GUARULHOS - Francisco Barreto, atleta da SERC/São Caetano, conquistou neste sábado, em Guarulhos, o título individual geral masculino do Campeonato Brasileiro de Ginástica Artística. O jovem conseguiu 85.334 no somatório de todos os aparelhos. Ele foi seguido por dois atletas do Pinheiros: Arthur Mariano (85.167 pontos) e Péricles Silva (84.568).
"Eu tinha, sim, esperança de me destacar e ganhar as medalhas que conquistei porque, além de ter treinado muito para chegar até aqui, estou em um momento muito bom da minha vida. Ser campeão brasileiro é um sonho que se realiza. Estamos em um momento crucial, a caminho do Mundial (que será em outubro, no Japão)", disse o novo campeão brasileiro, que também faturou o ouro no cavalo com alças e a prata na barra fixa.
Diego Hypolito ficou com dois ouros: no solo (15.000) e no salto (15.938). "No solo, fiz uma série um pouco mais simples, mas fiquei satisfeito com o meu desempenho. No salto, optei por não fazer o triplo, como ontem (sexta, na competição por equipes), mas também fui muito bem. Precisava fazer o meu melhor na competição porque também foi a oportunidade para eu me autoavaliar", disse o bicampeão mundial.
Nas argolas, o campeão foi Arthur Zanetti, atleta dos São Caetano. Já as paralelas foram vencidas por Caio Costa, da Fupes/Santos (também bronze nas argolas). Na barra fixa, quem ficou com o ouro foi Mosiah Rodrigues, do Grêmio Náutico União, ginasta que faturou mais duas pratas na competição, no cavalo e nas paralelas.
Na sexta, o SERC/São Caetano havia faturado o título geral por equipes no masculino, somando 252.368 pontos. A equipe do ABC foi seguida de perto pelo Pinheiros, que fez 251.003. A Fupes/Santos ficou em terceiro, com 247.332.
AE - Agência Estado
Serena Williams festeja seu primeiro título, e em casa, após volta ao tênis Ela ficou afastada por quase um ano por causa de seguidas lesões nos pés e uma embolia pulmonar
STANFORD - A norte-americana Serena Williams festejou neste domingo, nos Estados Unidos, o seu primeiro título desde quando retornou ao tênis profissional, após ficar afastada do circuito da WTA por quase um ano por causa de seguidas lesões nos pés e uma embolia pulmonar. Ela conquistou o Torneio de Stanford ao bater a francesa Marion Bartoli por 2 sets a 0, com parciais de 7/5 e 6/1.
Ex-líder do ranking mundial, Serena também comemorou o fato de ter conseguido dar o troco em Bartoli, que eliminou a norte-americana nas oitavas de final da última edição do Torneio de Wimbledon. Com isso, ela agora contabiliza três vitórias em quatro confrontos com a francesa.
Beck Diefenbach/Reuters
Serena levanta o troféu do Torneio de Stanford
Beck Diefenbach/Reuters
Serena levanta o troféu do Torneio de Stanford
Fonte : AE - Agência EstadoFelipão volta a elogiar criticados e batiza novos corneteiros de 'turma do limão'
Criticados pela torcida na última semana, Marcos Assunção e Luan balançaram as redes neste sábado na vitória do Palmeiras sobre o Atlético-MG, por 3 a 2, no Canindé. Após a partida, o técnico Luiz Felipe Scolari mais uma vez saiu em defesa dos jogadores e ainda criou um novo termo para batizar os torcedores corneteiro: "Turma do Limão".
"Aquela turma que fica ali atrás de mim não para, acho que voltou a turma do amendoim mais nova. Bota o Patrik eles ficam bravo, tira o Pedro eles ficam bravos, não sei o que eles querem. O Luan fez gol, o Patrik fez gol, o Assunção fez um gol parecido com o da Copa de 20002, do Ronaldinho (em uma cobrança de falta que encobriu o goleiro Seaman, contra a Inglaterra). Acho que eles devem trazer um saquinho de limão para cá, aí começam a chupar o limão e ficam bravos", disparou o comandante alviverde.
Luan, alvo constante dos protestos da torcida, mais uma vez foi elogiado por Felipão. O treinador é um dos principais responsáveis por brigar pela pemanência do atacante no Palmeiras, já que o empréstimo dele termina neste final de semana. Scolari pressionou os dirigentes para negociarem com o Toulouse, da França, e comprarem os direitos do atleta. O negócio deve ser concretizado esta semana, e Luan deve ficar no clube alviverde.
