Copa América Relembre oito jogos inesquecíveis entre Brasil x Argentina

Paysandu e Ypiranga empatam e embolam Grupo B da Série C

© Fornecido por Fundação Cásper Líbero
Campeonato Brasileiro Série C trouxe apenas um jogo e nenhum gol nesta sexta-feira, pela décima rodada. Em Belém, no Estádio Leônidas Sodré de Castro, o Curuzu, Paysandu-PA e Ypiranga-RS empataram por 0 a 0 e embolaram ainda mais o equilibrado Grupo B da competição.
Disponível para iOS e Android: Microsoft News
Com a igualdade, ambos os times perderam a chance de assumir a liderança da chave – os líderes Juventude-RS e Remo-PA somam 15 pontos. O Papão chegou a 14 pontos e fica na quarta posição. Já o Ypiranga foi a 13 pontos e, caso vencesse, também assumiria a ponta pelo saldo de gols.
As duas equipes voltam a campo pela 11ª rodada da Série C no próximo fim de semana. O Ypiranga é o primeiro a jogar e recebe o lanterna Atlético Acreano no sábado (6 de julho). No domingo, o Paysandu tem confronto direto contra o Tombense-MG fora de casa.
Os mais de sete mil pagantes no Curuzu viram um Paysandu no ataque, porém sem eficiência. O time da casa não conseguiu transformar o volume de jogo em gols e foi ameaçado pela chance mais perigosa da primeira etapa. Aos 34 minutos, o Ypiranga quase abriu o placar quando Marco Antônio fez grande jogada e finalizou com muito perigo.
Na etapa final, foi o Paysandu que chegou perto do gol. Aos dez minutos, Elielton finalizou e o zagueiro Renato, do Ypiranga, desviou de cabeça na pequena área, mantendo o placar zerado. Já aos 36 e 37 minutos, o goleiro visitante Deivity operou dois milagres em sequência e evitou a derrota do time gaúcho. 

 Varjota Esportes - Ce.          /             MSN.

