Se Barcelona quiser Neymar, terá que pagar R$ 1 bilhão ao PSG, diz jornal

Neymar em partida do PSG contra o Bordeaux © Getty Images Neymar em partida do PSG contra o Bordeaux
Um eventual retorno de Neymar ao Barcelona parece algo complicado para o momento, uma vez que o Paris Saint-Germain até estaria disposto a negociar o atacante, mas seria por 175 milhões de euros (R$ 1,004 bilhão na cotação atual) em cash. As informações foram publicadas pelo jornal Sport nesta quarta-feira.
De acordo com a publicação, antes da crise do coronavírus, o plano dos catalães era contar tanto com o craque do Paris Saint-Germain quanto com Lautaro Martínez. O veículo aponta que a contratação do argentino é prioritária ao clube azul-grená e “tudo aponta” que será feita nas próximas semanas.
“O Barça, por enquanto, decidiu esfriar as conversas. Não planejam fazer uma oferta, porque o único dinheiro disponível está reservado já para a contratação de Lautaro”, diz o texto.
Sport ainda aponta que, apesar de o PSG estar disposto a negociar Neymar, o clube não tem interesse em nenhuma peça do elenco do Barcelona quanto a uma eventual troca. 

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Fim da espera! Jorge Jesus aceita renovar com o Flamengo até 2021

 
Alívio e euforia. Estes são os sentimentos do torcedor do Flamengo, cujo clube chegou a um acordo para a renovação do contrato de Jorge Jesus. Agora, o novo vínculo do treinador irá até junho de 2021 - e deve ser anunciado oficialmente em breve. O anterior, cabe destacar, expiraria no dia 19 deste mês.
Jesus foi anunciado pelo Flamengo em 1º de junho de 2019. E o treinador possui uma curiosidade neste período em que está à frente do clube carioca: soma mais taças levantadas, cinco, ao todo, do que derrotas (quatro).
Para manter o técnico mais vitorioso dos últimos anos no Flamengo, o Rubro-Negro vinha lidando as conversas pela renovação do português com cautela, ciente de que o contrato do treinador expiraria em breve e utilizando o tempo a seu favor, nos moldes da novela Gabigol.
A duração do novo acordo vinha sendo um dos entraves nas conversas, já que o Flamengo desejava, desde o início, estender o contrato até dezembro de 2021 - que é quando encerra a gestão de Rodolfo Landim. Mas o escopo inicial não foi alcançado.
Os valores de bonificações atreladas às conquistas e cláusulas para a sua saída, como ofertas de clubes pré-determinados da Europa, também estavam em pauta, sobretudo após a pandemia do novo coronavírus, que fez com que Jesus abrisse mão da pedida inicial, tendo em vista recente a alta do euro.
Pelo bem da Nação, Jesus ficou.  
NÚMEROS DE JESUS PELO FLAMENGO
Jogos: 52
Vitórias: 39
Empates: 9
Derrotas: 4
​Aproveitamento: 81%
Títulos: 5 (Copa Libertadores, Campeonato Brasileiro, Supercopa do Brasil, Recopa Sul-Americana e Taça Guanabara).
CURIOSIDADES DE JESUS PELO FLAMENGO
- Jesus soma mais taças levantadas (cinco) do que derrotas (quatro), que ocorreram diante de Emelec (Libertadores), Bahia (Brasileiro), Santos (Brasileiro) e Liverpool (Mundial de Clubes).
- Jesus está invicto em clássicos. Em sete confronto ante os arquirrivais, são seis vitórias e um empate. O aproveitamento, neste recorte, é de 90,5%.
- O Mister também está invicto no Maracanã. Na casa rubro-negra, em 27 jogos por lá, são 24 vitórias e três empates - um incrível aproveitamento de 93%.  

