Neymar: PSG reduz pedida pelo jogador quase pela metade e 'abre as portas' para o negócio, diz jornal

Neymar pelo PSG © Getty Images Neymar pelo PSG
E a novela do futuro de Neymar ganha novos capítulos a cada dia. De acordo com a capa do jornal catalão Sport desta terça-feira, a negociação para sua ida ao Barcelona está mais viva do que nunca.
A publicação traz que o PSG baixou quase pela metade a pedida ao Barça pelo brasileiro. Anteriormente, os franceses exigiam 300 milhões de euros pelo negócio, mas agora o valor já está em 180 milhões de euros (R$ 758 milhões).
Ainda de acordo com o jornal, o clube parisiense abriu as portas para a negociação acontecer. Mas há um detalhe: o clube não aceita, até o momento, que outros jogadores sejam incluídos no negócio.
Outra informação de bastidores diz que os proprietários do PSG esperam por um gesto de Bartomeu, presidente do Barça, para avançarem na negociação pelo brasileiro.
Recentemente, a imprensa espanhola divulgou que as negociações estavam travadas e que o fato estaria irritando Neymar e seu estafe.
O jogador, por sua vez, segue em pré-temporada com o PSG, mas até agora não participou de nenhum amistoso do clube até aqui, mesmo tendo totais condições para atuar. 

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Goiás e Atlético não evitam 0 a 0 no Serra Dourada

Goiás e Atlético não evitam 0 a 0 no Serra Dourada © Bruno Cantini / Atlético Goiás e Atlético não evitam 0 a 0 no Serra Dourada
Depois de um primeiro tempo sonolento e de uma segunda etapa um pouco mais animada, Goiás e Atlético Mineiro não conseguiram tirar o 0 a 0 do placar no Serra Dourada. 
O Galo segue em quarto lugar por ter uma vitória a mais que o São Paulo, apesar de ambos terem 21 pontos. O Esmeraldino soma 17 e segue em oitavo. 

De dar sono

Jogo estudado. Amarrado. Disputado. Brigado. Pensado. Chame como quiser, mas o primeiro tempo de Goiás e Atlético Mineiro foi dos mais chatos do Campeonato Brasileiro. 
Toque para lá, toque para cá, erro. Tentativa de um lado, do outro, erro. As jogadas não tinham prosseguimento e, quando tinham, eram lentas demais para resultar em algo. 
Tanto que a primeira boa chance de gol só saiu, pasmem, com meia hora de bola rolando. Chará teve chance de arremate e mandou bola muito próxima da meta.
Daniel Guedes tentou a resposta em chute de longe do outro lado, mas também não acertou o gol. 0 a 0 mais que justo em um primeiro tempo que deu sono na maior parte do tempo. 

Segundo tempo mais animado

A segunda etapa também não entregou muito, mas, ao menos, foi melhor que a primeira. Rafael Vaz, logo aos seis minutos, conseguiu, enfim, acertar um chute no gol, parando em defesa em dois tempos de Cleiton. 
O Galo respondeu com Chará, mas chegou perto mesmo de marcar com Alerrandro, que mandou chute no travessão. A bola ainda quicou na linha, mas não entrou. 
Rafael Moura entrou para reestrear de um lado, e Papagaio foi a campo do outro. Com ataques modificados, goianos e mineiros tentaram evitar o 0 a 0, em vão.  

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Santos faz o dever de casa contra Avaí e assume a liderança do Brasileiro

Santos faz o dever de casa contra Avaí e assume a liderança do Brasileiro 
 
© Ivan Storti Santos faz o dever de casa contra Avaí e assume a liderança do Brasileiro

O Campeonato Brasileiro tem um novo líder. O Santos fez o dever de casa contra o Avaí, na Vila, venceu por 3 a 1 e assumiu a liderança do campeonato. 

O Peixe soma agora 29 pontos, dois a mais que o Palmeiras, que fica em segundo. Já o Leão segue na lanterna, com apenas cinco pontos conquistados.  

Em busca da liderança

A tarde na Vila Belmiro era favorável ao Santos. Consciente de que uma vitória poderia valer a liderança, o time de Jorge Sampaoli foi para cima de um rival desesperado na luta contra o rebaixamento. 
As jogadas de Jorge e Soteldo pela ponta eram a principal válvula de escape do time santista no início do jogo, mas Derlis González, surpresa de Sampaoli na escalação, mostrou estrela. O paraguaio ficou com sobra de bola na área e concluiu para abrir o placar. 
O gol não esfriou o ataque alvinegro, que se manteve no ataque. Lucas Frigeri manteve o Avaí vivo na partida com boas defesas. Até que o sufoco passou. 
O Peixe passou a errar muitos passes, perdeu a qualidade no trato com a bola e viu o rival crescer. O empate veio aos 27, com João Paulo, que aproveitou cruzamento de Léo. 
Inconformado com o resultado, Soteldo, quase que sozinho, foi lá recolocar os paulistas em vantagem. O venezuelano deixou três pelo caminho e deixou para Carlos Sánchez só empurrar para dentro. 

