Conmebol anuncia 4ª substituição em caso de prorrogação da final da Libertadores

 Grêmio Lanús Final Libertadores 2017© Gazeta Press Grêmio Lanús Final Libertadores 2017
A poucas horas para a grande final da Copa Libertadores da América, o duelo entre Grêmio e Lanús ganhou uma novidade. Conforme divulgou a CONMEBOL na tarde desta quarta-feira, se a decisão do campeão do torneio precisar de prorrogação, as equipes terão direito a realizar uma substituição a mais no tempo extra.
De acordo com o comunicado da confederação, emitido em seu site oficial, a decisão foi tomada após uma autorização da International Football Association Board Association (IFAB).
"Através de uma nota, a Direção de Competição da CONMEBOL informa às associações nacionais de Argentina (AFA) e Brasil (CBF) que, de acordo com o artigo 12.3 do regulamento da competição (CONMEBOL Libertadores Bridgestone), no caso da disputa de tempo extra na partida final, uma excepcional 4ª substituição poderá ser feita. A alteração no referido período estava sujeita a uma autorização do IFAB. É relatado nesta nota que esta autorização do IFAB foi recebida, portanto, uma quarta substituição é aprovada em caso de disputa do referido período", comunicou a CONMEBOL em seu site.
A partida entre Grêmio e Lanús, que decide a Copa Libertadores 2017, será disputada na noite desta quarta-feira, a partir das 21h45 (de Brasília), no estádio La Fortaleza, em Buenos Aíres, na Argentina. 

 Varjota Esportes - Ce.           /         MSN.

Exclusivo: as alegrias, as dores e os desafios de Follmann na vida após a tragédia

