Robinho rebate diretoria: 'Santos não enviou representante para contratar' Por meio de longo texto publicado no site oficial do atleta, estafe do Rei das Pedaladas nega que ele tenha pedido salário impraticável

O estafe de Robinho publicou um comunicado no site oficial do jogador, nesta quinta-feira, rebatendo declarações do presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro dadas à Rádio Bandeirantes, de que o Milan baixou sua pedida para € 6 milhões para facilitar a negociação, mas que o jogador pediu salários impraticáveis, e até mesmo o ex-atacante Coutinho, que disse que o Rei das Pedaladas não é um ídolo santista e que sua contratação não seria uma boa.

- Em primeiro lugar, não é verdade que o Milan aceitou um pagamento de “menos de € 6 milhões”: a representante de Robinho é quem fez toda a intermediação entre o Santos e o Milan (já que um clube da grandeza do Santos não enviou nenhum representante, em momento algum, para tentar contratar o jogador). E o valor pedido pelo Milan – apesar de muito facilitado – foi bem maior que esse… ainda tomamos o cuidado de perguntar hoje (quinta-feira) para o Milan, que confirmou que não houve nenhuma aceitação de redução de sua parte – diz trecho do texto.
Robinho, Milan x Atalanta (Foto: Reuters)Sonho do Santos, Robinho não gostou das declarações do presidente Luis Alvaro (Foto: Reuters)
De acordo com o estafe do jogador, Robinho também não pediu salários impraticáveis no futebol brasileiro e teria aceitado receber 35% a menos dos seus vencimentos no clube italiano.

- Robinho tem um contrato por mais um ano com o Milan e já teve várias propostas para ganhar até mais do que ganha atualmente, em outros clubes: ainda, antes de solicitar uma negociação com o Santos, o jogador tinha a possibilidade de renovação com o próprio Milan.
 
- Entre benefícios e salários, Robinho ganha infinitamente mais do que a diretoria do Santos propôs. Aliás, propôs não porque uma proposta concreta nunca houve também. Só existia a pergunta da diretoria do Santos de quanto o jogador ganha e quanto o mesmo poderia diminuir de salário para jogar no Santos; e a promessa de que iriam fazer “contas” e ver uma operação para tentar possibilitar a negociação. Em números, o jogador Robinho abriu mão por volta de 35% do seu ganho atual, por ano, para ir jogar no Santos - afirma o texto publicado pelos representantes do jogador.
Irritado, Robinho fez uma promessa: com a atual direitoria do Peixe, não negocia mais.
- Infelizmente, com a atual diretoria é totalmente impossível qualquer nova abertura de negociação e de ocorrer sua volta ao Santos FC.

Sobre as declarações do ex-atleta do Santos e da seleção brasileira Coutinho, de que Robinho saiu pelas portas do fundos do Peixe, em 2005, e não deveria retornar agora, o estafe de Robinho rebateu da seguinte forma:

- Aos ex-jogadores que andaram falando sem ter conhecimento de causa (ao menos deveriam ter, já que conhecem o mundo do futebol) só temos a dizer que, infelizmente, a realidade mostra que quando um ex-jogador começa a ofender e criticar publicamente outro (sem o mínimo de ética e respeito), de duas, uma: ou é uma pessoa frustrada, que infelizmente não teve muita oportunidade de guardar dinheiro; ou é uma pessoa igualmente frustrada, que precisa pegar carona no nome dos outros para aparecer. 