"Tenho que ficar escutando ali atrás um monte de corneteiro enchendo o saco por causa do Luan. Se eles não entendem de futebol, nem venham a campo. Futebol não é feito só de craque, mas de jogadores importantes para o time. É só analisar o Luan, o quanto ele é útil, o quanto ele rende para a equipe. Se ele for contratado mesmo, vai ficar aqui mais uns três, quatro, cinco anos", afirmou Felipão.
"Aquela turma que fica ali atrás de mim não para, acho que voltou a turma do amendoim mais nova. Bota o Patrik eles ficam bravo, tira o Pedro eles ficam bravos, não sei o que eles querem. O Luan fez gol, o Patrik fez gol, o Assunção fez um gol parecido com o da Copa de 20002, do Ronaldinho (em uma cobrança de falta que encobriu o goleiro Seaman, contra a Inglaterra). Acho que eles devem trazer um saquinho de limão para cá, aí começam a chupar o limão e ficam bravos", disparou o comandante alviverde.
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Luan, alvo constante dos protestos da torcida, mais uma vez foi elogiado por Felipão. O treinador é um dos principais responsáveis por brigar pela pemanência do atacante no Palmeiras, já que o empréstimo dele termina neste final de semana. Scolari pressionou os dirigentes para negociarem com o Toulouse, da França, e comprarem os direitos do atleta. O negócio deve ser concretizado esta semana, e Luan deve ficar no clube alviverde.
"Tenho que ficar escutando ali atrás um monte de corneteiro enchendo o saco por causa do Luan. Se eles não entendem de futebol, nem venham a campo. Futebol não é feito só de craque, mas de jogadores importantes para o time. É só analisar o Luan, o quanto ele é útil, o quanto ele rende para a equipe. Se ele for contratado mesmo, vai ficar aqui mais uns três, quatro, cinco anos", afirmou Felipão.
Clique no player para ver a entrevista de Felipão!
Fonte : por ESPN.com.br
Adilson tem nova chance de convencer Técnico estreou sob vaias no Morumbi e tenta hoje, contra o Vasco, conquistar a torcida
O empate por 2 a 2 com o Atlético-GO, no último jogo diante da torcida são-paulina, aumentou a desconfiança em relação ao treinador, que vem de passagens fracassadas por Corinthians, Santos e Atlético-PR. Para Adilson, o único jeito de mudar esta imagem é com bons resultados.
"Não sou bom de discurso, meu negócio é trabalho. Era para a gente ter vencido o Atlético-GO, pois atacamos mais, e fizemos bom jogo em Curitiba. Aos poucos, a gente vai conseguindo mostrar nosso trabalho", disse.
Na capital paranaense, o São Paulo recuperou a autoconfiança com um primeiro tempo primoroso. Em boas jogadas coletivas, abriu 3 a 0 antes do intervalo e comprovou a força longe do Morumbi - venceu 5 dos 7 jogos como visitante neste Brasileiro.
Além do bom retrospecto, as boas atuações fora de São Paulo é que chamam a atenção. Com intensa marcação e contra-ataques mortais puxados por Lucas e Dagoberto, o time já havia brilhado na casa do Internacional (3 a 0) e do Fluminense, atual campeão brasileiro (2 a 0).
Hoje, porém, é dia de o Tricolor superar a dificuldade que mostra quando tem de tomar a iniciativa do jogo. A falta de objetividade e as chances desperdiçadas no Morumbi com frequência têm irritado a torcida, que vaiou o time contra Figueirense, Botafogo e Atlético-GO.
"Espero um jogo difícil, mas temos de manter a mesma postura e sermos objetivos na hora de atacar", observou o técnico.
Fator Rivaldo. Titular pela quinta vez consecutiva hoje, Rivaldo deu inegável consistência à equipe e já ganha status de imprescindível. Quando cai de rendimento na etapa final, o time também perde fôlego e, quando é substituído, parece deixar um vazio difícil de preencher.
Contra o Coritiba, Rivaldo deu lugar a Marlos aos 13 do segundo tempo, quando o São Paulo ganhava por 4 a 0. Sem o veterano meia, o time perdeu posse de bola, levou três gols e passou por um sufoco inesperado.