Leão tenta acordar

O ataque santista arrefeceu na volta do intervalo. Nem Soteldo conseguia mais levantar tanto a torcida. Do outro lado, o Leão tentava sair mais para o jogo, mas não encontrava os espaços. 
Buscando acordar o time da casa, Sampaoli lançou Marinho no jogo. De fato, o time acordou, e Lucas Frigeri voltou a fazer das suas. Aos 23, contou ainda com a trave para a bola não entrar. Marinho também tentou vencer o goleiro avaiano, que fez mais uma boa defesa. 
Éverson também não ficou atrás quando os catarinenses, enfim, acharam a jogada certa. Gegê mandou o arremate e o goleiro santista fez belíssima defesa. 

Para não passar mais sufoco, o Peixe matou o jogo. Felipe Jonatan, que entrou muito bem no jogo, deu um chapéu no marcador e ainda contou com desvio no chute para vencer Frigeri e abrir 3 a 1. Só não foi mais porque Frigeri não deixou. De qualquer forma, o Brasileiro tem um novo líder.

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Criciúma e Figueirense empatam e chegam a 3 jogos sem vitória na Série B

Criciúma e Figueirense empatam e chegam a 3 jogos sem vitória na Série B © Foto: Divulgação Criciúma e Figueirense empatam e chegam a 3 jogos sem vitória na Série B
Criciúma e Figueirense ficaram no empate por 1 a 1 no clássico disputado no Heriberto Hulse, neste sábado, pela 12ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O resultado não foi bom para nenhum dos dois times, que acumulam, agora, três jogos sem vitória na competição.
Com 13 pontos, o Criciúma é o 14º colocado, quatro pontos acima do São Bento, primeiro time dentro da zona do rebaixamento. Já o Figueirense, com 18 pontos, fica na décima posição e perde a oportunidade de se aproximar da briga por um espaço no G4.
Empurrado pela torcida, o Criciúma tinha mais posse de bola, mas mostrava dificuldade para criar jogadas agudas. Nos contragolpes, o Figueirense era mais perigoso e quase abriu o placar aos 26 minutos, em rápida escapada pela direita em que Felipe Mateus exigiu bela defesa do goleiro Luiz.
A resposta do time da casa foi em cobrança de escanteio pela esquerda, na qual o zagueiro Sandro subiu mais do que a marcação e cabeceou com força, mas a bola passou rente à trave do goleiro Denis, que não poderia fazer nada.
A estratégia do Figueirense surtiu efeito aos 22 minutos da etapa final. Em mais um lance de contra-ataque, Matheus Lucas ajeitou para Willian Popp bater de primeira e estufar as redes de Luiz, colocando o time visitante em vantagem.
Após o gol, o Criciúma partiu para o ataque e conseguiu buscar o empate. Aos 35 minutos, Marlon foi derrubado dentro da área e o árbitro paulista Flávio Rodrigues de Souza marcou pênalti. Daniel Costa cobrou com categoria e garantiu o empate.
Os dois times voltam a campo na próxima terça-feira, pela 13ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro. O Figueirense recebe o Vitória no Orlando Scarpelli, enquanto o Criciúma vai ao Walter Ribeiro, em Sorocaba, encarar o São Bento.
FICHA TÉCNICA:
CRICIÚMA 1 X 1 FIGUEIRENSE
CRICIÚMA - Luiz; Marcos Vinícius, Sandro, Derlan e Marlon; Adilson Goiano, Wesley e Eduardo (Daniel Costa); Vinícius (Reinaldo), Reis (Julimar) e Léo Gamalho. Técnico: Gilson Kleina.
FIGUEIRENSE - Denis; Victor Guilherme (Pereira), Alemão, Ruan Renato e Matheus Destro; Zé Antônio, Betinho (Patrick), Tony e Juninho (Matheus Lucas); Fellipe Mateus e Willian Popp. Técnico: Hemerson Maria.
GOLS - William Popp, aos 22, e Daniel Costa, aos 35 minutos do segundo tempo.
ÁRBITRO - Flávio Rodrigues de Souza (SP).
CARTÕES AMARELOS - Julimar (Criciúma); Betinho (Figueirense).
PÚBLICO - 2.251 torcedores.
RENDA - R$ 40.650,00.
LOCAL - Estádio Heriberto Hulse, em Criciúma (SC). 

