Após resultado de exame, Testinha tem contrato renovado no Estrelão Jogador deve renovar o vínculo nesta quinta ou sexta-feira

Testinha deve renovar com o Rio Branco até sexta
(Foto: Nathacha Albuquerque)
O meio-campo Testinha ainda se recupera de uma contusão na panturrilha, mas o resultado de um exame deu à diretoria do Rio Branco a garantia de que não é nada grave e o jogador estará apto a jogar em breve. Com isso, as partes devem assinar a renovação de contrato nesta quinta ou sexta-feira.
- Fizemos esse exame com o Testinha e o resultado não deu nada. É uma lesão leve que ele está se recuperando e nós temos interesse em mantê-lo. É um pedido pessoal do nosso treinador (Álvaro Miguéis) – comentou Francisco Leal, presidente do Rio Branco.
Testinha volta a trabalhar no campo na última segunda-feira (10) e, segundo o fisioterapeuta Leyf Barros, deve retornar a treinar com bola nos próximos dias. O jogador, no entanto, desfalca o Estrelão na partida de estreia na Série C, nesta quinta-feira (13) contra o Fortaleza. 

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Maior artilheiro do JEC, Nardela diz que Lima passa marca em dois jogos Eterno ídolo do clube acredita que atual camisa 9 do JEC, que igualou seus 130 gols, quebre recorde em breve. 'Faz parte, marcas são atingidas, batidas'

Joinville com Nardela (Foto: Divulgação / Joinville EC)Nardela: segundo abaixo da esquerda para direita
(Foto: Divulgação / Joinville EC)
Na última terça-feira, o Joinville atingiu uma marca histórica: chegou à sua 1000ª vitória desde sua fundação, em 1976. O grande ídolo atual do JEC também fez história: ao anotar duas vezes na vitória por 3 a 1 sobre o Guaratinguetá, Lima chegou a 130 gols. O número iguala a marca de Nardela, maior ídolo da história do clube do Norte do estado, que dura 19 anos.
Ciente de que o recorde será batido em breve, o ex-jogador encara o fato de forma natural. Para ele, o futebol é assim, muda a cada momento, a cada ano. Por isso, admite: em breve, Lima será o maior artilheiro da história do Joinville, o que não tira seu brilho - Nardela é sete vezes campeão do Campeonato Catarinense, nas décadas de 1980 e 90.
- Encaro com muita naturalidade, faz parte, as marcas são atingidas e batidas. O futebol é muito dinâmico, é natural que isso aconteça em qualquer clube. O Lima empatou comigo e deve ultrapassar, ele está construindo uma história interessante no JEC. É fruto do seu trabalho, de seu faro de gol, é atacante, vive de gol. É importante que isso aconteça, todo clube precisa de ídolos, artilheiros, os jogadores são os artistas, que levam o clube a conquistas. O JEC pode se dar por satisfeito, porque ele é um grande artilheiro. Dá sua contribuição ao clube, e a consequência são vitórias e conquistas. O Lima está sendo bastante eficiente, e marca sua história no Joinville - comenta Nardela.
Se a espera em igualar o recorde de Nardela demorou vários anos, o aguardo em quebrar a marca pode durar apenas alguns dias. Até o 6 de julho, exatamente, data em que o JEC encara o Sport pela sétima rodada da Série B, que volta após o términa da Copa das Confederações.
- Ele com certeza, logo em seguida, vai marcar gols e me ultrapassar. Isso é questão de tempo, mais um, dois jogos, ele vai bater a minha marca. O jogador passa, faz parte da história, mas o clube fica. Tem que ser enaltecido, elogiado - diz o ex-jogador, que marcou seu último gol no dia 29 de abril de 1993, na vitória do Joinville por 4 a 2 sobre o Concórdia, fora de casa, pouco mais de um ano antes de encerrar sua carreira como profissional. 