O próprio meia admite que aos, 39 anos, será difícil manter uma sequência longa de partidas. Adilson Batista, porém, garante que só vai pensar em poupar o camisa 10 depois da partida com o Vasco. "Vamos pensar no jogo de domingo (hoje), depois a gente conversa com ele", afirmou o treinador.
Na caçada ao líder Corinthians, o São Paulo tem a chance de embalar de vez com uma vitória hoje. Após o Vasco, o time enfrenta cinco rivais da parte de baixo da tabela: Bahia, Avaí, Ceará, Atlético-PR e América-MG.
FONTE : Bruno Deiro - O Estado de S.Paulo
Em Florianópolis, líder Corinthians busca reabilitação contra o Avaí Equipe comandada pelo técnico Tite entra em campo após perder a primeira partida no campeonato
SÃO PAULO - O Corinthians esnoba a palavra pressão. Garante seguir em paz apesar da perda da invencibilidade na rodada passada. Mas o líder do Campeonato Brasileiro entra em campo neste domingo, às 16 horas, diante do Avaí, no estádio da Ressacada, em Florianópolis, em estado de alerta. Em uma semana em que podia ter aberto nove pontos do vice-líder, nada deu certo e os principais rivais se aproximaram, ameaçando a então tranquila primeira posição.
Se dar bem em Florianópolis, onde somou apenas um ponto em três confrontos contra o Avaí, virou questão de honra. "Temos de respeitar e competir por igual com o Avaí. Precisamos, no mínimo, ter o mesmo nível de competitividade para depois lutar para ser melhor e buscar a vitória", enfatizou o técnico Tite.
O discurso de respeito se faz necessário pela ética do futebol, bem ensaiada poelo treinador. Contudo, a meta corintiana é não dar chances a um adversário na zona de rebaixamento e de quem muitos, certamente, vão roubar pontos mesmo atuando em sua casa.
No ano passado, o título não veio e muito por causa dos tropeços diante dos times da zona de rebaixamento. O Corinthians não conseguiu ganhar, fora de casa, de nenhum dos quatro rebaixados de 2010. Agora, já bateu no Atlético Goianiense e espera mostrar a mesma força diante do Avaí. Na sequência, ainda pega o América-MG e o Atlético Paranaense, também entre os piores da competição.
Uma boa chance para voltar a reinar absoluto na tabela de classificação. Mas que não pode servir de motivação, pois tem grande chance de se transformar em soberba. Tite, então, inovou na forma de como vai cobrar seus jogadores por um triunfo - seria o 10.º.
Ele usará o apoio da torcida e as palmas na derrota para o Cruzeiro. "Essa confiança me dá mais motivação. Temos de retribuir quem nos dá esse carinho mesmo após sentir dor", afirmou. "Isso coloca um peso maior no técnico e nos atletas. É duro perder, ficou engasgado (cair contra o Cruzeiro). Precisamos render bem nos próximos jogos por nós e por nossa torcida", disse.
"Os adversários diminuíram a pontuação, mas a gente vai tentar aumentá-la novamente na Ressacada", comentou o lateral-esquerdo Fábio Santos, de volta após cumprir suspensão. Ele retorna, mas a equipe ainda terá muitos desfalques em Florianópolis, todos por contusão: Júlio César, Alessandro, Chicão, Wallace e Liedson.
Fonte: Fábio Hecico - Agência Estado
'Rei do caos', Button aproveita erros dos rivais e vence emocionante GP da Hungria por ESPN.com.br
Button comemora na Hungria: vitória no 200º GP dCrédito da imagem: Reuters O Inglês Jenson Button parece ter uma predileção por corridas complicadas, com mudanças climáticas e diversas variáveis. Neste domingo, ele venceu o movimentado GP da Hungria, 11ª etapa da temporada da Fórmula 1. Foi a segunda vitória de Button em 2011 - antes, ele havia conquistado a caótica etapa do Canadá, em Montreal, a corrida mais longa da história da categoria. Em 2010, Button levou as de Austrália e China em condições semelhantes.
Como costuma fazer em suas vitórias nessas condições, Button acertou na estratégia e estava no lugar certo na hora certa. Desta vez, a conquista foi ainda mais especial: a prova é o 200ª de carreira do inglês na categoria.
