Thiago Galhardo desencanta, Inter ganha do Bahia e se consolida no G-4

 Após quase dois meses de jejum, o artilheiro Thiago Galhardo reencontrou o caminho do gol. Em cobrança de pênalti com raiva, fez o segundo da vitória do Internacional sobre o Bahia, por 2 a 1, em Salvador. Diferentemente do primeiro turno, desta vez os gaúchos não cederam o 2 a 2 nos acréscimos e se consolidam no G-4 do Brasileirão.

Foram 10 jogos de incômodo jejum para Thiago Galhardo. No período ele perdeu pênalti e ficou no quase por vezes. Desta vez, quando a bola bateu na mão de Gregore, assumiu a cobrança e soltou uma bomba. A bola ainda tocou na trave antes de entrar. Ele tirou a "zica" e fez enorme festa. No fim, porém, levou amarelo na hora de ser substituído e não visita o Ceará, dia 7 de janeiro.

Internacional venceu o Bahia em Salvador
© Divulgação/Inter Internacional venceu o Bahia em Salvador

Sabia, contudo, que tinha dado enorme colaboração ao time. O Inter subiu para os 47 pontos, dois atrás de Flamengo e Atlético-MG. Desejou o gol ao técnico Abel Braga, se despedindo do clube para a chegada de Miguel Ángel Ramirez.

Com desfalques de Marcelo Lomba, Rodrigo Moledo e Moisés, Abel Braga levou um Inter com defesa remodelada a Salvador. Danilo Fernandes entrou no gol, Rodinei estava de volta à direita, Lucas Ribeiro assumiu a vaga na zaga e Uendel, na esquerda. Com setor defensivo novo, Abel Braga queria, na verdade, o Internacional no ataque pela consolidação no G-4.

Herói da vitória sobre o Palmeiras, Edenílson quase abriu o marcador com somente dois minutos. Douglas salvou o Bahia. O goleiro voltaria a brilhar em finalizações de Caio Vidal e Thiago Galhardo numa mesma jogada.

No primeiro jogo sem Mano Menezes, o Bahia queria findar com a série de sete jogos sem vitórias. Alesson na frente foi a novidade de Dado Cavalcanti, ex-técnico do sub-23.

Alvo de polêmica sobre racismo na rodada passada, em acusação de Gerson, Índio Ramírez começou o jogo após não ter encontrada imagem que confirmaria suposta ofensa ao flamenguista. Dos pés do colombiano saiu o passe para Rossi desperdiçar grande chance do Bahia. Na cara de Danilo Fernandes, parou em bela defesa do goleiro, com o pé direito. 

O Bahia não fez e foi castigado por quem mais buscou o gol na etapa. Uendel cobrou escanteio na cabeça de Rodrigo Dourado, que fez de cabeça. Primeiro gol do volante após mais de um ano se recuperando de lesões no joelho. Ele se emocionou no lance.

O jogo demorou a reiniciar por causa de problemas com o sistema de comunicação do árbitro. A bola rolou e, logo com um minuto, o juiz anotou pênalti. A bola bateu na mão de Gregore. Thiago Galhardo pegou a bola para encerrar o jejum de 10 partidas sem marcar. Uma bomba e alívio do artilheiro, que fez seu 16º gol no Brasileirão e o 22º no ano.

O goleador ainda desperdiçou outra chance inacreditável logo depois. O segundo tempo era todo gaúcho. O gol de pênalti desmoronou o time do Bahia.

Apenas com modificações Dado Cavalcanti fez a equipe voltar para a partida. Em jogada individual, Ramírez diminuiu. Caneta no marcador e chute rasteiro no canto. A partida ficou aberta, com chances de ambos os lados, mas sem mais gols.

FICHA TÉCNICA:

BAHIA 1 x 2 INTERNACIONAL

BAHIA - Douglas Friedrich; Nino Paraíba, Ernando, Juninho e Juninho Capixaba; Ronaldo (Marco Antônio), Gregore e Índio Ramírez; Rossi (Clayson), Gilberto e Alesson (Gabriel Novaes). Técnico: Dado Cavalcanti.