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Jornal: Hulk aparece como opção para substituir Higuaín no Real Atacante estaria ainda na mira do Chelsea e deve deixar o Zenit

Titular na equipe de Felipão, Hulk pode se mudar
para o Real (Foto: Bruno Domingos / Mowa Press)
Titular no Brasil de Felipão, Hulk pode agora trocar o Zenit pelo Real Madrid, informou nesta quinta-feira o jornal espanhol "Sport". Alvo também do Chelsea, o atacante brasileiro chegaria para ocupar o possível espaço deixado pelo argentino Higuaín, que está negociando com o Juventus.
A negociação, porém, ainda depende do aval do presidente merengue, Florentino Pérez. Apesar de dar preferência normalmente a nomes mais midiáticos, o dirigente pode buscar o brasileiro por conta da falta de nomes disponíveis no mercado.
Os valores de uma possível transferência ainda não são claros. Mas o jornal espanhol fala em algo na casa dos 40 milhões de euros (R$ 115 milhões). Há uma temporada, ele deixou o Porto, clube pelo qual foi ídolo, por 45 milhões de euros (R$ 130 milhões). Na Rússia, no entanto, ele sofreu com os problemas de relacionamento e com a torcida local.
O empresário de Hulk, Juan Figer, inclusive, estaria na Europa para acertar o futuro do jogador, e o Real Madrid e o Chelsea seriam os destinos mais prováveis. Entretanto, o novo treinador da equipe inglesa, José Mourinho, já indicou que o uruguaio Cavani, do Napoli, é seu nome preferido para o setor.  

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Técnico do Taiti usa discurso realista: ‘Acho que não é possível vencer’ Ciente da superioridade dos adversários, Eddy Etaeta afirma que está feliz de poder enfrentar a Nigéria em um grande estádio e quer preparar futuro

Eddy Etaeta técnico do Taiti (Foto: Tarciso Badaró)Eddy Etaeta técnico do Taiti (Foto: Tarciso Badaró)
Desde que chegaram ao Brasil, os jogadores do Taiti adotaram um discurso otimista e bem humorado para falar dos jogos contra Nigéria, Espanha e Uruguai, adversários do time da Polinésia Francesa, formado apenas por um jogador profissional, e que participará da Copa das Confederações pela primeira vez. Alguns adotaram o ‘tudo é possível no futebol’. O treinador taitiano, Eddy Etaeta, no entanto, foi mais realista e admitiu: ‘Não acho que é possível vencer’.
- Eu acho que não é possível vencer a Nigéria. Eu sou realista. Mas queremos vencer. Estamos muito felizes de jogar contra a Nigéria em um grande estádio, na próxima semana. Nós sabemos, somos realistas de saber que vamos enfrentar a Espanha, campeã do Mundo, o Uruguai, campeão da América, e a Nigéria, campeã da África.
Para Etaeta, a participação dos taitianos em uma das competições internacionais mais importantes do mundo, no entanto, precisa ser um divisor de águas no país. A expectativa é que o futebol taitiano se desenvolva, se profissionalize nos próximos tempos. E, quem sabe, leve o Taiti a outro patamar dentro de alguns anos.
- Nós jogamos contra o Chile, e quando fomos para o estádio, meus jogadores chegaram a um grande estádio e disseram: ‘Uau, o que é isso? É loucura!’. Eu disse: ‘Ok. Eu prefiro perder agora de 7 a 0 para o Chile, e depois perder de menos para Espanha ou Uruguai. Se for três ou cinco, está bem. Nós estamos felizes de estar no Brasil para nos preparar para o futuro. É por isso que essa experiência é muito interessante para nós.
O Taiti estreia contra a Nigéria, nesta segunda-feira, às 16h (de Brasília), no Mineirão, em Belo Horizonte. Antes da participação na Copa das Confederações, os Guerreiros de Aço fizeram dois testes em solo sul-americano. Primeiro, foram derrotados por 7 a 0 para a seleção sub-20 do Chile. No último sábado, perderam para o América-MG, em jogo-treino: 1 a 0.  
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'Era mais gostoso jogar no Palmeiras do que na Seleção', diz Sampaio Capitão da conquista do Campeonato Paulista de 1993 relembra decisão contra o Corinthians: 'Aquele time jogava bonito, vencia e convencia'