A instabilidade climática e o regulamento de 2011 da Fórmula 1 proporcionaram algo raro neste domingo: uma corrida emocionante na Hungria. A pista de Budapeste, conhecida por suas provas modorrentas e sem ultrapassagens, foi palco de disputas emocionantes, ultrapassagens e saídas de pista.
Button, mais uma vez, foi quem sobreviveu em meio a tantas mudanças. Foi na Hungria, em 2006, que ele venceu pela primeira vez na Fórmula 1, com a Honda, após largar em 14º. Em outra corrida caótica.
A segunda colocação ficou com Sebastian Vettel. O alemão largou na pole, errou e perdeu a liderança para Lewis Hamilton na quinta volta. Depois, manteve-se na pista sem novas falhas e conseguiu uma importante posição na disputa pelo título.
Fernando Alonso fechou o pódio na terceira colocação, após corrida regular. O espanhol da Ferrari coneguiu mais uma vez terminar à frente de Felipe Massa na classificação - inconstante, o brasileiro chegou na sexta posição, após disputa com Mark Webber, o quinto, e Lewis Hamilton, o quarto.
Hamilton, aliás, foi o grande personagem da corrida. O inglês liderou grande parte da prova, mas rodou, errou na estratégia e ainda sofreu uma punição, ficando muito longe da briga pela vitória.
A corrida - Assim como na corrida passada, Hamilton largou da segunda posição, mas não demorou a tomar a dianteira. Enquanto na Alemanha o pole position era Webber, neste domingo ele ultrapassou Vettel. A manobra foi na quinta volta. Pressionado e com a pista lisa por conta da chuva, o alemão errou o traçado, passou da zebra, e o inglês fez a ultrapassagem por dentro.
Neste momento, Massa já havia perdido muitas posições depois de ser prejudicado por largar de posição par do grid - o lado ímpar estava mais seco em virtude da realização de corridas de outras categorias, mais cedo. Quando se recuperou e voltou a ficar à frente de Alonso, seu companheiro de equipe, o brasileiro girou na pista, quase abandonando, e voltou a cair.
A chuva foi dando trégua, e as equipes então chamaram seus pilotos para os boxes para a troca de pneus. Logo depois, Vettel perdeu a posição também para Button e ficou em terceiro, logo à frente de Webber, que havia recém-tomado a quarta colocação de Alonso.
Massa, por sua vez, buscava nova recuperação e foi quem, durante ultrapassagem, indiretamente tirou Michael Shumacher da prova. O brasileiro conseguiu a ultrapasagem sobre o ex-rival, e o alemão da Mercedes em seguida rodou na pista, sendo obrigado a abandonar a corrida.
As posições começavam a clarear, quando Hamilton perdeu o controle do carro, viu a pista ao contrário e deixou a ponta com Button. Ele até voltou a se colocar em primeiro, mas depois tomou punição por ter realizado manobra arriscada para realinhar o carro durante a rodada.
Quem comemorou foi Button, que herdou a primeira colocação e se sustentou para cruza a linha de chegada à frente sem ser ameaçado por Vettel, que viu Alonso em terceiro no retrovisor.
Como costuma fazer em suas vitórias nessas condições, Button acertou na estratégia e estava no lugar certo na hora certa. Desta vez, a conquista foi ainda mais especial: a prova é o 200ª de carreira do inglês na categoria.
A instabilidade climática e o regulamento de 2011 da Fórmula 1 proporcionaram algo raro neste domingo: uma corrida emocionante na Hungria. A pista de Budapeste, conhecida por suas provas modorrentas e sem ultrapassagens, foi palco de disputas emocionantes, ultrapassagens e saídas de pista.
Button, mais uma vez, foi quem sobreviveu em meio a tantas mudanças. Foi na Hungria, em 2006, que ele venceu pela primeira vez na Fórmula 1, com a Honda, após largar em 14º. Em outra corrida caótica.
A segunda colocação ficou com Sebastian Vettel. O alemão largou na pole, errou e perdeu a liderança para Lewis Hamilton na quinta volta. Depois, manteve-se na pista sem novas falhas e conseguiu uma importante posição na disputa pelo título.
Fernando Alonso fechou o pódio na terceira colocação, após corrida regular. O espanhol da Ferrari coneguiu mais uma vez terminar à frente de Felipe Massa na classificação - inconstante, o brasileiro chegou na sexta posição, após disputa com Mark Webber, o quinto, e Lewis Hamilton, o quarto.
