamento da Série B do Brasileirão, mas, mesmo assim, em pleno Morumbi, conseguiu vencer saindo atrás do placar. Paulo Miranda fez o seu, mas Cesinha, Gustavo e Guilherme converteram para os visitantes, e a vaga das oitavas de final escapuliu das mãos do time comandado por Muricy Ramalho. Na fase seguinte, o Massa Bruta foi eliminado pelo Corinthians, enquanto o São Paulo, até hoje, não conquistou uma Copa do Brasil.
O Bragantino recebe o tricolor no próximo domingo, dia 3 de março, no Estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista, pela nona rodada do Campeonato Paulista. Uma provável escalação do técnico interino Vagner Mancini tem: Tiago Volpi; Arboleda, Anderson Martins e Bruno Alves; Igor Vinicius, Luan, Hernanes (Nenê) e Léo; Helinho, Antony e Pablo.
O clima entre Corinthians e Romero azedou de vez. Depois de uma pequena aproximação, clube e jogador voltaram à estaca zero e as conversas sobre uma eventual renovação do vínculo estão literalmente paradas.
Romero entende que a relação realmente se desgastou e não está mais disposto a sequer participar das reuniões. Os dirigentes alvinegros também não escondem mais a insatisfação com a novela que se criou sobre o tema.
Nas últimas semanas, não houve qualquer evolução. Bruno Paiva, representante da OTB, empresa que negocia em nome do paraguaio, é quem está à frente nas tratativas, mas o clube garante que nem mesmo a postura firme do empresário é o maior empecilho.
Ángel Romero tem contrato até julho com o Corinthians (Foto: Sergio Barzagui/Gazeta Press)
Apesar de Romero garantir que sua prioridade é chegar a um acordo para a extensão do contrato, os cartolas estão convencidos de que o artilheiro da Arena Corinthians não pretende renovar.
O argumento corintiano se baseia nas seguidas recusas de Romero sobre as ofertas colocadas à mesa e na falta de contrapropostas por parte do atleta que ao menos se aproximem da pretensão do clube. Há mais um ano ambos tentam entrar em um consenso e até agora nem chegaram perto disso.
A comissão cobrada pela OTB e o valor das luvas, uma espécie de prêmio pela assinatura do contrato, dificultam o acerto. As luvas têm relação direta com Romero, por isso o Corinthians não culpa apenas o empresário Bruno Paiva pelo cenário construído.
Romero ganha em dólar. Convertendo para a moeda brasileira, a proposta corintiana consiste em pagar R$ 430 mil por mês ao atleta, o que representa um acréscimo de aproximadamente R$ 15 mil em relação ao seu atual salário. O salário, no entanto, nunca foi problema.
Mesmo assim, ninguém decidiu desistir do negócio, ao menos por enquanto. Em julho vence o atual contrato e o Corinthians ainda terá outra pendência a resolver. Afinal, o clube recebeu Romero em 2014 e até agora não desembolsou nada. À época, o Corinthians se comprometeu a ressarcir o empresário Beto Rappa ao fim do vínculo do atleta (julho desse ano), caso o jogador não fosse vendido.
Beto Rappa pagou 3 milhões de dólares (R$ 6,7 milhões, na ocasião) para tirar Romero do Cerro Porteño-PAR. Com o valor corrigido, como prevê o contrato, o Corinthians deve pouco mais de $ 11 milhões ao empresário.
O Libertad está classificado para a fase de grupos da Libertadores. Na noite desta quinta-feira, o time paraguaio foi derrotado no tempo normal por 1 a 0 pelo Atlético Nacional, mas levou a melhor nos pênaltis.
Com a vaga, o clube de Assunção está no grupo H ao lado de Grêmio, Rosario Central e Universidad Católica, o seu adversário de estreia.
O duelo O primeiro tempo teve o domínio do Atlético Nacional. O time colombiano era todo pressão e tentava de todas as maneiras abrir o placar nos primeiros minutos.
Apesar da superioridade, a melhor oportunidade veio em cobrança de falta. Daniel Bocanegra bateu falta da entrada da área e Martín Silva fez ótima defesa.
Hernán Barcos, que pouco aproveitava os levantamentos na grande área, conseguiu levar a melhor em cruzamento da direita, dominou no peito e cruzou na medida para Lucumí que completou para o gol, 1 a 0.
No segundo tempo o panorama do confronto mudou. O Libertad saiu para buscar o empate e explorava as jogadas laterais. Na chance mais clara, Ayrton Cougo bateu cruzado e Cuadrado salvou o Nacional.
Com a pressão paraguaia, o time comandado por Paulo Autuori diminuiu o ritmo e começou a “cozinhar” o confronto. Mesmo sem descer tanto ao ataque, Palacios quase fez o segundo do Nacional. Em jogada individual, o lateral-direito chamou a marcação para dançar, aproveitou Martín Silva adiantado e carimbou a trave.
Pênaltis Na marca da cal, o Libertad foi perfeito. O time paraguaio acertou as cinco cobranças. Já o Atlético Nacional acertou quatro e viu Bocanegra chutar o seu pênalti para fora.