header 20 anos do título paulistão 93  Palmeiras (Foto: arte esporte)

tenho mais vivo até hoje. Foi a realização de um sonho para mim. Mas no começo não foi fácil. Quando eu saí do Santos para o Palmeiras, lembro que teve uma reunião em casa e minha mãe falou que não era para eu ir, que a torcida quebrava tudo. Só minha avó me apoiou.
Quando cheguei ao clube, em 1991, teve um problema de afastamento de jogadores com o (técnico) Nelsinho (Andrei, Evair, Ivan e Jorginho), depois houve um episódio com o Marião (José Mário, preparador de goleiros), que foi ameaçado por torcedores armados na rua. Após um jogo contra a Ponte Preta, atiraram rojões na gente, em outro jogo contra o Flamengo também. O clima era muito hostil. A torcida estava impaciente e passando dos limites.
Passei por tudo isso. Saía dos jogos duas ou três horas depois, no carro da polícia. Mas em 1993 nós viramos essa página. O primeiro jogo (derrota para o Corinthians por 1 a 0) aumentou a expectativa. Mexeu muito com o nosso brio pela comemoração do Viola e pelas reportagens durante a semana. O Palmeiras vinha de um passado de sempre chegar e perder, um histórico de que o time amarelava em finais.
A torcida estava muito ansiosa para gritar. Os palmeirenses mereciam. E o time vencia e convencia. O nosso comprometimento era muito grande, mas tinha briga e sérios problemas toda semana. Só que quando a equipe entrava em campo eram todos vencedores mesmo. A união é muito importante para a sequência de um projeto.
Paulistão 1993 César Sampaio Viola Palmeiras Corinthians (Foto: Marcos Mendes / Agência Estado)César Sampaio disputa jogada com Viola na segunda final (Foto: Marcos Mendes / Agência Estado)
Depois da primeira partida, nós fomos para Atibaia. Lá no interior, afastados de tudo, nós dormíamos e acordávamos com o Corinthians na mente. Eu machuquei o tornozelo no primeiro jogo e só fui treinar na sexta-feira antes da segunda partida. Fiz uma infiltração na quinta à noite para treinar e jogar. O médico da seleção brasileira até me perguntou depois como eu tinha conseguido atuar naquele estado.
O Vanderlei fez uma preleção em que ele nem falou da parte tática ou técnica. Ele fez um levantamento das entrevistas, o Viola imitando o porco... E antes de subirmos para o campo, no túnel, o Evair pediu para todos olharem nos olhos dele e falou que quando todos voltassem para o vestiário seria com o título. Ele falava que quem não tivesse esse espírito não deveria subir a escada, que os problemas ficariam ali. Todos voltariam campeões.
Falam do José Aparecido,
mas nós atropelamos o Corinthians"
César Sampaio
No jogo, fomos bem superiores, não deixamos a equipe deles jogar. E se tem um gol de pé direito do Zinho é porque tinha de ser nosso mesmo. O chute de direita do Zinho era pior que o da minha filha (risos). Mas ele conseguiu colocar a bola no cantinho.
É lógico que qualquer vantagem em uma final é importante, mas o gol do Zinho não bateu o martelo. A jogada foi uma consequência da postura do time, que pressionou desde o começo e criou muitas chances. Naquele dia fizemos um dos melhores jogos nossos no campeonato.
Falam que o José Aparecido poderia ter expulsado o Edmundo no lance com o Paulo Sérgio, mas não pegou. E nós atropelamos o Corinthians dentro de campo.
Eu tinha um pacto com o Evair, sempre falava umas palavras para ele antes dos pênaltis. Mas nesse jogo, ele olhou para trás e ficou me procurando, mas eu não estava nem aí. Eu estava querendo ver o gol logo (risos). Mas falei de longe. O Evair batendo pênalti era 99% de êxito. Ele foi, bateu com aquela calma... De todas as conquistas que eu tive, essa foi a de maior expressão e mais inesquecível.
O Palmeiras foi o time de maior referência na década de 1990, não só de conquistas, mas de futebol bonito. Na época, eu estava na Seleção, mas era mais gostoso jogar pelo Palmeiras do que pela seleção brasileira.
César Sampaio foi dirigente do Palmeiras até
janeiro (Foto: Rafael Neddermeyer / Ag. Estado)
Quando o árbitro José Aparecido de Oliveira apitou o fim da partida, eu peguei a bola, coloquei por baixo da minha camisa e pensei em ir para o vestiário para guardá-la. Mas entrou um monte de gente, torcedor, rasgaram minha camisa, tiraram a minha chuteira... Na comemoração eu fiquei só de calção e meia, e a bola ficou pelo caminho. Quase fiquei pelado no gramado.
Aquele time, como o Flamengo da década de 1980, o São Paulo da mesma época, mostrou que era possível ganhar jogando bonito, para frente, com poucas faltas. É esse o futebol que o torcedor que ver em campo, um time de qualidade, sem frescura, sempre transformando a qualidade em gols.
É muito gostoso ver o jogo novamente. Eu tinha uma fita VHS e agora passei para DVD, e sempre assisto. Infelizmente, hoje não vemos mais tanta qualidade no futebol. Era uma qualidade transformando lances em gols e não jogando a bola para trás, dando chapéu e caneta. Nós tínhamos sempre o objetivo de atacar e fazer gol.
Ganhei 21 títulos na carreira, mas esse foi o mais importante e marcante da minha vida.
* César Sampaio, que hoje mora em Londres, na Inglaterra, fez este relato ao repórter Felipe Zito, especial para o GLOBOESPORTE.COM