 © Fornecido por Goal.com
É uma manhã quente em Chapecó. O Sol brilha forte e o calor é daqueles insuportáveis. O dia, em compensação, é lindo. Céu azul e a tranquilidade da bela cidade do Oeste catarinense. A beleza parecia prever a felicidade que tomaria conta do município mais tarde, com a vitória da Chapecoense sobre o Vitória e a permanência garantida na Série A do Campeonato Brasileiro de 2018, coroando uma boa temporada de reconstrução.
A Arena Condá se preparava para o importante duelo que aconteceria mais tarde. Nos dias de jogos, os atletas normalmente ficam na concentração aguardando a partida, mas, nesta manhã, ao chegar na casa da Chape, vi um goleiro, mesmo sob o intenso calor, fazendo o duro e pesado treinamento para os jogadores da sua posição.
Não, não era Jandrei.
Jackson Follmann fazia todos os exercícios pedidos pelos treinadores. Era seu primeiro treinamento de goleiro desde a tragédia em 29 de novembro de 2016, que teve ele como um dos sobreviventes.
O sorriso de Follmann era daqueles contagiantes, de um lado ao outro da face. Ele parecia não se importar nem um pouco com o calor.
Após o fim do treinamento, ele sai de campo realizado.
Agora, ele já se importa com o calor. "Fala que nós vamos fazer a entrevista na sombra? Tá quente demais", diz.
Brincalhão, Follmann seca o suor do rosto e brinca com todos. Os treinadores, os seguranças, a equipe de comunicação da Chape e a reportagem da Goal Brasil. Ninguém escapa das piadas.
Simpático, ao contrário do que normalmente acontece, é ele quem puxa papo com o entrevistador. "Rapaz, você é de Minas, né? Já deu pra perceber pelo sotaque. Que saudades eu tenho de lá e de vocês (mineiros)", comenta, antes de conversar mais sobre outros assuntos e fazer novas piadas com os amigos.
Follmann é muito alegre, o tipo de pessoa que você gosta de ter por perto. Alto astral, adora uma brincadeira, uma resenha e sempre quer deixar o clima tranquilo e feliz.
Nesta quarta-feira (29) se completa um ano desde a triste tragédia que causou a morte de 71 pessoas, a maioria delas muito próximas de Follmann, e interrompeu o sonho dele, de seus companheiros e de várias pessoas espalhadas por todo o Brasil, que estavam encantadas com a Chape e sua fantástica história.
No meio da dor de perder vários amigos, ele, que salvou Alan Ruschel, perdeu sua perna, passou por cirurgias delicadas e precisou encerrar precocemente a sua carreira, mas ganhou uma segunda chance de viver. A ficha ainda não caiu, e vai demorar para cair, como ele admite, em entrevista exclusiva à Goal Brasil.
No entanto, convivendo com Follmann, se você não parar para pensar, nem parece que ele passou por tudo isso. Um exemplo para todos nós, o hoje embaixador da Chape seguiu em frente. O ex(?)-goleiro não se esquece e nunca vai se esquecer de tudo o que aconteceu e dos amigos que perdeu, mas é feliz e alegra e emociona quem tem a sorte de poder conviver com ele, ainda que por pouco tempo.
Na conversa com a reportagem, Follmann falou sobre sua vida no ano após a tragédia, a Chapecoense, o grande amigo Alan Ruschel, a dor da perda, o jogo que não aconteceu e seus planos para o futuro. Confira:
Como está sendo essa nova vida e esse ano que se passou da tragédia?
"A vida está sendo maravilhosa. Hoje eu sou um amputado com muito orgulho e faço inúmeras coisas. Jogo meu futebol, dirijo meu carro e pratico várias modalidades do esporte. Eu estou muito feliz e também pratico o dia a dia do clube e o dia a dia nos treinos, e isso me faz bem. É um momento de aprendizado, de aprender muitas coisas e eu estou indo em busca disso para logo ali na frente poder colocar em prática tudo o que eu aprendi junto com esses 12, 13 anos em que eu estive dentro do esporte nas quatro linhas."
Qual foi o seu momento mais feliz e especial neste ano?
"Foi o momento em que recebi e coloquei minha prótese, consegui ficar em pé e dei meus primeiros passos. Foi um momento único que não vai sair da minha cabeça, porque depois que eu perdi a minha perna, o meu grande sonho era poder voltar a ficar em pé e caminhar. Eu não lamentei muito o fato de ter perdido a minha perna e a minha carreira ter acabado."
"O que eu mais lamentei foi ter perdido os meus amigos, como não poderia ser diferente. Teria sido injusto eu ficar reclamando de outras coisas. Eu ganhei uma segunda chance e foi um milagre de Deus. E eu me lembro de olhar para o lado depois de colocar a minha prótese e ver os meus pais e a minha esposa felizes da vida. Essa imagem nunca vai sair da minha cabeça. É a imagem mais linda que já vi. É um momento que eu nunca vou esquecer."
O que mudou na sua vida e no seu modo de ser depois da tragédia?
"Eu vejo as coisas simples da vida e valorizo muito o dia de hoje. Não que antes eu não valorizasse, mas existem coisas que passam despercebidas pela gente e fazem uma falta muito grande. Eu percebi isso no momento em que estava na UTI dos hospitais. Hoje eu valorizo as coisas simples da vida como o simples fato de você poder ir ao banheiro, estar com a sua família e poder abraçar a sua família, a sua esposa e os seus amigos em pé. Isso me fez uma falta muito grande. Hoje eu valorizo muito tudo isso e vivo muito o dia de hoje."
Quem conhece e vive a Chapecoense de perto logo nota que se trata de um time diferente em todos os aspectos. O que a Chape tem de diferente em relação aos outros clubes?