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Semifinal LUTAR, LUTAR, LUTAR! ATLÉTICO-MG BATE NEWELL’S NOS PÊNALTIS E VAI À FINAL Galo ganha por 2 a 0 no tempo normal e garante classificação nas cobranças finais. Victor, histórico, pega o último chute

Lutar, lutar, lutar! Para vencer, vencer, vencer! Mais do que uma canção, a mensagem embutida no hino do Atlético-MG foi uma ordem para time e torcida nesta histórica noite de quarta e madrugada de quinta-feira no Independência. Vitória por 2 a 0 no tempo normal e posterior triunfo nos pênaltis, por 3 a 2, colocaram o Galo na final da Libertadores da América pela primeira vez. Victor, desde já eterno, foi novamente salvador. Pegou o último pênalti, de Maxi Rodríguez, e garantiu a classificação - como fizera contra o Tijuana nas quartas de final.
Guilherme gol Atlético-MG contra Newell´s  (Foto: AP)Jogadores do Atlético-MG festejam em campo: o Galo está na final! (Foto: AP)
Bernard, logo com três minutos, fez o primeiro gol do Atlético-MG. Havia uma eternidade para encontrar pelo menos mais um. E ele saiu no final, após um apagão no estádio, com Guilherme. Nos pênaltis, em um drama sem igual para a torcida alvinegra, Alecsandro, Guilherme e Ronaldinho Gaúcho fizeram, Jô e Richarlyson perderam e Victor pegou a última batida - depois de Casco e Cruzado também errarem.
O jogo teve incidentes. Terminou apenas na madrugada de quinta-feira. No primeiro tempo, parou por nove minutos para atendimento ao goleiro Guzmán. Na etapa final, parte do sistema de iluminação do Independência caiu, e a bola ficou sem rolar por 11 minutos. No momento da interrupção, o Atlético estava mal na partida. No retorno, fez o segundo gol. E foi aos pênaltis. E foi à final.
1 a 0 em um primeiro tempo de 54 minutos
Ronaldinho Gaúcho jogo Atlético-MG contra Newell´s (Foto: AFP)Ronaldinho encaixa passe genial para Bernard
fazer o gol do Galo no primeiro tempo (Foto: AFP)
O Independência nem precisava de um gol tão cedo para chacoalhar o time do Atlético-MG. A torcida nem precisava de um presente tão precoce, tão grande, para gritar mais e mais e mais. Mas aconteceu. Três minutos, apenas três minutinhos, e o Galo já pulou na frente.

O passe de Ronaldinho foi uma preciosidade. Ele encontrou um daqueles espaços que só os craques percebem. Recebeu, pensou durante meio segundo e já acionou Bernard. Entre os zagueiros, deixou o garoto livre, como quem diz: “Vai, filho, faz”. Enquanto o jovem meia-atacante encaixava o corpo para marcar o gol, o camisa 10 já erguia o braço direito, iniciando a comemoração. O Horto entrou em surto. Gol de Bernard, gol do Galo!
O time mineiro ficou elétrico. Cada bola valia a maior das divididas. Cada jogada valia o maior dos esforços. Lutar, lutar, lutar. Diego Tardelli cresceu no jogo aos poucos. Marcos Rocha apareceu bem pela direita. Ronaldinho centralizou as ações pelo meio. Jô brigou lá na frente. Mas do outro lado estava um bom time, um time perigoso. O Newell’s jamais deixou de avisar que poderia fazer um gol. Chute de Maxi Rodríguez, bem defendido por Victor, foi um sinal.
Nahuel Guzman goleiro atendimento jogo Atlético-MG contra Newell´s (Foto: AP)Guzmán, a figura do primeiro tempo (Foto: AP)
Mas o goleiro que roubou as atenções no jogo foi Guzmán. Fez duas defesas fundamentais, em lances parecidos, um contra Bernard, outro contra Josué. Os brasileiros receberam na área, pela esquerda, e bateram cruzado. O goleiro se agigantou na frente deles.
Em outro lance, foi atingido, involuntariamente, pela chuteira de Tardelli. Cortou a cabeça e machucou o nariz. Ficou nove minutos sendo atendido. Passou parte da etapa com a cabeça enfaixada e pedaços de algodão enfiados nas narinas. Parecia saído de uma guerra.
Por causa do atendimento a Guzmán, o primeiro tempo foi a 54 minutos. E foi aí que quase saiu o segundo gol do Galo. Jô girou sobre a zaga, avançou área adentro e levou um encontrão de Victor López. Não houve atleticano no mundo que não tivesse pedido pênalti. Mas a arbitragem nada marcou.
2 a 0 no segundo tempo de 58 minutos
O Atlético-MG voltou mal no segundo tempo. Logo na largada do período, Diego Tardelli foi agarrado na área. Pediu pênalti, novamente negado pela arbitragem. Parecia um presságio de mais pressão, de mais sufoco. Mas não seria tão fácil.
O problema é que o Newell’s voltou ligado do intervalo. Marcou melhor. E quase empatou em rápido contra-ataque. Casco recebeu na área, frente a frente com Victor, e se enrolou com a bola.
O Galo ficou nervoso. O rendimento caiu. Erros se multiplicaram. A cada minuto, o Newell’s parecia mais confortável  em campo. E aí caiu a luz. Parte dos refletores perdeu a energia. O jogo ficou 11 minutos parado. Quando foi retomado, era outro Atlético.
Entraram Alecsandro e Guilherme, na cartada final de Cuca. Cartada decisiva. Após arremesso lateral, a bola viajou para a área do Newell's e voltou no pé de Guilherme. O chute foi forte, seco, no peito do pé. O Independência soltou um urro coletivo. Gol! Gol do Atlético!
O jogo, incrível, seguiu vivo. Luan, outro a entrar, poderia ter feito o terceiro, o da classificação. Não aconteceu. A decisão foi aos pênaltis. E aí deu Galo.
As cobranças
Alecsandro foi o primeiro a cobrar. Bateu bem, no ângulo. Scocco, com uma cavadinha, empatou. Guilherme bateu o seguinte, e marcou. Vergini igualou. E aí Jô perdeu o primeiro. Bateu para fora, rasteiro. Sorte do Galo que Casco, na sequência, também errou.