INTERNACIONAL - Danilo Fernandes; Rodinei, Lucas Ribeiro, Cuesta e Uendel; Rodrigo Dourado (Rodrigo Lindoso), Edenilson, Praxedes (Nonato), Caio Vidal (Yuri Alberto) e Patrick; Thiago Galhardo (Abel Hernandez). Técnico: Abel Braga.

GOLS - Rodrigo Dourado, aos 45 minutos do primeiro tempo. Thiago Galhardo (pênalti), aos 3, e Ramirez, aos 24 minutos do segundo tempo.

CARTÕES AMARELOS - Juninho e Gregore (Bahia) e Thiago Galhardo (Internacional).

ÁRBITRO - Paulo Roberto Alves Júnior (PR).

RENDA E PÚBLICO - Jogo sem torcida.

LOCAL - Arena Fonte Nova, em Salvador (BA). 


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Com gol de Luiz Adriano, Palmeiras vence o Bragantino e se firma no G6

 O Palmeiras bateu o Bragantino por 1 a 0, em jogo válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro, com gol de Luiz Adriano ainda na primeira etapa. Com o resultado, o Verdão está na quinta colocação, com 44 pontos, enquanto o Massa Bruta ficou na 13ª colocação, com 31 pontos.

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Agora, o Palmeiras encara o América-MG, na próxima quarta-feira (30), pelo jogo de volta das semifinais da Copa do Brasil, no Independência. Já o Red Bull Bragantino enfrenta o São Paulo, somente na outra quarta-feira (06), às 21h30, em Bragança Paulista, pelo Brasileirão.

BRAGANTINO COMEÇA MELHOR E ASSUSTA A partida começou com o Red Bull Bragantino tendo a iniciativa do ataque. Aos nove, Ricardo Ryller recebeu a bola na entrada da área, avançou com espaço para finalizar, mas Lucas Lima se recuperou e travou o chute. O Palmeiras chegou com dez minutos, quando Patrick de Paula bateu de fora da área, mas a bola passou por cima do gol.

A grande chance do Massa Bruta aconteceu aos 14 minutos. Cuello recebeu a bola na esquerda, cortou para o meio e cruzou na área. Alerrando não conseguiu cabecear, Empereur vacilou, mas Ricardo Ryller chutou para fora cara a cara com o goleiro Weverton

VERDÃO MELHORA E ABRE O PLACAR Depois da chance perdida, o Bragantino não conseguiu assustar muito a defesa do Palmeiras, que aproveitou para atacar mais. Aos 20 minutos, Gabriel Menino cruzou e Viña cabeceou para fora, com perigo. Seis minutos depois, Gabriel Veron fez boa jogada e deixou Breno Lopes em boas condições para marcar. O atacante chutou, mas a zaga do Red Bull afastou na hora.

Até que aos 27, não teve jeito. Gabriel Menino cruzou, e a zaga afastou. Na sobra, Menino recebeu de novo e mandou na segunda trave. Luiz Adriano cabeceou, Cleiton não segurou e a bola morreu no fundo da rede. O bandeirinha assinalou impedimento, mas após checagem do VAR o gol foi confirmado no Allianz Parque.

PALMEIRAS ACERTA BOLA NA TRAVE E BRAGA QUASE EMPATA

Antes do intervalo, as duas equipes voltaram a assustar as defesas adversárias. Com 46 minutos, Lucas Lima lançou Breno Lopes por trás da zaga, que arrancou na grande área e encheu o pé direito, mas a bola explodiu no travessão do Bragantino.

O Massa Bruta teve a chance de empatar ainda antes no intervalo, aos 48. Danilo perdeu a bola na intermediária, Thonny Anderson avançou na entrada da área, armou o chute de esquerda, mas Luan chegou travando no carrinho.