"A Chape é um clube que valoriza muito não só o atleta, mas também a família, e isso é muito importante no futebol, onde você vive sempre longe da família e das pessoas próximas. A Chapecoense valoriza isso. A Chape valoriza você, valoriza sua esposa, seus filhos e seus pais. Isso é um diferencial do clube, que é um clube família. E Chapecó é uma cidade maravilhosa para criar seus filhos. Você pode levar seus filhos para a escola e para o supermercado caminhando tranquilamente. A segurança aqui é muito boa e a cidade é maravilhosa."
Quero que você fale um pouco do Alan Ruschel, seu amigão de longa data. Como é o relacionamento com ele e vocês dois estarem juntos agora após sobreviverem?
"Cara, nós temos uma amizade muito grande, de mais de dez anos. Nós jogamos juntos na base do Juventude. Ele é um irmão querido que o futebol me deu. Temos uma amizade verdadeira e muito bacana. O fato de termos sobrevivido juntos é um milagre de Deus. Nós nos ajudamos muito. O Neto e o Alan se tornaram grandes irmãos e a gente sabe que precisa do apoio um do outro."
"O Alan é uma pessoa sensacional, que está sempre com um sorriso no rosto. Não tem tempo ruim com ele. Ele é um grande irmão que a vida me deu. A gente queria que o milagre que aconteceu com nós acontecesse com todos. A gente não pode fugir disso. Mas são coisas que... fogem da gente. Mas o Alan é um grande amigo e irmão que eu amo muito."
Como foi ver o gol dele contra a Roma, o primeiro gol dele depois de tudo que aconteceu?
"Foi um momento ímpar. Poder estar presente no primeiro gol dele depois de tudo o que aconteceu foi um momento mágico e único que vai ficar marcado para o resto das nossas vidas. Foi muito emocionante poder acompanhar e viver esse momento junto com ele. Com certeza foi um dia histórico para todos nós. O Alan é um cara sensacional, que dispensa comentários."
Você chamou o Ruschel para sentar com você no avião, não foi?
"O Cadu (Gaúcho), que era nosso gerente de futebol, foi para o fundo do avião e pediu para os jogadores irem para a frente e deixarem o fundo do avião para a imprensa. Mas o Alan só quis pular um banco. Como te disse, nós somos amigos faz mais de dez anos, e eu chamo ele de 'Rato'. Aí eu chamei ele para sentar comigo, para a gente ficar conversando e escutar música juntos. Eu pedi umas três vezes, até que ele veio sentar no meu lado. Isso foi uns 15, 20 minutos antes de tudo acontecer."
"Mas foi Deus quem me usou para chamar o Alan. Como eu te falo, tudo passa por Deus. Eu não salvei a vida de ninguém, Deus me usou. É o destino. Deus já planejou tudo. Como eu te falei antes, a gente queria que o milagre fosse para todos, mas são coisas que passam das nossas mãos (pausa). Não somos nós que iremos fazer diferente. Claro que poderia ter sido evitado, mas naquele momento foi Deus quem me usou para salvar o Alan."
Em 2016, a Chape foi campeã estadual, fez uma campanha épica na Sul-americana e garantiu a permanência na Série A no ano seguinte. Neste ano, manteve o título catarinense, foi bem nos torneios continentais e seguirá na elite brasileira em 2018. Qual é o sentimento de ver a Chape viver uma boa temporada e manter o nível?
"Eu só não gosto de comparar, porque o passado não tem comparação, mas a crescente é muito boa, tanto do clube quanto dos atletas. O trabalho dos atletas e do pessoal que atua nos bastidores tem sido muito bem feito, e a Chapecoense manteve seus pés no chão. O clube nunca deu um passo maior que a perna e fugiu das suas condições financeiras. Esse é o diferencial do clube e que bom que o clube continuou crescendo e com os pés no chão. O clube e a cidade de Chapecó, que sofreu e ainda sofre muito com tudo o que aconteceu, merecem isso e ganham muito com isso."
Você já se pegou imaginando a partida que não aconteceu?
"Poucas vezes. Se eu te falar que nunca imaginei eu vou estar mentindo. Com certeza eu já imaginei a gente entrando em campo contra o Atlético Nacional, principalmente naquela partida na Colômbia. Eu já imaginei a gente fazendo um excelente jogo, como de costume. Nós éramos uma equipe muito forte fora de casa."
"Às vezes eu tenho esses pensamentos e essas imaginações, e é uma imaginação saudável e um pensamento bom. A saudade é eterna, vai ficar para sempre. Eu só peço a Deus que todos os nossos irmãos possam estar bem lá em cima e sempre olhando por nós."
Já caiu a ficha de você ter sobrevivido, ser um milagre e estar seguindo em frente?
"Cara... É difícil. Eu não fico me perguntando o motivo de eu ter sobrevivido... Eu só agradeço a Deus por ele ter me dado essa oportunidade e essa segunda chance de viver. Eu procuro aproveitar sempre o dia a dia e o dia de hoje, e sempre poder ajudar o próximo e acrescentar algo na vida das pessoas, porque eu acho que a gente (os sobreviventes da tragédia) ficou aqui para isso também."
"A gente vê isso no dia a dia. As pessoas dão palavras de conforto e falam que a gente, por um simples fato ou gesto, mudou a vida das pessoas, e o que você puder fazer de positivo na vida das pessoas nos deixam muito felizes. A ficha vai demorar para cair. Foi um milagre de Deus. Não dá para fugir disso, porque se você pegar as imagens e tudo o que aconteceu, vai dizer que ninguém iria estar vivo, então, eu procuro sempre agradecer."
Você já foi comentarista e fez outras coisas neste último ano. Quais são os seus próximos passos e o que você pretende fazer daqui em diante?
"Crescer junto com o clube e dentro do clube como profissional. Agora, fora das quatro linhas, mas envolvido nos jogos e no dia a dia do clube. Eu quero fazer curso de gestão e me tornar um gestor dentro do clube. Claro que com o seu devido tempo e lugar, mas é um momento de aprendizado e, como eu te falei, eu quero crescer muito junto com o clube." 