Lá foi Richarlyson chutar o quarto: alto, muito alto, para fora. Mas a noite era do Atlético. Cruzado também chutou extremamente mal. Para a cobrança final, o Galo teve a segurança de Ronaldinho, com ótima cobrança. Caiu toda a pressão nos pés de Maxi Rodríguez. Victor respirou fundo, fez um sinal afirmativo com a cabeça. E entrou para a história do Atlético-MG. 

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Com um a menos, Águia segura pressão e bate Estrelão fora de casa Mesmo jogando melhor, Rio Branco perde a quarta partida na Série C

O Rio Branco teve a sua quarta derrota no Campeonato Brasileiro da Série C 2013. O representante acreano perdeu para o Águia de Marabá-PA pelo placar de 2 a 1. A partida foi realizada nesta quarta-feira (10), no estádio Arena da Floresta.
Jogo Rio Branco x Marabá (Foto: Wescley Camelo)Rio Branco erra nas finalizações e perde na Arena da Floresta (Foto: Wescley Camelo)
No começo da partida, o Rio Branco procurava retribuir o apoio dos torcedores. Logo aos quatro minutos, o Estrelão quase abriu o placar. Pedro Henrique foi na linha de fundo e cruzou para Juliano César, mas o atacante cabeceou para fora.
Logo em seguida, outra oportunidade estrelada. Lançamento para a área que Selmir deixou passar e a bola sobrou para Juliano César que chutou para a defesa do goleiro Jair.
O Águia de Marabá usava as jogadas com o lateral Rafinha para chegar ao ataque. Já o Rio Branco seguia perdendo chances de gols. Aos 14 minutos, depois de cobrança de escanteio, o volante Ismael subiu mais do que a zaga do Águia, mas acabou cabeceando para fora.
Faltando um minuto para o final da primeira etapa, o Águia chegou a seu gol. Lançamento de Flamel, a zaga estrelada 'bate cabeça' e Danillo Galvão chutou para fazer o primeiro gol do jogo.
Na etapa final, as equipes fizeram alterações. O Rio Branco continuou comandando as jogadas de ataque. Enquanto o Águia recuou e usava os contra-ataques para levar perigo ao goleiro Paulo Musse.
O Rio Branco quase empatou a partida aos 20 minutos. Cobrança de falta de Pedro Henrique, mas o goleiro Jair evitou o gol.  Dez minutos depois o Águia chegou ao seu segundo gol.
Perdendo de dois gols, o Rio Branco partiu para o ataque. Pretinho recebeu a bola dentro da área e foi derrubado. O árbitro Luciano dos Santos marcou pênalti. Marcelo Brás cobrou e diminuiu o placar.
O Rio Branco ainda teve outras chances, mas o placar seguiu sem mudança até o final. Com esse resultado, o representante acreano segue sem vencer na Serie C. O Águia chegou a sete pontos e ocupa a quarta colocação na tabela.
RIO BRANCO  1  X  2  ÁGUIA DE MARABÁ
Paulo Musse, Araújo Jordão, Zé Adriano, Eric e Pedro Henrique; Araújo Goiano, Ismael (Pretinho), Danilo Portugal (Marcelo Brás) e Geovani; Selmir (Diego) e Juliano CésarJair, Rafinha, Fred, Bernardo e Anderson Luiz; Fábio Oliveira (Marcel) Mael, Júnior Timbó (Kenno) e Flamel; Carlinhos e Danillo Galvão
Técnico: Everton GoianoTécnico: João Galvão
Gols: Danillo Galvão (44' do 1T) e Kenno (30' do 2T) para o Águia e Marcelo Brás (31' do 2T) para o Rio Branco
Árbitro: Lucianos dos Santos - Assistentes: José Araújo Sabino e Larissa Gabrielly Ferreira
Local: Arena da Floresta - Data: 10/07/2013 
 