BRAGANTINO VOLTA TENTANDO PRESSIONAREm desvantagem no placar, o Bragantino tentou voltar do intervalo pressionando. Aos dois minutos, Cuello fez boa jogada para cima de Menino na esquerda, invadiu a área e cruzou rasteiro, mas Patrick de Paula tirou na hora certa. Já aos nove, Aderlan recebeu a bola invertida na grande área, pela direita, e chegou batendo de primeira. O cruzamento desviou na marcação e passou perto da trave de Weverton.

O Palmeiras assustou com dez minutos. Luiz Adriano recebeu a bola atrás e tocou em profundidade para Veron, que invadiu a área e tentou o toque para trás buscando o camisa 10. A bola foi travada pela marcação e saiu em escanteio.

MASSA BRUTA CONTINUA MELHOR E ACERTA A TRAVE DUAS VEZESO Bragantino continuou buscando o ataque, querendo o empate a todo custo. Com 18 minutos, Weverton afastou mal o cruzamento e Claudinho ficou com o rebote. Após cruzamento rasteiro, Ytalo desviou e a bola tocou caprichosamente na trave da meta palmeirense.

Aos 24, Cuello avançou na entrada da área. O meia bateu colocado no canto de Weverton, que fez a ponte para espalmar para escanteio. A pressão continuou sendo forte. Com 27 minutos, Claudinho deu uma cavadinha na área buscando Ytalo, e o atacante chegou livre de marcação na pequena área para cabecear. A bola ainda bateu no travessão e foi para fora. 

BRAGANTINO MANDA NO JOGO E NÃO EMPATA POR POUCO

O Palmeias não se encontrava na partida e dava espaços para o Massa Bruta ir empilhando chances. Aos 34, Lucas Evangelista recebeu bola na entrada da área, finalizou de fora, tentando o angulo direito de Weverton, mas a bola saiu à direita. Um minuto depois, Artur recebeu o passe na beirada da área, cortou Empereur e bateu para fora.

Com 39 minutos, Léo Ortiz tocou para Evangelista na esquerda, que passou em profundidade para Ytalo na grande área. O atacante dominou para finalizar, mas Viña chegou de carrinho por trás para travar. No último lance, aos 47 minutos, Fabrício Bruno disputou bola no ataque, conseguiu finalizar de fora, a bola desviou na defesa e saiu por cima do gol de Weverton levando perigo.


FICHA TÉCNICA

PALMEIRAS 1 x 0 RB BRAGANTINO

Local:


Allianz Parque, São Paulo (SP)Data/Hora: 27 de dezembro de 2020, às 18h15 (de Brasília)

Árbitro: Raphael Claus (SP)

Assistentes: Daniel Paulo Ziolli (SP) e Alex Ang Ribeiro (SP)

VAR: Rodrigo Guarizo Ferreira do Amaral (SP)

Cartões amarelos: Luiz Adriano, Gabriel Menino (Palmeiras)

Gols: Luiz Adriano (1x0) (27'1ºT)

PALMEIRAS: Weverton, Gabriel Menino, Luan, Empereur e Viña; Danilo, Patrick de Paula (Emerson Santos, aos 25'2ºT) e Lucas Lima (Raphael Veiga, aos 15'2ºT); Gabriel Veron (Gustavo Scarpa, aos 15'2ºT), Breno Lopes (Marcos Rocha, aos 32'2ºT) e Luiz Adriano (Willian, aos 15'2ºT). Técnico: Abel Ferreira.

BRAGANTINO: Cleiton; Aderlan, Léo Ortiz, Fabrício Bruno e Edimar (Weverson, aos 37'2ºT); Ryller (Lucas Evangelista, aos 17'2ºT), Raul, Thonny Anderson (Claudinho, Intervalo) e Cuello (Leandrinho, aos 27'2ºT); Artur e Alerrandro (Ytalo, Intervalo). Técnico: Maldonado.