  Varjota Esportes - Ce.          /          MSN.

Roger não garante Borja, Felipe Melo e nem ninguém como titular do Palmeiras: 'Se fizer isso, perco os outros 28'

Roger Machado Apresentação Palmeiras 29/11/2017 
O Palmeiras apresentou nesta quarta-feira o técnico Roger Machado, que assumirá o comando do time a partir de 2018.
Em sua primeira entrevista, ele se apresentou, prometeu briga por títulos e disse que o elenco para o ano que vem já está quase pronto.
"O Palmeiras sempre vai brigar por títulos, e a construção de uma equipes vitoriosa passa por ter jogadores de qualidade. Hoje, a gente tem 90% do elenco formado, e as prospecções que estamos fazendo para o próximo ano certamente serão do nível dos que estão aqui, para que a gente possa cumprir a maratona de competições importantes do ano que vem", afirmou.
"O objetivo é conquistar títulos à altura do clube. A gente começa o planejamento cedo, definindo a pré-temporada, o grupo de trabalho, o elenco, os jogadores que voltam de empréstimo serão avaliados para ver se permanecem, para que em janeiro a gente possa iniciar essa preparação e já no primeiro jogo a gente consiga mostrar o porquê da contratação desses jogadores e da escolha do meu nome como treinador do Palmeiras em 2018", acrescentou.
Questionado se iria manter o trabalho de Alberto Valentim, com Borja e Felipe Melo titulares da equipe, ou se imaginava um time mais parecido com o de Cuca, com a dupla no banco, ele preferiu não dar certezas de nada. 
 Roger Machado Apresentação Palmeiras 29/11/2017
 "Se afirmar que eles serão titulares, eu perco os outros 28 (jogadores) do meu elenco. Preciso ter um time competitivo e para levar os 11 melhores para dentro de campo eu tenho que dizer aos 30 que eles estão todos aptos a jogar, e quem estiver em melhor forma e melhor momento vai estar dentro de campo", salientou.
"Os problemas do passado ficam no passado. É um começo novo, diferente, e não dá para relacionar as coisas de 2017 com o ano que vem. 2018 vai começar do zero, com novo comandante, e tenho certeza que estaremos todos engajados em fazer o Palmeiras vencer", bradou.
Quanto ao seu estilo, o novo comandante prometeu unir resultado ao "jogo bonito", como em seus primeiros tempos de Grêmio. 
Roger Machado Apresentação Palmeiras 29/11/2017
  
"Como treinador, você sempre busca o resultado. Mas, para mim, tão importante quanto o resultado é como você alcança isso, fazendo com que o time não perca a beleza do jogo. Tem que se preocupar com a estética do jogo, porque o torcedor merece um time competitivo, mas que saiba jogar futebol", ressaltou.
"A crítica sobre o jogo que tento fazer é que quero criar um futebol moderno. Discordo dela, porque o que eu desejo é voltar ao passado. Se você pegar a Academia do Palmeiras, do Ademir da Guia, dos grandes craques do passado, verá que tínhamos um tipo de jogo bonito e competitivo", prosseguiu.
"O jogo bonito e competitivo sempre foi a origem do futebol brasileiro, da nossa arte e nosso jeito de jogar. Em alguns momentos a gente perdeu isso, e é o que eu desejo resgatar", concluiu.
O comandante ainda garantiu ser "cascudo" o bastante para aguentar a pressão no Palestra Itália depois de um ano cercado de muita expectativa, mas que terminou sem a conquista de nenhum título.
"A pressão é inerente ao tamanho do clube e à paixão dessa torcida. Vocês (jornalistas) são pressionados, o centroavante que perde gol é pressionado, o goleiro que leva frango é pressionado, o torcedor é pressionado pelos outros porque não ganhou títulos... Mas estou há bastante tempo no futebol, e cada vez mais 'cascudo'. Tenho consciência plena desta pressão, mas estou muito motivado para trabalhar aqui", assegurou. 