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Felipão e Luxemburgo se reencontram para resgatar rivalidade adormecida

Felipão e Luxemburgo em evento no Palmeiras em 2009© JF Diorio/Estadão Felipão e Luxemburgo em evento no Palmeiras em 2009
Luiz Felipe Scolari e Vanderlei Luxemburgo já foram rivais, dirigiram a seleção brasileira, trabalharam na China, colecionaram títulos por clubes e neste sábado se reencontram em clima de amizade após quase cinco anos sem se enfrentar. O jogo pelo Campeonato Brasileiro entre Palmeiras e Vasco, neste sábado, às 17h, no Allianz Parque, reúne os dois treinadores com o currículo mais vitorioso da Série A.
Juntos, o atual palmeirense Felipão e o agora vascaíno Luxemburgo ganharam sete títulos brasileiros e cinco Copas do Brasil. A dupla, inclusive, tem uma longa história vitoriosa no Palmeiras e aparecem como os principais treinadores do clube nos últimos 30 anos.
Mas nem sempre a convivência entre os dois foi pacífica. O momento mais tenso vivido entre os dois foi na semifinal da Copa do Brasil de 1995. Então no Flamengo, Luxemburgo acusou o colega de ter lhe dado um soco após um jogo no Maracanã. Felipão, na época no comando do Grêmio, rebateu e disse ter apenas o empurrado.
Os dois se enfrentaram em 30 ocasiões, com vantagem para Felipão. O treinador gaúcho tem 11 vitórias, 12 empates e seis derrotas para o colega. O último encontro entre os dois foi em dezembro de 2014, em um empate por 1 a 1 entre Flamengo e Grêmio pelo Campeonato Brasileiro.

Atualmente Felipão e Luxemburgo têm um grande respeito um pelo outro. Por coincidência, os dois chegaram aos clubes atuais com a missão de superar crises e têm conseguido sucesso. Há um ano, o treinador gaúcho voltou para uma terceira passagem pelo Palmeiras e conseguiu ser campeão brasileiro. Em maio, o Vasco contratou Luxemburgo para sair das últimas posições da tabela e tem conseguir reagir.

Athletico Paranaense supera Cruzeiro no Mineirão e segue na cola do G4

Athletico Paranaense supera Cruzeiro no Mineirão e segue na cola do G4 © CAP Athletico Paranaense supera Cruzeiro no Mineirão e segue na cola do G4
O Athletico Paranaense aproveitou um Cruzeiro alternativo para vencer com sobras no Mineirão, por 2 a 0, para seguir na cola do G4 do Brasileiro. 
O Furacão soma agora 19 pontos, a um de Internacional e Atlético Mineiro. Já a Raposa, com dez, vai dormir na zona de rebaixamento...

Furacão em casa

O Athletico Paranaense jogou no Mineirão como se fosse a Arena da Baixada. Aproveitando um rival modificado, foi para cima e conseguiu ser bem mais perigoso. 
Desde o início, o Furacão já pressionou. Tentou muitos arremates de fora, mas também foi perigoso quando na área. Pedro Henrique chegou perto de marcar em cabeçada. 
Já Nikão tentou de fora e também assustou. O goleiro Rafael só foi ter mais tranquilidade depois dos 15 minutos, mas não por muito tempo. O Cruzeiro seguiu atrás e logo voltou a ser pressionado. 
Até que Nikão ganhou de Weverton na ponta e acabou derrubado pelo lateral: pênalti marcado. Na cobrança, Jonathan, com categoria, abriu o placar. 
A Raposa só conseguiu ser mais objetiva quando a bola chegou com qualidade em David e Mauricio. Mas Santos pouco trabalhou ao longo da primeira parte. 

Raposa atolada

O Cruzeiro adiantou as linhas para o segundo tempo, mas seguiu sofrendo na defesa. Em contragolpe, Nikão arrematou com força e deu trabalho para Rafael. 
O Furacão seguiu passando por cima do rival, e Rony mandou chute no travessão aos 11. No lance seguinte, Nikão voltou a mandar arremate perigoso. 
Assim como no primeiro tempo, o gol paranaense foi questão de tempo. E saiu aos 31 minutos. Bruno Guimarães fez a jogada, primeiro com Bruno Nazário e depois com Marcelo Cirino. A finalização foi no canto, e Rafael não conseguiu pegar. 
O 2 a 0 ficou até barato, tamanho o domínio rubro-negro em Belo Horizonte. Os paranaenses seguem subindo, enquanto os mineiros... 

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NOSSO FUTEBOL COM ERNANDO MESQUITA.