Palmeiras x RB Bragantino
© Luiz Adriano fez o gol da vitória (Foto:Richard Callis/Fotoarena) Palmeiras x RB Bragantino

Luiz Adriano fez o gol da vitória (Foto:Richard Callis/Fotoarena) 


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Treinador campeão pelo Fluminense, José Luiz Carbone morre aos 74 anos

 O futebol brasileiro perdeu um de seus nomes mais emblemáticos. O ex-volante e ex-treinador José Luiz Carbone morreu na noite deste domingo aos 74 anos. Ele, que comandou o Fluminense no título do Brasileirão de 1984, não resistiu a um câncer hepático que descobriu no início de dezembro e causou sua internação em um hospital em Campinas, cidade na qual residia.

Carbone, que iniciou a campanha do Fluminense no Brasileiro de 1984 do Fluminense e tinha identificação com o Guarani, era comentarista em uma rádio em Campinas (Divulgação Guarani) © Fornecido por LANCE! Carbone, que iniciou a campanha do Fluminense no Brasileiro de 1984 do Fluminense e tinha identificação com o Guarani, era comentarista em uma rádio em Campinas (Divulgação Guarani)

Nascido no dia 22 de março de 1946 em São Paulo, Carbone iniciou sua carreira como volante no Juventus. Em seguida, fez as malas para o São Paulo, clube no qual se profissionalizou. Ainda teve passagens pela Ponte Preta e pelo Metropol até ser negociado com o Internacional.

No Colorado, foi pentacampeão gaúcho entre 1969 e 1973 e logo recebeu suas primeiras chances na Seleção Brasileira. Em seguida, transferiu-se para o Botafogo e chegou a ser cotado para disputar a Copa de 1974, mas não foi chamado por Zagallo para a lista final. Após ter passagem pelo Grêmio, encerrou sua carreira no Nacional-SP e logo passou a exercer sua função como técnico.

Das passagens pelo clube paulista e pelo Goytacaz, transferiu-se para o Fluminense. Sob seu comando, o Tricolor das Laranjeiras com nomes como Paulo Vitor, Romerito, Assis e Washington sagrou-se campeão estadual em 1983. 


  

Há exatos 10 anos, o Fluminense se sagrava campeão Brasileiro ao bater o Guarani por 1 a 0 no Estádio Nilton Santos. O LANCE! detalha por onde andam os jogadores que participaram da conquista que tirou o Tricolor das Laranjeiras de uma fila de 26 anos na competição nacional. Confira!

No ano seguinte, Carbone comandou a equipe em 16 das 26 partidas do Campeonato Brasileiro. Porém, acabou demitido por desavenças com a diretoria. Comandado por Carlos Alberto Parreira, o Fluminense sagrou-se campeão brasileiro de 1984. Ainda voltou às Laranjeiras para duas passagens: em 1987 e 1997/1998.

José Luiz Carbone também comandou mais de 30 clubes, dentre eles como a Ponte Preta, Botafogo, Palmeiras, Internacional, Cruzeiro, União São João, Paraná, Ituano, Botafogo-SP e Comercial. Além disto, teve passagens pelo Al-Sadd (QAT), Sharjah FC (EAU), Blooming (BOL), Ararat Theeran (IRA) e teve seu último trabalho na beira do campo no Al-Merreikh, no Sudão.

Porém, um dos clubes com o qual mais se identificou foi o Guarani. No Bugre, foi vice-campeão paulista em 1988 e conduziu a equipe ao acesso para a elite do Paulistão em 2007. Além disto, foi vencedor do campeonato peruano de 1996 pelo Sporting Cristal e comandou o Remo na conquista do Campeonato Paranaense de 1999.

Nos últimos anos, trabalhou como comentarista esportivo da Rádio Brasil, em Campinas. Carbone deixa a esposa Marlene, cinco filhos (Daniela, Rodrigo e Gabriela, do primeiro casamento, e Brunela e Marcela, do segundo casamento) e cinco cinco netos (João Victor, Bernardo, Raul, João e Theo). 