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Atos de torcidas são nacionais, imprevisíveis e impulsionados por crises política e sanitária no Brasil, dizem pesquisadores

Membro da Rede Interamericana de Desenvolvimento e Profissionalização Policial, (Redpol), Leandro Piquet ainda defende a atuação da polícia contra os torcedores no último domingo. Ele disse que a tropa conteve quem 'estava mais preparado para o conflito' © Pam Santos / @soupamsantos Membro da Rede Interamericana de Desenvolvimento e Profissionalização Policial, (Redpol), Leandro Piquet ainda defende a atuação da polícia contra os torcedores no último domingo. Ele disse que a tropa conteve quem 'estava mais preparado para o conflito'
Das arquibancadas de estádios de futebol para as ruas. No domingo, integrantes de torcidas organizadas entraram em confronto com a Polícia Militar durante um protesto pela democracia na avenida Paulista, em São Paulo.
As imagens dos policiais jogando bombas de gás contra os torcedores, que responderam com pedras, foram transmitidas à exaustão por redes de TV. A polícia argumentou que usou armas não letais para evitar que o grupo se aproximasse de outro grupo que protestava a favor do presidente Jair Bolsonaro na mesma avenida. 
Mas o que teria levado torcedores a fazer uma manifestação política?
A BBC News Brasil ouviu cientistas sociais e também um dos fundadores da Gaviões da Fiel, uma das torcidas que estavam na manifestação.
Leandro Piquet, professor do Instituto de Relações Internacionais da USP, disse que a atuação política de torcidas organizadas já ocorreu outras vezes. E cita como exemplos os atos das Diretas Já e a Democracia Corinthiana, na década de 1980. E também constantes protestos contra investigados na Máfia das Merendas, em São Paulo.
O pesquisador afirmou que não é possível prever se os protestos vão crescer ou ganhar a adesão de outros grupos. Para ele, a manifestação foi espontânea e linear, assim como protestos que ocorrem na Europa, mas que os torcedores devem perder o protagonismo caso o movimento cresça.
"Os 'coletes amarelos' na França também surgiram assim. Ninguém sabe o que acontece, como aparece, mas é uma parte constante da mobilização popular e as redes sociais facilitam. Eu acho que as torcidas não vão liderar os protestos pela democracia, mas elas encontraram o bom momento de começar", afirmou. 
Habituados ao confronto
No domingo, um grupo de torcedores organizados do Flamengo impediu um ato a favor do presidente Jair Bolsonaro no Rio.
No Rio Grande do Sul, torcedores de Grêmio e Internacional também se uniram por três vezes no mês de maio para impedir protestos que pediam um golpe militar no Brasil e a favor do governo.
Há três semanas, torcedores da Gaviões da Fiel, que possui mais de 120 mil sócios, também já haviam impedido que uma manifestação que pedia golpe militar no Brasil ocorresse na avenida Paulista. O grupo de corintianos carregava uma faixa com a frase "Somos democracia".
Para o professor da USP, as torcidas organizadas levam vantagem em protestos de rua, pois têm costume de entrar em confrontos com a Polícia Militar e outras torcidas rivais.
"A torcida tem esse espírito do guerreiro, do conflito. Os torcedores têm uma disposição maior para o confronto. São geralmente homens jovens que vivem essa emoção constantemente. Eles têm disciplina, tática e uma coesão muito bem montada", afirmou o professor.
Por outro lado, Piquet diz que as torcidas podem ter sua imagem prejudicada caso haja a presença de black blocs e anarquistas — conhecidos por usar a tática da violência e destruição de patrimônio — nos próximos protestos.
"A esquerda no Brasil nunca foi genuinamente violenta como em países nossos vizinhos, como Chile, Bolívia, Paraguai. Essa violência pode prejudicar o movimento, assim como atrapalhou em 2013. Quando isso ocorreu, a pauta original sumiu. Era pela redução do passe dos ônibus, virou algo contra tudo e estamos vivendo até hoje as consequências. O ideal seria tentar controlar qualquer forma de violência porque isso só afasta o eleitor médio e faz gerar suspeitas", afirmou o professor.
Para ele, o isolamento social e a falta de jogos de futebol durante a pandemia também alavancaram a mobilização dos torcedores. "Estão carentes de ver um oponente, de montar uma coalizão e, por que não, entrar em confronto?", disse.
O cientista político e pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco, em Pernambuco, Túlio Velho Barreto, estuda sociologia do futebol há 20 anos e disse que o isolamento por conta da pandemia pode ter sido um dos fatores determinantes para eclodir os protestos.
"Essas torcidas estão sem a atividade que elas exercem duas vezes por semana. Essa ausência de eventos contribuiu para que elas fossem levadas para as ruas. Elas buscam chamar atenção e hoje há um certo vazio causado pela falta de jogos. Ela precisa se manter em atividade para continuar seu protagonismo e encontrou isso na política", disse.
Membro da Rede Interamericana de Desenvolvimento e Profissionalização Policial, (Redpol), Leandro Piquet ainda defende a atuação da polícia contra os torcedores no último domingo. Ele disse que a tropa conteve quem "estava mais preparado para o conflito".
"Foi oportuna e correta a ação, pois o policiamento de desordem é tático e visa a separar. A mobilização da torcida é muito maior que esses grupos de direita. A torcida sabe como espalhar o oponente e atacar alvos vulneráveis porque são especialistas nisso. Dizer que a polícia escolheu lado é falta de responsabilidade. Parece que a polícia tem simpatia por grupos neonazistas, quando o comandante só quer separar e acabar com aquilo. E acaba indo para o lado mais forte", afirmou.