Chile domina no tempo normal, para no VAR e vence a Colômbia nos pênaltis

© Foto: Fernando Dantas/Gazeta Press
O Chile derrotou a Colômbia nos pênaltis na noite desta sexta-feira, na Arena Corinthians, em duelo válido pelas quartas de final da Copa América. Com bom nível técnico dos dois lados, mas um Chile muito superior e gols anulados de Aránguiz e Vidal, ambos pelo VAR, mantiveram o placar em 0 a 0 no tempo normal. Nas penalidades, o único que não converteu foi o colombiano Tesillo, na quinta batida colombiana, abrindo caminho para Alexis Sánchez fechar a conta.
Disponível para iOS e Android: Templates - App Microsoft Notícias (for spotlight promo)
O vencedor agora espera a definição do seu adversário para saber quem enfrenta na semifinal, na quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), na Arena do Grêmio. Postulantes à vaga, Uruguai e Peru se enfrentam neste sábado, às 16h (de Brasília), na Fonte Nova, em Salvador.
Jogo movimentado e VAR acionado
O primeiro tempo em Itaquera foi bastante movimentado. Impulsionado pela cantoria da torcida, se não maioria mais barulhenta, o time da Colômbia marcou pressão e dominou os primeiros dez minutos, sempre rondando a área adversária. A primeira chance de perigo, porém, veio na escapada dos chilenos. Rápidos, os andinos desceram pela direita e Fuenzalida cruzou para Aránguiz desviar na primeira trave, obrigando Ospina a fazer grande defesa.
Pouco depois, Vidal acionou Alexis Sánchez na esquerda, Beausejour fez a ultrapassagem, recebeu e cruzou rasteiro. Sánchez e Ospina não se entenderam, o goleiro soltou a bola e Aránguiz tocou para o gol. A bola passou da linha o bastante para a festa dos chilenos, que não durou muito. Após aviso do VAR, o árbitro Nestor Pitana marcou impedimento de Alexis no início da jogada, frustrando os atuais bicampeões.
Mesmo com o baque, o Chile continuou sendo mais perigoso que a Colômbia, sustentando seu jogo principalmente na dupla Aránguiz e Vidal. Pressionada sempre que pegava a bola, a Colômbia só conseguiu aumentar o volume da sua torcida ao pressionar a saída rival, forçando alguns chutes tortos de Medel e Arias. Chance de gol, porém, só mesmo com Vidal, chutando de esquerda após passe de Alexis rente à trave de Ospina.
Mais Chile e mais VAR
A etapa final teve um ritmo mais cadenciado a partir dos dez minutos, com os times aparentemente dosando forças para evitar que faltasse gás na parte final do jogo. Quem não entrou nesse esquema foi Cuadrado, incansável tanto na marcação quanto no ataque e responsável pela primeira chance de gol. Ao receber na direita, porém, ele chutou mal, para fora. A escapada foi um breve lampejo colombiano em meio ao domínio chileno.
Depois de mais um bom lance pela esquerda, o time de Reinaldo Rueda abriu o placar mais uma vez aos 25 minutos, quando Vidal aproveitou sobra na área e bateu cruzado. Assim como no primeiro tempo, porém, o VAR viu uma irregularidade: Maripan, que dominou a bola antes do chute, deixou a redonda bater no seu braço. O duelo seguiu 0 a 0, com os treinadores acionando o banco de reservas em busca de mudanças.
O jogo ganhou contornos mais tensos devido à falta de gols. Muito superior, o Chile tratou de não se descuidar na defesa e, mesmo com as entradas de Cardona e Zapata na Colômbia, deixou Arias com o uniforme limpo na Arena. A equipe, no entanto, só conseguiu levar perigo outra vez no que seria um golaço de Alexis Sánchez, que tentou encobrir Ospina e viu o colombiano se recuperar a tempo. A decisão, então, ficou para os pênaltis.
FICHA TÉCNICA
COLÔMBIA 0 (4) x (5) 0 CHILE
Local: Arena Corinthians, em São Paulo (SP)
Data: 28 de junho de 2019, sexta-feira
Horário: 20 horas (de Brasília)
Árbitro: Nestor Pitana (ARG)
Assistentes: Hernan Maidana (ARG) e Juan P. Belatti (ARG)
VAR: Fernando Rapallini (ARG)
Público: 41.692 pagantes
Renda: R$ 8.971.600,00
Cartões amarelos: Medina, Cuadrado, James Rodríguez (Colômbia); Aránguiz, Vidal (Chile)
Pênaltis:
COLÔMBIA: James Rodríguez, Cardona, Cuadrado, Mina,
CHILE: Vidal, Vargas, Pulgar, Aránguiz, Alexis Sánchez
COLÔMBIA: Ospina; Medina, Mina, Davinson Sánchez e Tesillo; Barrios, Uribe (Cardona) e Cuadrado; James Rodríguez, Falcao Garcia (Zapata) e Martínez (Luis Díaz)
Técnico: Carlos Queiroz
CHILE: Arias; Isla, Medel, Maripán e Beausejour; Pulgar, Aránguiz e Vidal; Fuenzalida (Pavez), Vargas e Alexis Sánchez

Técnico: Reinaldo Rueda 

 Varjota Esportes - Ce.         /             MSN.