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Vice-presidente do Grêmio se manifesta sobre renovação de Renato

 Após a vitória diante do São Paulo, pela Copa do Brasil, o Grêmio volta as atenções para o Campeonato Brasileiro. Nesse domingo (27), o time entrará em campo diante do Atlético-GO, em casa, às 20h30. No momento, o clube está bem colocado e se mantém entre os seis primeiros colocados.


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Na tabela de classificação, atualmente é o quinto colocado, com 42 pontos. Fora de campo, uma situação que já começa a ser monitorada de perto é envolvendo a permanência de Renato Portaluppi, ídolo do Tricolor. Em novembro, o acordo foi prorrogado até fevereiro e um tempo maior já entra em cena.

 

Em entrevista ao programa Show dos Esportes, da Rádio Gaúcha, Adalberto Preis, vice-presidente do Conselho de Administração do Tricolor, foi questionado sobre a prorrogação do vínculo do treinador e demonstrou confiança. Na conversa, pontuou que o foco é permanecer até o fim da gestão do presidente Romildo Bolzan.

“Eu acredito que o Renato deva ficar até o final da nossa gestão, que é capitaneada pelo presidente Romildo. Eu não vejo nenhum motivo para que ele saia do Grêmio. Pode acontecer, mas é algo que a gente desconhece hoje. Eu não antevejo nada que faça com que ele tenha interesse de sair. E acredito também que o Grêmio tem todo o interesse na permanência dele”, garantiu.

Renato é visto com grande carinho pela torcida e está em sua terceira passagem como técnico gremista. No futebol brasileiro, é tratado como um dos principais e tem a confiança do elenco para mais títulos importantes. 


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Rogério Ceni sai em defesa de Everton Ribeiro e deixa recado direto para torcida do Flamengo

 Flamengo perdeu a chance de continuar na cola do São Paulo ao empatar com o Fortaleza por 0 a 0 neste sábado (27), na Arena Castelão, em jogo válido pela 27ª rodada do Campeonato Brasileiro. Com o resultado, somado com o triunfo do São Paulo diante do Fluminense, o clube paulista abriu 7 pontos de diferença para o Rubro-Negro.

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Após a partida, muitos torcedores criticaram o meio-campista Everton Ribeiro. Para a torcida, o jogador caiu muito de produção desde que voltou da Seleção Brasileira e não vem desempenhando o mesmo futebol de antes pela equipe carioca. No entanto, o comandante  Rogério Ceni eximiu o camisa 7 de qualquer tipo de culpa e jogou a responsabilidade em si próprio. Para o líder da comissão técnica, o jogador não vem bem porque o Fla está atacando muito pelo lado esquerdo.

   

“Ele é um jogador de criatividade, a função dele é fazer a bola andar. O lado dele vem sendo um pouco prejudicado, ele o Isla estao smp mais sozinhos, o jogo acontece mais pelo lado esquerdo, a culpa não é dele", concluiu Ceni, que também percebeu que o time está atacando muito pelo lado esquerdo

 
Rogério Ceni em ação pelo Flamengo. Foto: Alexandre Vidal
© Fornecido por Bolavip Rogério Ceni em ação pelo Flamengo. Foto: Alexandre Vidal

Rogério Ceni também vêm sendo bastante criticado pelos torcedores do Mais querido. Alguns inclusive já começam a pedir a cabeça do treinador recém chegado ao Ninho do Urubu. Há um descontentamento nos bastidores, mas como o campeonato está chegando ao fim, a diretoria não deve trocar de comando mais uma vez, pelo menos nesse momento.

 

Como o Fla disputa só o Brasileirão, Rogério Ceni terá mais uma chance de ouro de arrumar o Flamengo para a reta final da temporada. Como o torneio nacional irá parar por 10 dias por determinação do sindicato dos atletas, o Mengão só volta a jogar no próximo dia 6 de janeiro, contra o Fluminense, às 21h30, no Maracanã. 