Defesa da democracia

Chico Malfitani, um dos fundadores da Gaviões da Fiel, disse à BBC News Brasil que a torcida participou do protesto porque tem a ideologia de defesa da democracia desde a sua fundação, em 1969.
"Fomos fundados na ditadura militar com o objetivo de fazer um movimento de dentro da torcida para dentro do clube para derrubar a ditadura que existia lá. Conseguimos isso nas eleições seguintes. A Gaviões sempre participou de campanhas políticas. O que a gente quer dizer dessa vez é que esses (manifestantes) contra a Constituição são minoria. A rua não é de vocês e vai ter luta", afirmou.
Segundo ele, a Gaviões da Fiel não tomou uma posição oficial sobre os protestos, pois o conselho deliberativo composto por 34 pessoas está paralisado por conta da pandemia. Malfitani afirmou que as manifestações foram organizadas de maneira autônoma por membros mais jovens da torcida.
"A juventude está sentindo na pele os efeitos dessa crise, com um governo sem propostas para a área da saúde. Doze torcedores da Gaviões morreram de covid-19. O que o governo federal oferece para a gente? Não tem proposta. Ele só está preocupado em defender a família dele", disse o fundador da Gaviões, que disse ter ido à manifestação e ter sentido orgulho da mobilização dos torcedores mais jovens.
Com 69 anos de idade, Malfitani disse que protestos como o que ocorreu no último domingo são muitas vezes criminalizados porque irritam "pessoas que ficam dentro de carro com ar-condicionado pedindo para voltar ao trabalho. Mas na verdade é o trabalhador que pega o trem e o ônibus lotado para morrer de covid".
'A Gaviões sempre participou de campanhas políticas. O que a gente quer dizer dessa vez é que esses (manifestantes) contra a Constituição são minoria. A rua não é de vocês e vai ter luta', diz Chico Malfitani, um dos fundadores da organizada
© Pam Santos / @soupamsantos
 'A Gaviões sempre participou de campanhas políticas. O que a gente quer dizer dessa vez é que esses (manifestantes) contra a Constituição são minoria. A rua não é de vocês e vai ter luta', diz Chico Malfitani, um dos fundadores da organizada
Para ele, a violência policial nos protestos é usada apenas contra os mais pobres.
"Quando a confusão aconteceu, 90% dos torcedores organizados já tinham saído da Paulista. Quantas bombas foram jogadas contra um protesto que exibia um símbolo nazista e bandeira da Ucrânia ao lado do nosso? A gente teve diálogo com a polícia. Saímos no horário combinado e na direção contrária porque se a gente se encontrasse com o outro grupo não daria nem briga, seria um massacre. Mas essa não era nossa intenção. Era apenas dar uma lição de como o país precisa se unir pela democracia."
Ele cita que a confusão começou após a provocação de manifestantes pró-Bolsonaro, que foram até eles com armas brancas — como um taco de baseball exibido por emissoras de TV — e símbolos nazistas. Malfitani acredita que os protestos não devem crescer e que o último serviu como "um grito de alerta de que somos maioria e não podemos ver nosso país afundar".
Mestre em ciência política pela universidade de Pernambuco, Túlio Velho Barreto diz que esses movimentos de torcidas têm uma grande facilidade de se mobilizar e são imprevisíveis.
"Eles são grupamentos organizados com pessoas que conversam, debatem, buscam afinidade e isso é muito mais fácil para se mobilizar do que pessoas soltas. Nas manifestações que ocorreram no Rio Grande do Sul, chegaram a questionar se os torcedores unidos de Grêmio e Internacional eram pessoas infiltradas querendo causar confusão, mas depois confirmaram que eram torcidas organizadas rivais do mesmo lado de uma luta", afirmou.
Para ele, os protestos no Brasil também podem ter ganhado fôlego com a escalada de atos nos Estados Unidos após um homem negro ter sido morto sufocado durante a abordagem de um policial branco.
"Os que combatem o Trump lá são os contra o Bolsonaro aqui. As formas de agir são as mesmas e as bandeiras também. Aqui no Brasil também há um descrédito na oposição, que não consegue confrontar a direita de Bolsonaro no poder e agora as torcidas organizadas se tornaram uma motivação", afirmou.
O pesquisador da Fundação Joaquim Nabuco afirmou que há três possíveis cenários que podem ocorrer nos próximos protestos desse tipo no Brasil. O primeiro é um possível recuo dos apoiadores de Bolsonaro causar também um recuo das torcidas.
Mas ele afirma que os torcedores também podem interpretar a vitória como um sinal de que podem ir mais longe num embate contra o governo. E, por fim, os grupos de direita também podem se organizar para um confronto contra os torcedores.
A BBC News Brasil apurou que torcidas organizadas já marcaram ao menos 14 manifestações antifascistas para o próximo domingo em diversas regiões do país. 