Hamilton, aliás, foi o grande personagem da corrida. O inglês liderou grande parte da prova, mas rodou, errou na estratégia e ainda sofreu uma punição, ficando muito longe da briga pela vitória.
A corrida - Assim como na corrida passada, Hamilton largou da segunda posição, mas não demorou a tomar a dianteira. Enquanto na Alemanha o pole position era Webber, neste domingo ele ultrapassou Vettel. A manobra foi na quinta volta. Pressionado e com a pista lisa por conta da chuva, o alemão errou o traçado, passou da zebra, e o inglês fez a ultrapassagem por dentro.
Neste momento, Massa já havia perdido muitas posições depois de ser prejudicado por largar de posição par do grid - o lado ímpar estava mais seco em virtude da realização de corridas de outras categorias, mais cedo. Quando se recuperou e voltou a ficar à frente de Alonso, seu companheiro de equipe, o brasileiro girou na pista, quase abandonando, e voltou a cair.
A chuva foi dando trégua, e as equipes então chamaram seus pilotos para os boxes para a troca de pneus. Logo depois, Vettel perdeu a posição também para Button e ficou em terceiro, logo à frente de Webber, que havia recém-tomado a quarta colocação de Alonso.
Massa, por sua vez, buscava nova recuperação e foi quem, durante ultrapassagem, indiretamente tirou Michael Shumacher da prova. O brasileiro conseguiu a ultrapasagem sobre o ex-rival, e o alemão da Mercedes em seguida rodou na pista, sendo obrigado a abandonar a corrida.
As posições começavam a clarear, quando Hamilton perdeu o controle do carro, viu a pista ao contrário e deixou a ponta com Button. Ele até voltou a se colocar em primeiro, mas depois tomou punição por ter realizado manobra arriscada para realinhar o carro durante a rodada.
Quem comemorou foi Button, que herdou a primeira colocação e se sustentou para cruza a linha de chegada à frente sem ser ameaçado por Vettel, que viu Alonso em terceiro no retrovisor.
Grand Prix é teste e preparação para o Brasil Seleção feminina estreia na madrugada de quinta para sexta-feira em[br]busca do nono título na história da competição
Rafael Vergueiro - O Estado de S.Paulo
Campeã olímpica em Pequim 2008, a seleção brasileira feminina de vôlei começa nesta semana o último grande teste antes das competições classificatórias para os Jogos de Londres 2012. O Grand Prix, que terá início na madrugada de quinta para sexta-feira - o Brasil estreia em Busan, na Coreia do Sul, contra o Japão -, é visto pelas jogadoras como uma grande oportunidade para mostrar serviço e ficar no grupo de José Roberto Guimarães.
"O Grand Prix é um dos torneios mais visados por todas aqui, certamente o mais forte antes da Copa do Mundo e Olimpíada", afirma a levantadora Dani Lins, que disputa posição com Fabíola, a titular no Mundial do ano passado.
"O elenco para a Olimpíada ainda não está fechado", ressalta o técnico Zé Roberto, para motivar as atletas.
Depois do Grand Prix, o Brasil disputará o Sul-Americano, em setembro, competição que dará vaga para a Copa do Mundo, em novembro, torneio que classificará três seleções diretamente para os Jogos de Londres.
Além dos testes e preparação, a seleção brasileira entra no Grand Prix para se recuperar das decepções do ano passado, quando foi vice da competição e perdeu a decisão do Mundial para a Rússia.
"Parece que todo mundo sempre resolve jogar bem contra o Brasil", brinca Dani Lins, que reconhece as russas como as principais rivais. "É a nossa joanete, sempre uma pedra no sapato da seleção."
Retornos. Estrelas da seleção brasileira, as ponteiras Mari e Paula Pequeno sofreram com lesões e não puderam disputar o Mundial 2010. Agora, voltam a disputar uma competição importante com a camisa verde e amarela e querem mostrar que ainda podem jogar em alto nível.
As outras convocadas para os primeiros jogos do Grand Prix são Natália, Fernanda Garay, Sassá (ponteiras), Sheilla, Tandara (opostas), Thaisa, Adenízia, Fabiana e Juciely (centrais) e Fabi (líbero).
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