  Varjota Esportes - Ce.           /            MSN.

Após decisão do STJD, Ponte pode perder até 30 mandos de campo

 © Fornecido por Fundação Cásper Líbero
Não bastasse a confirmação do rebaixamento para a Série B do Campeonato Brasileiro, a maré de má sorte continua pairando sobre a Ponte Preta. Após uma série de decisões do STJD referentes à partida que selou o rebaixamento da equipe campineira, a Macaca se vê diante da possibilidade de perder até 30 mandos de campo.
Isso porque o clube, com base no Código Brasileiro de Justiça Desportiva, foi denunciado nos artigos 211 (deixar de manter o local que tenha indicado para realização do evento com infraestrutura necessária a assegurar plena garantia e segurança para sua realização) e 213, nos incisos I, II e III (por não prevenir e reprimir desordem, invasão e lançamento de objetos).
Como o artigo 213 possui os três incisos, a Ponte pode perder até 30 mandos de campo, 10 correspondentes à infração cometida em cada uma das três cláusulas. O julgamento que definirá o caso será realizado na próxima segunda-feira, pela comissão disciplinar do STJD.
Outras decisões da entidade com relação ao clube envolvem a interdição por tempo indeterminado do Moisés Lucarelli, casa da Macaca, o impedimento dos torcedores da Ponte Preta em comparecerem ao último jogo da equipe na temporada, contra o Vasco, e a denúncia do zagueiro Rodrigo, que pode pegar até seis jogos de suspensão. 
STJD denuncia zagueiro Rodrigo
Em uma série de decisões referentes à partida que selou o rebaixamento da Ponte Preta, em derrota para o Vitória, o STJD anunciou, nesta quarta-feira, a interdição do Moisés Lucarelli, palco da partida, que sofreu com uma invasão de campo por parte dos torcedores da Macaca, além de denunciar o zagueiro Rodrigo e negar uma liminar que pedia a não-homologação do resultado do confronto.
Sobre o estádio, o Superior Tribunal de Justiça Desportiva concedeu a liminar que previa sua interdição sem data de validade, até que a equipe campineira consiga comprovar que o Moisés Lucarelli tem condições de garantir plena segurança e comprove os requerimentos da estrutura necessária, com a liberação ocorrendo apenas após uma vistoria da Confederação Brasileira de Futebol.
Além disso, os pontepretanos também não poderão comparecer ao último jogo da equipe no Campeonato Brasileiro, contra o Vasco em São Januário, já que, para o presidente do STJD, Ronaldo Piacente, há um “iminente risco de violência”. Com isso, não serão disponibilizados ingressos para a torcida visitante no confronto.
Em outra decisão, o zagueiro Rodrigo, que causou uma confusão no jogo ao “dedar” o adversário Santiago Tréllez nas nádegas, sendo expulso e dificultando a situação da Ponte Preta na partida, foi denunciado pelo tribunal por conduta antidesportiva, podendo pegar uma suspensão de até seis jogos.
O jogador foi enquadrado no artigo 258 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, com julgamento previsto para a próxima segunda-feira.
Por fim, o presidente do órgão tribunal negou liminar que requeria a não-homologação do resultado da partida, o que causaria uma mudança no placar, que terminou em 3 a 2 para os baianos: caso o pedido procedesse, o marcador ficaria em 3 a 0, podendo causar alterações na tabela do Campeonato Brasileiro. Ronaldo Piacente não viu a Ponte Preta como causadora da interrupção da partida.
Entretanto, a comissão disciplinar da entidade ainda irá julgar o caso, também na próxima segunda-feira, podendo alterar o resultado final do confronto. 

Varjota Esportes - Ce.           /          MSN.