Nota da redação: após perder o primeiro jogo por 1 a 0, o Palmeiras precisava vencer o segundo jogo (independentemente de placar) para levar a decisão à prorrogação. Quem vencesse no tempo extra seria campeão. Em caso de nova igualdade, pênaltis. O Verdão fez 3 a 0 no tempo normal e 1 a 0 nos 30 minutos adicionais.
time posado palmeiras corinthians final paulistão 1993 (Foto: Agência Gazeta Press)Palmeiras posa para foto antes do início da decisão. Time entrou para a história (Foto: Agência Gazeta Press   Varjota  Esportes - Ce.            /            Globoesporte
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Em tom de despedida do São Paulo, Luis Fabiano admite propostas Autor do gol do empate em 1 a 1 com o Grêmio no Sul, artilheiro ressalta o esforço que fez para retornar ao Morumbi e já fala em deixar o Tricolor


As declarações ainda no gramado da Arena do Grêmio indicam que Luis Fabiano está mesmo próximo de deixar o São Paulo. Autor do gol de empate em 1 a 1 no duelo desta quarta-feira, em Porto Alegre, pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, o atacante admitiu que tem recebido propostas desde que foi colocado no mercado. Ele avisou que alguma novidade pode surgir durante a pausa para a Copa das Confederações, pedindo pressa na definição do futuro para que as especulações não atrapalhem seu desempenho em campo.
- Todo mundo sabe o carinho que eu tenho pelo clube, o esforço que eu fiz para vir para cá. Mas a partir do momento em que você é colocado no mercado, existe o interesse de outras equipes. Ruim seria não ter ninguém e eu ficar largado (risos). Existem algumas coisas que de repente podem acontecer. Não sei se está perto ou distante, porque enquanto não assinar as coisas não acontecem, mas que existe a possibilidade, existe - afirmou o camisa 9, na saída do gramado.
Esta é a terceira passagem de Luis Fabiano pelo São Paulo. Depois de virar ídolo da torcida em 2001 e entre 2002 e 2004 (até ser vendido ao Porto, de Portugal), o atacante retornou ao clube no início de 2011. Na ocasião, diz ter descartado uma proposta financeiramente superior do Corinthians para jogar no Morumbi. Demorou meses para conseguir reestrear e desde então vive altos e baixos com diretoria e torcida.
Artilheiro do São Paulo em quase todas as competições que disputou, Luis Fabiano viu o tom das críticas aumentar com a eliminação na Taça Libertadores deste ano (torneio em que desfalcou o Tricolor por quatro jogos, devido a uma expulsão contra o Arsenal, no Pacaembu). Antes, já havia deixado a equipe na mão em decisões contra Santos, pela semifinal do Paulista de 2012, e Tigre, na final da Copa Sul-Americana. O presidente Juvenal Juvêncio admitiu que, se recebesse uma boa proposta, poderia negociá-lo. A declaração chateou o atleta.