Nove dias depois de Manny Machado fechar com o San Diego Padres e assinar o maior contrato de um agente livre na história dos esportes americanos, outro recorde semelhante foi alcançado por um jogador da MLB (principal liga de beisebol do mundo) nesta quarta-feira.
Disputado entre Yankees, Dodgers e Giants, Bryce Harper assinou com o Philadelphia Phillies e firmou o maior contrato em termos de dinheiro total na história da liga norte-americana: serão 330 milhões de dólares (cerca de R$ 1,24 bilhão) a serem recebidos ao longo de 13 anos.
O acordo é o maior da história das ligas americanas (MLB, NFL, NBA, NHL e MLS).
Previamente, o maior contrato da história dos esportes norte-americanos pertencia a Giancarlo Stanton. Em 2014, o defensor externo assinou extensão com o Miami Marlins no valor de 325 milhões de dólares em 13 anos. Desde então, Stanton foi eleito o melhor jogador da conferência em 2017 e negociado com o New York Yankees ao final da temporada.
Everson tem impressionado o técnico Jorge Sampaoli no dia a dia de treinamentos noSantos. A boa atuação no clássico contra o Palmeiras ratificou a avaliação positiva do argentino.
O desempenho fez com que o goleiro “ganhasse” um rodízio no Peixe. Ele será titular, a princípio, na Copa do Brasil, com Vanderlei no Campeonato Paulista e Campeonato Brasileiro.
“Joga contra o América-RN (dia 7, no Pacaembu) e depois deve seguir na Copa do Brasil (se o Santos avançar). Vanderlei fica no Campeonato Brasileiro e Campeonato Paulista”, disse o preparador de goleiros Arzul, à Gazeta Esportiva.
Sampaoli acredita que, além do rendimento similar debaixo das traves, Everson tem mais a oferecer que Vanderlei ao sistema de jogo. O atual titular tem melhorado com a bola nos pés, mas, na visão do treinador, o reserva faz isso naturalmente, sem grande esforço.
A comissão técnica viu falha de Vanderlei no gol da classificação do River Plate-URU na Sul-Americana, na última terça-feira. Diego Pituca perde a bola na frente e cede o contra-ataque, a defesa se posiciona mal e Da Luz sai sozinho. O camisa 1 não estava adiantado, titubeou, demorou a sair e foi facilmente driblado.
Contra o Palmeiras, Everson atuou quase como um líbero no segundo tempo, liberando Yuri, até então um terceiro zagueiro, para o meio-campo. A sugestão foi dada pelo próprio goleiro a Sampaoli. A leitura tática agradou ao comandante.
“Foi uma questão tática, gostamos da saída de três e Yuri estava afundado e eu acabava apertado. Falei para o Yuri adiantar e eu fazer o terceiro homem, e ele concordou. Yuri foi flutuar e eu fiz o terceiro homem com a bola nos pés”, disse o goleiro na ocasião.
Sampaoli sabe da idolatria de Vanderlei e dá tempo ao goleiro para evoluir em mais fundamentos, porém, já analisa a vaga de titular para Everson em um futuro próximo. Se assim for, o camisa 1 ficaria com as partidas de mata-mata.
O brasileiro ex-campeão peso meio-pesado e campeão do GP peso pesado do UFC Vitor Belfort, que atualmente tem 41 anos de idade, assinou com a maior organização asiática de MMA na atualidade, o ONE Championship, evento que tem como CEO, Chatri Sityodtong.
O próprio Chatri Sityodtong, através de um comunicado oficial, noticiou a contratação de Vitor Belfort por sua franquia de MMA.
“É com enorme prazer e honra que eu dou as boas-vindas a Vitor Belfort à família do ONE Championship. Vitor é sem dúvida um dos maiores nomes nas artes marciais mistas. Ele é uma lenda por todo o mundo, e nós estamos entusiasmados em tê-lo aqui conforme o ONE expande para a América do Sul. Campeão mundial em múltiplas divisões de peso, Vitor é uma adição gigantesca ao nosso elenco de atletas de elite do ONE Championship. Mal posso esperar para ver sua potência explosiva e seus nocautes empolgantes dentro do cage do ONE”, declarou.
Vitor Belfort, que não luta na Ásia desde o ano de 2006, quando Kazuo Takahashi pelo Pride, também em um comunicado oficial feito pelo ONE Championship, falou sobre ter sido contratado.
“Estou neste esporte desde os 19 anos de idade, e tive a felicidade de testemunhar seu crescimento e evolução na primeira fileira. Sou grato a muitas pessoas por esta oportunidade incrível (…) ONE Championship é a casa das artes marciais, e eu planejo me tornar campeão mundial do ONE frente a alguns dos melhores fãs de artes marciais do mundo”.
Vitor Belfort havia se aposentado do MMA após ser brutalmente nocauteado pelo também brasileiro e ex-campeão peso meio-pesado do UFC Lyoto Machida (atualmente no plantel do Bellator) em duelo que foi realizado no card do UFC 224, que aconteceu em maio de 2018. O fenômeno não tem data e nem adversário definidos para a estreia.