Copa América: Técnico da Argentina, Scaloni elogia Cebolinha, mas não teme surpresas de Tite e projeta: 'Messi é Messi'

Scaloni durante a partida entre Argentina e Venezuela© Gustavo Ortiz/Jam Media/Getty Images Scaloni durante a partida entre Argentina e Venezuela
Lionel Scaloni estava sorridente ao chegar à sala de mídia do Maracanã para falar com os jornalistas após a Argentina eliminar a Venezuela (venceu por 2 a 0) e confirmar a classificação para a semifinal da Copa América. Pudera. Ele tirou um peso. Estava pressionado pela campanha fraca na primeira fase. Mas não teve muito tempo de respirar. Os jornalistas queriam saber quais as projeções dele para o duelo com o Brasil na próxima terça, em Belo Horizonte.
Disponível para iOS e Android: Templates - App Microsoft Notícias (for spotlight promo)
"O que nos preocupa é a semifinal em si. Claro que o Brasil é um rival importante, mas creio que não é isso que nos fará dar algo a mais. Vamos fazer nossa partida e competir como fizemos nas últimas. Hoje em dia, com todos os olhos voltados para as equipes, é difícil alguém surpreender. Anos atrás até era, mas hoje não e isso não nos preocupa", disse o treinador da argentina em uma das primeiras perguntas.
"O que eu vi do Brasil nesta Copa América é o mesmo que observei quando nós nos enfrentamos na Arábia Saudita. Não vejo que a seleção mudou sua forma de jogar. Atuava em um 4-3-2-1 e pode variar para um 4-3-3, com Coutinho na ponta. Agora tem o Everton [Cebolinha], que apareceu bem no torneio. É um jogador que temos de levar em conta na nossa preparação, mas, como se diz entre vocês, é uma partida para se desfrutar", disse Scaloni.
Perguntado se, em um duelo entre dois rivais com história, um jogador como Messi pode desequilibrar e assegurar qualquer vantagem, apenas respondeu:
"Messi? Bom, Messi é Messi e nada mais a dizer sobre ele".
Brasil e Argentina se enfrentam na próxima terça-feira, no Mineirão, em Belo Horizonte, pela semifinal da Copa América, às 21h30 (de Brasília). 

 Varjota Esportes - Ce.          /               MSN.

Argentina bate Venezuela e encara o Brasil na semifinal da Copa América

© Foto: Douglas Magno/AFP
Mesmo sem mostrar um grande futebol, a Argentina se impôs e venceu por 2 a 0 a Venezuela, nesta sexta-feira, no Maracanã, pelas quartas de final da Copa América. Com o resultado, os argentinos se classificaram para as semifinais da competição e terão pela frente o Brasil, na terça-feira, no Mineirão.
Disponível para iOS e Android: Templates - App Microsoft Notícias (for spotlight promo)
Veja mais no MSN Brasil:
Classificação da Seleção rende maior audiência para Globo (LANCE!)
Messi contraria costume e canta hino pela 1ª vez(ESPN)
Peru aposta em quarteto que perdeu apenas para a França campeã (ESPN)
Uruguai deve ter Nández e Arrascaeta titulares contra o Peru (ESPN)

Os hermanos dominaram o primeiro tempo e marcaram no início com Lautaro Martínez, de letra. Na etapa final, a Venezuela chegou a esboçar uma pressão, mas o gol de Lo Celso, após falha de Fariñez, decretou a classificação da equipe comandada por Lionel Scaloni. Principal astro argentino, Lionel Messi teve atuação apagada no Maracanã.