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Goiás confirma venda de Léo Sena, que deve assinar com Atlético ainda nesta semana

Goiás confirma venda de Léo Sena, que deve assinar com Atlético ainda nesta semana © Goiás/ Divulgação Goiás confirma venda de Léo Sena, que deve assinar com Atlético ainda nesta semana
O Goiás confirmou nesta terça-feira (2) que chegou a um acordo com o Atlético Mineiro para o meia Léo Sena ir para Belo Horizonte. O jogador deve assinar com os mineiros nos próximos dias. 
"Depois de várias semanas de conversação, idas e vindas, Goiás e Atlético-MG chegaram a um consenso. Agora o que precisa de fato é que seja consumada a negociação com a assinatura de contrato, o que ainda não aconteceu, mas que deve acontecer no decorrer desta semana", disse Marcelo Almeida, presidente do Esmeraldino, para a Globo
O contrato de Léo Sena em Goiânia ia até o final deste ano. Sem acordo por uma renovação, o Esmeraldino preferiu negociar o jogador para não ver o atleta sair de graça no fim do ano. 
Léo Sena tem 24 anos e fez 185 jogos e um gol com a camisa do Goiás, clube que defende profissionalmente desde 2016. O Galo aguarda o atleta para assinar ainda nesta semana. 

  
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Marco Aurélio Cunha deixa CBF para tentar ser presidente do São Paulo

Confederação Brasileira de Futebol confirmou nesta terça-feira que Marco Aurélio Cunha não é mais o coordenação das seleções brasileiras femininas. A saída ocorre após cinco anos e, segundo comunicado da CBF, em comum acordo. A entidade exalta que o dirigente teve atuação fundamental na reestruturação e consolidação da seleção e do futebol feminino no país. MAC vai concorrer ao cargo de presidente do São Paulo na eleição do final do ano.
"O Marco Aurélio fez um trabalho admirável no desenvolvimento do futebol feminino, que hoje é uma prioridade dentro da CBF. Fui testemunha de sua competência, dedicação e do seu comprometimento ao longo desses anos de convivência", afirmou o presidente da CBF, Rogério Caboclo, em comunicado da entidade.
Marco Aurélio Cunha deixa CBF para brigar pela presidência do São Paulo  © Lucas Figueiredo/Mowa Press/Divulgação Marco Aurélio Cunha deixa CBF para brigar pela presidência do São Paulo
"Sabemos que o Marco tem outros projetos e entendemos conjuntamente que havia chegado o momento dele sair. Fica o meu agradecimento, com a certeza de que suas qualidades pessoais e profissionais ficarão marcadas na seleção brasileira feminina", acrescentou Rogério Caboclo.
Projeto citado por Rogério Caboclo é buscar ser eleito presidente do São Paulo. A eleição acontece no final do ano. Atual mandatário, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, não pode tentar a reeleição.
Oficialmente, Marco Aurélio ainda não confirmou sua candidatura. O único candidato já confirmado é o ex-diretor de marketing Julio Casares, que tem apoio de grupos da situação e também da oposição, como o ex-presidente José Eduardo Mesquita Pimenta. O atual vice-presidente, Roberto Natel, é outro nome que surge entre os conselheiros para o pleito. Ele é rompido com Leco desde 2018. 