Torcida pede reforços como “Pato ou Lucas Moura” e títulos em 2018

 © Fornecido por Gazeta Esportiva
Atendendo a um pedido da Independente, maior organizada do clube, a diretoria do São Paulo abriu os portões do CCT da Barra Funda na tarde desta quarta-feira para realizar uma reunião de aproximadamente duas horas com cerca de 20 torcedores.
Estiveram na reunião, além do presidente Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, e o diretor-executivo de futebol Vinicius Pinotti, uma comissão com membros de uniformizadas, torcedores “comuns” e dez tricolores escolhidos pela Independente.
Eles foram formalizar aos dirigentes algumas reivindicações já apresentadas em comunicado oficial divulgado no último domingo. Entre elas estão a manutenção dos preços populares de ingressos em 2018 e a permanência de jogadores considerados fundamentais na equipe, como Jucilei, Hernanes, Cueva, Rodrigo Caio e Marcos Guilherme.
Também solicitaram transparência das contas e da situação financeira do clube, a utilização do novo estatuto de forma correta e um “marketing forte”, cujo plano de sócios possibilite que o Morumbi lote mais vezes no ano que vem.
Em frente ao CT, os torcedores mostraram um material contendo outras exigências. Destacam-se: contratações de reforços de peso, como Alexandre Pato e Lucas Moura, dois laterais, dois atacantes, um goleiro para fazer concorrência com Sidão, um superintendente de futebol, acordos com Kaká e Diego Lugano, o fim do desmanche no decorrer da temporada, a utilização das categorias de base e a manutenção da atual comissão técnica.
Após a reunião, os torcedores não concederam entrevista à imprensa e os dirigentes também não se manifestarão sobre o encontro.
Esta é a segunda vez em 2017 que a cúpula tricolor aceita abrir o CCT da Barra Funda para ouvir cobranças. Em setembro, quando a equipe brigava desesperadamente contra o rebaixamento no Campeonato Brasileiro, dirigentes, jogadores e comissão técnica se reuniram com torcedores, que haviam prometido fazer novas reivindicações após o time garantir a permanência na Série A.
O diálogo com membros de torcidas organizadas representa hesitação por parte do presidente Leco. Após a invasão ao CT em agosto de 2016, quando jogadores foram agredidos e materiais esportivos roubados, o mandatário são-paulino havia sinalizado com o rompimento na relação com esses grupos.
Veja o conteúdo do material levado pelos torcedores à reunião:
Fizemos uma fusão dessas duas reuniões e transcrevemos abaixo nossas exigências, opiniões e cobranças:
1) Estatuto
– Deve ser utilizado da melhor maneira possível, com contratação de profissionais com notável saber em suas especialidades, colocando metas a serem atingidas para cada diretor remunerado, tratando o futebol de forma profissional.
– Respeitar a profissionalização dos cargos diretorivos, deirando de lado nomeações pessoas e políticas. O SPFC não pode ser utilizado para benefícios pessoais e políticos.
– Abertura de votos para sócios e não apenas para conselheiros.
2 ) Transparência no departamento financeiro
– Divulgação trimestral de todas as contas do clube, de maneira transparente e de fácil visualização por parte do torcedor, aumentando a confiabilidade da diretoria junto ao torcedor e, principalmente, aos investidores que queiram formalizar parceiros com o clube.
– Queremos saber em detalhes a destinação dos R$ 170.000.000,00 em vendas realizadas esse ano.
– Quanto da dívida foi abatida com essas receitas e quanto é a dívida atual.
3) Marketing e estratégias inteligentes
– Entendemos que a terceirização do departamento de marketing é o caminho, com metas a serem buscadas e resultados alcançados.
– Não podemos aceitar um diretor ou gerente que não seja referência no mercado e muito menos amadores gerindo esse departamento, com salários de profissionais de ponta.
– O plano de Sócios Torcedores está abandonado e os benefícios quase não existem, sendo uma forte ferramenta de receita do clube. Qual o projeto para o próximo ano?
– Busca por melhores patrocínios e valorização da marca, pois somos a terceira torcida do Brasil em quantidade de pessoas e a primeira no quesito apoio ao time.
– Manutenção de ingressos a preços mais acessíveis, para fortalecermos o novo modelo de torcida que conseguimos implantar nesse ano.