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Atuação de pouco repertório impede Flamengo de embalar no Brasileirão

O ambiente pré-jogo era todo favorável ao Flamengo. O time de Rogério Ceni vinha de uma virada épica, teve a semana livre para treinos e poderia pressionar o líder São Paulo, que entraria em campo logo depois da partida contra o Fortaleza. Além do empate sem gols, a atuação no Castelão foi um balde de água fria nos rubro-negros, que, além da apresentação ruim, ainda viram o Atlético-MG assumir a vice-liderança e o Tricolor se distanciar na ponta.

O volante Willian Arão em ação pelo Rubro-Negro (Foto : Alexandre Vidal / Flamengo)
© Fornecido por LANCE! O volante Willian Arão em ação pelo Rubro-Negro (Foto : Alexandre Vidal / Flamengo)

Diante de um Fortaleza bem postado na defesa - mas que ofensivamente não foi bem -, o Rubro-Negro foi pouco criativo e não encontrou alternativas para superar o adversário. A posse de bola, estéril, não resultou em chances criadas. Assim, o Fla fez o jogo em que teve menos chutes e cruzamentos certos (2 cada) e pior aproveitamento nas finalizações (15%) neste edição do Brasileiro.

Ceni segue invicto no comando do Flamengo no Brasileirão: são quatro vitórias e dois empates que mantém o time na defesa pelo título. O problema é o nível das atuações. A melhora defensiva - principal ponto questionado sob direção de Dome Torrent - é visível, e passa muito pelo retorno de Rodrigo Caio e a titularidade de Natan, após a insistência em Léo Pereira e Gustavo Henrique.

No ataque, por sua vez, o desempenho de Arrascaeta, Everton Ribeiro & Cia ainda está longe daquele esperado pelos torcedores. Mesmo nas vitórias, a equipe apresenta dificuldade à medida que enfrenta adversários que, naturalmente, entram em campo com posturas "conservadoras". Desta forma, os resultados, por vezes, acontecem graças às individualidades. Foi o caso da virada sobre o Bahia, na qual Bruno Henrique, Gabigol e Pedro brilharam. 


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Cobrança de Luisão causa desconforto em Jorge Jesus, jogadores e diretoria no Benfica

 O episódio de irritação de Luisão, na derrota do Benfica para o Porto, na última quarta-feira, ainda é assunto em Lisboa. Segundo o jornal 'A Bola', o técnico Jorge Jesus, os jogadores e até parte da diretoria do Benfica ainda não aceitaram a bronca dada pelo brasileiro após o revés contra o rival.

Jorge Jesus voltou ao Benfica para esta temporada (Foto: Divulgação / Site oficial do Benfica)
© Fornecido por LANCE! Jorge Jesus voltou ao Benfica para esta temporada (Foto: Divulgação / Site oficial do Benfica)

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Após ser derrotado pelo Porto por 2 a 0, em Aveiro, Luisão, que estava no banco de reservas no lugar do ex-diretor-geral Tiago Pinto, foi até o gramado e cobrou os jogadores de forma intensa, apontando o dedo para alguns jogadores.

Segundo o jornal português, a atitude não foi bem vista, principalmente porque Luisão também cobrou fortemente Rui Costa, diretor esportivo do clube. Jorge Jesus foi o responsável por acalmar os ânimos do brasileiro e minimizou o episódio na entrevista coletiva.

- Luisão não deu reprimenda alguma aos jogadores. Ele não gosta de perder, como não gosta o treinador nem os jogadores. Ele foi capitão de equipe durante vários anos, estava triste como estou eu, o Rui, e todos… Luisão deu uma opinião. Não deu qualquer repreensão aos jogadores. Disse que foi a primeira final que perdemos, que sirva para a gente aprender que Benfica é Benfica - disse o treinador português. 


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NOSSO FUTEBOL COM ERNANDO MESQUITA.