O jogo – A Argentina começou melhor a partida e criou a primeira boa chance logo aos dois minutos. Lautaro Martínez tocou para Aguero na área e o atacante chutou cruzado para defesa de Fariñez com os pés. Os argentinos seguiram na pressão e tiveram nova oportunidade quatro minutos depois. Após cobrança de escanteio, Lautaro Martínez desviou de cabeça, mas Pezzella dominou mal e mandou nas mãos do goleiro venezuelano.
De tanto insistir, os hermanos chegaram ao gol aos nove minutos. Messi cruzou, Aguero tentou a finalização, mas viu Lautaro Martínez mandar de letra para a rede.
A Argentina não diminuiu o ritmo após o gol e criou nova chance aos dez minutos. Em avanço rápido, Messi recebeu passe na entrada da área, mas chutou em cima da zaga venezuelana.
Aos poucos, a Venezuela conseguiu equilibrar as ações no Maracanã. No entanto, a equipe vinotinto não levava perigo ao gol de Armani. Os argentinos diminuíram o ritmo, mas continuavam tendo o controle da partida. Com isso, o duelo ficou concentrado entre as intermediárias.
Somente aos 36 minutos, os hermanos voltaram a levar perigo. Após cobrança de falta na área, Pezzella cabeceou sobre o travessão. A resposta da Venezuela veio no minuto seguinte. Chancellor aproveitou escanteio e cabeceou próximo ao gol. Mesmo com o susto, a Argentina seguiu mais organizada em campo e foi para o intervalo a frente no placar.
O segundo tempo começou parecido com o primeiro. A Argentina tinha a posse de bola e criou a primeira oportunidade de marcar aos dois minutos. Lautaro Martínez foi lançado, entrou na área e chutou na trave venezuelana.
No entanto, o que se viu depois disso foi a Venezuela buscando o ataque e a Argentina apenas esperando para aproveitar os espaços. Só que a seleção vinotinto seguia tendo problemas para criar boas chances de gol.
Somente aos 25 minutos, os venezuelanos chegaram com perigo. Hernández foi lançado na área e chutou cruzado para grande defesa de Armani. Só que a resposta argentina veio em grande estilo três minutos depois. Aguero chutou da entrada da área, Fariñez deu rebote no pé de Lo Celso, que mandou para a rede.
O revés foi sentido pelos venezuelanos, que demoraram a voltar ao ataque. Somente aos 37 minutos, Rondón cobrou falta com perigo. Em seguida, O mesmo Rondón aproveitou escanteio e cabeceou para grande defesa de Armani.
Nos minutos finais, a Argentina tratou de administrar o resultado. Mesmo assim, os hermanos ainda quase chegaram ao terceiro gol com Di Maria, mas desta vez Fariñez fez a defesa. A Venezuela não teve mais força para pressionar e só esperou o final da partida.
FICHA TÉCNICA
VENEZUELA 0 X 2 ARGENTINA
Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ)
Data: 28 de junho de 2019 (sexta-feira)
Horário: 16h (de Brasília)
Árbitro: Wilmar Roldán (Colômbia)
Assistentes: Wilmar Navarro (Colômbia) e Jhon A. León (Colômbia)
VAR: Andrés Rojas (Colômbia)
Renda: R$ 9.198.480,00
Público: 42.495 pagantes
Cartões amarelos: Rincón, Rondón, Soteldo e Herrera (Venezeula); Lautaro Martínez e Acuña (Argentina)
GOLS: Lautaro Martínez, aos 9min do primeiro tempo; Lo Celso, aos 28min do segundo tempo
VENEZUELA: Fariñez; Rosales (Seijas), Chancellor e Hernández; Moreno, Machís (Josef Martínez), Herrera, Tomás Rincón; Del Pino (Soteldo) e Murillo; Rondón.
Técnico: Rafael Dudamel
ARGENTINA: Armani, Foyth, Pezzella, Otamendi e Tagliafico; Paredes, De Paul e Acuña (Lo Celso); Messi, Agüero (Dybala) e Laurato Martínez (Di Maria)
Técnico: Lionel Scaloni 

 Varjota Esportes - Ce.          /           MSN.

Copa América: Messi quebra o próprio protocolo, canta hino da Argentina e deixa torcedores surpresos

Messi perfilado antes de Argentina x Venezuela pela Copa América 
© Getty Messi perfilado antes de Argentina x Venezuela pela Copa América

Uma sensação dupla tomou os argentinos presentes no estádio do Maracanã, na tarde desta sexta-feira, no Rio de Janeiro, ao ver Lionel Messi cantando o hino da Argentina antes do confronto com a Venezuela pelas quartas de final da Copa América.
Disponível para iOS e Android: Templates - App Microsoft Notícias (for spotlight promo)