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Jogador do Botafogo acusa Maxi López de racismo: “Preto de me…”

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O caso teria ocorrido durante um clássico em 2019, pelo Campeonato Carioca
O zagueiro do Botafogo Marcelo Benevenuto acusou o atacante Maxi López de racismo durante uma partida pela Taça Rio de 2019 contra o Vasco, time em que o argentino atuava.
Marcelo afirmou que não comentou sobre o acontecido antes porque esperava encontrar o jogador em uma outra oportunidade, o que não foi possível, já que o atacante deixou o Vasco antes.
“Se o jogo não acaba eu seria expulso. Foi o jogo que eu fiz o gol até. O que eu mais queria era a oportunidade de jogar com ele de novo. Eu estava marcando ele, colado mesmo, marcando junto. Sem bater nem nada. Primeiro ele fez uma falta que me jogou no chão. Logo depois ele me xingou várias vezes. “Preto de merda, preto de merda”. Nossa senhora, na moral, respirei fundo, me controlando”, afirmou Canal do TF.
“Não falei nada porque queria encontrar ele em um próximo jogo contra eles, mas não aconteceu. Único cara escroto que joguei contra foi ele. Fiquei doido com ele, mas acabou que não fiz nada. Nem tinha falado nada com ninguém. Tentei ignorar, mas fiquei remoendo isso em casa por um tempão. Fiquei esperando jogar contra ele, mas ele saiu do Vasco”, completou.
Esse seria o segundo caso sobre racismo envolvendo Maxi no Brasil. Em 2009, quando o atacante atuava com a camisa do Grêmio, ele foi denunciado pelo então lateral do Cruzeiro Elicarlos, que afirmou que o argentino o teria chamado de “macaco”. No entanto, o jogador negou. 

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Gerente das categorias de base do Palmeiras relata dois casos de covid

 © Fornecido por Gazeta Esportiva
Palmeiras suspendeu as atividades de suas categorias de base na metade do último mês de março e, desde então, vem mantendo contato constante com os jogadores. À Gazeta Esportiva, João Paulo Sampaio, gerente do Centro de Formação de Atletas, relatou dois casos de covid-19 entre os jovens.
Um dos jogadores defende a equipe sub-16 e perdeu a avó para a doença causada pelo coronavírus, enquanto o outro atua no time sub-20. João Paulo Sampaio preferiu manter a identidade dos garotos em sigilo e contou que ambos não chegaram a sofrer maiores complicações.
“Dois atletas da base pegaram, mas já estão recuperados. Inclusive, fizeram novos exames e comprovaram a cura. Eles tiveram perda de olfato, nada além disso. Não precisaram ser internados”, explicou o gerente da base em entrevista por telefone.
As famílias dos dois atletas diagnosticados com covid-19 foram orientadas e monitoradas pelo departamento médico do Palmeiras. O clube contribuiu financeiramente para o sepultamento da avó de um dos jovens e enviou uma coroa de flores.
A partir da categoria sub-14, os atletas têm acesso a plano de saúde oferecido pelo Palmeiras. Com as atividades interrompidas temporariamente pela pandemia, os jogadores da base vêm fazendo acompanhamento online com psicólogo, pedagogo, nutricionista e assistente social.
No último dia 13 de março, o Palmeiras decidiu suspender os trabalhos desenvolvidos na Academia de Futebol 2, localizada em Guarulhos. Inicialmente, foram paralisadas as atividades dos elencos sub-10, sub-11, sub-12, sub-13 e sub-14, condição estendida aos outros na mesma semana. 

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