– Tentativa junto ao Ministério Público da volta de venda de ingressos de arquibancada nas bilheterias, pelo menos para os setores mais populares, mesclando a venda online e a venda na bilheteria.
– Aumentar o tempo de permanência do torcedor dentro do estádio (antes e depois da partida), com tudo o que o Morumbi possa oferecer, transformando a partida em um grande evento.
– Aumentar o número de lojas e serviços dentro do Morumbi, com maior quantidade de produtos oficiais ou licenciados pelo clube, para que tenhamos uma fidelização da marca e um ótimo retorno financeiro. Hoje quase não vemos no mercado produtos oficiais do São Paulo Futebol Clube.
– Diversificar as praças de alimentação no estádio, com mais variedades e opções.
– Reforma parcial do Morumbi (cobertura e aproximação do campo).
4 ) Contratações
– Contratação de laterais.
– Contratação de 1 goleiro, para que ocorra uma concorrência saudável com o atual titular.
– Contratação de mais um meio campista, visto que Cueva servirá a seleção de seu país.
– Contratação de mais dois atacantes.
– Contratação de dois jogadores de renome, como Lucas Moura e Alexandre Pato.
– Manutenção dos principais jogadores (Sidão, Arboleda, Rodrigo Caio, Militão, Jucilei, Hernanes, Petros, Pratto e Marcos Guilherme).
5) Embaixadas são paulinas
– Aprovação e efetivação das embaixadas são-paulinas em outros estados.
– Aprovação do projeto “Embaixadas”, buscando fomentar/fortalecer a torcida são-paulina fora do estado de SP, com incrível potencial de ganho atra´ves dessa fomentação da marca São Paulo Futebol Clube, Sócio Torcedor, além de servir de base de apoio do clube.
6) Situações futuras envolvendo Diego Lugano e Kaká
– Que seja feito um acordo com esses ídolos, levando em conta a consideração à imagem deles perante à torcida e o benefício que o clube possa ter com isso (tanto técnico, como financeiro).
7) Utilização da base de Cotia
– Melhor organização sobre vendas prematuras e sem sentido (observar o lado técnico do jogador e seu possível futuro no clube).
– Além do aspecto financeiro que Cotia nos rende, temos que ter em mente a questão técnica e os títulos que essas joias podem nos trazer. O equilíbrio é fundamental, algo não demonstrado esse ano.
– Retorno e reavaliações de jogadores emprestados.
– Estreitar a relação Barra Funda/Cotia.
– Empréstimos de jogadores para outros times com o intuito de aprimoramento técnico dos mesmos, bem como, diminuição de custos salariais ao São Paulo Futebol Clube.
8) Alterações no departamento de futebol
– Contratação de um gestor ou superintendente de futebol
– Contratação de um coordenador técnico, com capacitação profissional que o cargo exige
– Sugestões de nomes que poderiam compor esses cargos: Leonardo, Lugano, Pintado, Raí e Muricy.
9) Planejamento para 2018
– Manutenção da equipe titular e comissão técnica.
– Contratações pontuais como supracitados no tópico 1
– Utilização da base como supracitado no tópico 6
– Respeitar o torcedor e expor a situação financeira com frequência
– Queremos transparência na gestão
Presidente, iremos monitorar todas essas solicitações e queremos um retorno de todos os itens. Não deixaremos isso ser engavetado e não mais permitiremos amadorismo no SPFC. Chega de lutarmos na parte de baixo da tabela. Queremos e exigiremos títulos!
São Paulo, 29 de novembro de 2017 

  Varjota Esportes - Ce.           /         MSN.

Meio-campista Edinho negocia volta ao Fortaleza; empresário do atleta está na cidade

 
  
FUTEBOL  
Edinho, em março de 2013, já vestia a camisa do Fortaleza. Ele foi revelado na base tricolor. (Foto: Gabriel Gonçalves/OPOVO)
Em 2014 Edinho chamou atenção no Fortaleza. Então com 19 anos, o jogador anotou 12 gols na temporada, levando em conta jogos do Campeonato Cearense e da Série C.
Negociado, Edinho passou a rodar pelo Brasil, sem o mesmo desempenho e por várias oportunidades o Fortaleza tentou trazê-lo de volta. No período, passou por seis times em três anos, ou seja, dois por ano, um completo exagero: Avaí, Paysandu, Mogi Mirim, Guarani, Ituano e CSA. Nesse período fez 14 gols.
O empresário do atleta está em Fortaleza. Edinho casou recentemente e quer voltar a morar na cidade. O clube entende que o jogador, veloz e ainda muito jovem, pode ajudar e se encaixar no esquema de Rogério Ceni. 

  Varjota Esportes - Ce.            /         O  Povo.

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