Alguns ficaram surpresos. Outros orgulhosos.
Apesar de já defender a equipe há quase 15 anos, o camisa 10 e craque do Barcelona não costuma cantar o hino antes dos jogos.
O gesto já rendeu inúmeras críticas ao comportamento dele. Alimentou polêmicos debates na Argentina, alguns até discutindo se Messi amaria verdadeiramente sua terra natal ou teria mais afeto pela Espanha, país onde foi morar muito jovem para defender o Barcelona.
O atacante também respondeu sobre o tema algumas vezes. Depois passou a ignorar.
“Não canto de propósito. Se você não mudar nada, a estupidez não vai embora. Cada um vive de uma maneira. Os Pumas [seleção argentina de rúgbi] choram na hora do hino, nós, não”, disse em 2015, em entrevista ao canal TyC Sports.
Messi é muito cobrado para quebrar o jejum de títulos da seleção principal argentina, que não vence nada desde a Copa América de 1993. A maior conquista do camsia 10 pela Albiceleste foi na base.
Venceu o Mundial sub-20 em 2005 e foi medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim.
O gesto de Messi de cantar o hino nacional nesta sexta-feira foi antes do pontapé inicial no Maracanã, jogo que vale vaga na semifinal para enfrentar o Brasil, no Mineirão, em Belo Horizonte. 

 Varjota Esportes - Ce.          /         MSN.

Futebol/Copa do Mundo feminina Inglaterra mostra força, vence a Noruega com facilidade e vai à semi

A Inglaterra está nas semifinais da Copa do Mundo feminina pela segunda vez em sua história. Terceira colocada da última edição, a equipe de Phil Neville derrotou com contundência a Noruega nesta quinta-feira, em Le Havre, na França, e garantiu a permanência na busca pelo inédito título. Scott, White e Bronze marcaram os gols da vitória inglesa por 3 a 0.
Agora, a Inglaterra espera o vencedor de Estados Unidos e França, que se enfrentam nesta sexta-feira, às 16 horas (de Brasília), no Parque dos Príncipes, em Paris, para saber com que decidirá uma vaga na grande decisão do torneio, em partida programada para a próxima terça-feira, em Lyon, também às 16 horas. 
 
Inglaterra domina e abre boa vantagem
Pressionando as adversárias desde o apito inicial da partida, a Inglaterra saiu na frente logo aos dois minutos de jogo. Parris disparou pela direita e rolou para quem chegava de trás. White ,sozinha, furou de forma de bizonha, mas Scott não perdoou. A bola ainda bateu na trave antes de parar no fundo das redes.
Mesmo com gol, a Inglaterra não baixou o ritmo, seguiu em cima das norueguesas e aumentou a vantagem ainda no primeiro tempo. Após acertar a trave momentos antes, White não desperdiçou nova oportunidade. Parris recebeu ótimo passe, avançou livre na área e cruzou rasteiro para a atacante completar para o gol vazio.
Inglesas ampliam e confirmam classificação
Se o cenário já era ótimo, ficou perfeito aos 11 minutos da etapa final. Mead cobrou falta da ponta direita em direção à entrada da área, onde Bronze pegou de prima, acertando em cheio a bola. Apesar dela ir no meio da meta, a violência foi tanta que a goleira Hjelmseth nada pôde fazer.
Ciente da necessidade de uma reação histórica para seguir viva no Mundial, a Noruega começou a aparecer no campo de ataque. Após bobeada do rival, Utland driblou a goleira e bateu para o gol aberto, mas Houghton salvou em cima da linha. Na sequência, Herlovsen saiu na cara da meta e viu Bardsley fazer uma bela defesa.
Com um ritmo mais cadenciado, as inglesas tiveram a chance de transformar a vitória em goleada já na reta final da partida, quando Thorisdottir derrubou Houghton na área após cobrança de falta. Na marca da cal, Parris parou em Hjelmseth, que determinou o 3 a 0 na partida. 

 Varjota Esportes - Ce.           /             Gazeta Esportiva.

NOSSO FUTEBOL COM ERNANDO MESQUITA.