Não quero prejudicar o São Paulo, mas não quero ser sempre o vilão de derrota, ouvir meu nome gritado no portão. É um desgaste muito grande, tem me incomodado. (As propostas) já estão nas mãos de quem manda"
Luis Fabiano
Desde a entrevista de Juvenal, o São Paulo recebeu propostas pelo goleador. Galatasaray, da Turquia, e Olympiakos, da Grécia, formalizaram ofertas entre € 4,5 milhões (R$ 12,7 milhões) e € 5 milhões (R$ 14 milhões), mas os valores ainda não empolgam a diretoria. Os cartolas esperam receber € 6 milhões (R$ 17 milhões), praticamente a mesma quantia que o clube pagou em março de 2011 para repatriar o atacante. Luis Fabiano pede que o desfecho da negociação - positivo ou negativo - aconteça logo.
- Não quero prejudicar o São Paulo, mas não quero ser sempre o vilão em derrotas, ouvir meu nome gritado no portão. É um desgaste muito grande, tem me incomodado. (As propostas) já estão nas mãos de quem manda. Espero que nessa folga tudo se resolva logo, porque já está me cansando. Não tem condição de ficar jogando com a cabeça em outro lugar - afirmou o artilheiro.
Luis Fabiano e Zé Roberto jogo Grêmio e São Paulo (Foto: Lucas Uebel / Site Oficial do Grêmio)Luis Fabiano no Sul: partida pode ter sido a última pelo Tricolor (Foto: Lucas Uebel / Site Oficial do Grêmio)           Varjota  Esportes - Ce.          /             Globoesporte

Cafu conversa com o Roma para ser olheiro da equipe na América do Sul Capitão do penta teria gostado da ideia de voltar a trabalhar no clube italiano

Cafu foi campeão italiano pelo Roma em 2001
(Foto: Agência Getty Images)
O capitão do penta, Cafu, pode voltar aoRoma. Segundo a imprensa italiana, o clube mostrou interesse em ter o brasileiro como uma espécie de olheiro. A missão do ex-lateral seria garimpar novos talentos pelos gramados da América do Sul para levar até a equipe romana.
Um dos protagonistas do título italiano de 2001, o último conquistado pelo Roma, Cafu reuniu-se com os dirigentes do clube em outubro do ano passado e, há cerca de duas semanas, viajou para a capital italiana, onde teve uma nova conversa e manifestou seu desejo de trabalhar na função.
Cafu vestiu a camisa do Roma entre 1997 e 2003, após se destacar pelo Palmeiras. Além do scudetto em 2001, Cafu conquistou a Supercopa da Itália nesse mesmo ano. Em 2003, após faturar o penta como capitão, se mudou para o Milan.
Tradicional reduto de brasileiros no futebol italiano, o Roma conta atualmente com alguns jogadores do futebol pentacampeão do mundo em seu elenco, como: os defensores Marquinhos, Leandro Castán e Dodô, além dos meio-campistas Taddei e Marquinho. 

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