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Ronaldinho não esconde emoção com a final: ‘Me sinto um garoto’ Craque do Atlético-MG abre um sorriso e agradece relação com a torcida

Ronaldinho Gaúcho comemoração vitória Atlético-MG (Foto: AP)Ronaldinho Gaúcho comemora vitória (Foto: AP)
Jogador mais vitorioso do elenco do Atlético-MG, Ronaldinho Gaúcho não escondeu a emoção, após a vitória sobre o Newell’s Old Boys, da Argentina, nos pênaltis. O Galo, depois de vencer no tempo normal por 2 a 0, derrotou os adversários nas penalidades por 3 a 2, após uma defesa de pênalti de Victor. Maxi Rodriguez, o craque da equipe portenha, foi quem desperdiçou a última cobrança. Ronaldinho Gaúcho, com sorriso escancarado no rosto, falou da satisfação de chegar à decisão da Libertadores.
- É uma alegria, que não tem como explicar. Desde que cheguei ao Atlético-MG a torcida me abraçou. Meu maior sonho é dar essa alegria ao torcedor. É o que me motiva a continuar. Me faz sentir um garoto outra vez.
Ronaldinho Gaúcho não fez uma partida espetacular. Porém, nos momentos mais difíceis, chamou a responsabilidade, como na cobrança de pênalti, convertida com muita categoria. O craque sabe que entrou na história do clube, já que, pela primeira vez, o Galo decidirá uma Taça Libertadores.
- Fico muito feliz de poder entrar para a história do clube. Agora estou aí na briga para conquistar uma Libertadores. São títulos inéditos que me motivam. A Libertadores é um desses. Me sinto um garoto para continuar a correr e a fazer o que eu gosto.
Agitação alvinegra
Ronaldinho Gaúcho afirmou que estava com dificuldade de se conter. O nervosismo tomou conta na disputa de pênaltis.
- Agora é acalmar o coração, mas, daqui a pouco, nos agitamos de novo. Estamos cada vez mais perto, cada vez com mais emoção. É muito bom, é uma torcida que merece toda a alegria, todos os títulos. Por isso que tenho a vontade de dar esse presente a eles.
Na decisão, o Atlético-MG enfrentará o Olímpia, do Paraguai. A primeira partida será em Assunção, na próxima quarta-feira, dia 17 de julho. A segunda e decisiva, em Belo Horizonte, no dia 24. Para o primeiro confronto, Bernard, suspenso, está fora. 

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Empate em casa não abala santistas, que acreditam em reviravolta Galhardo, Arouca e Montillo acreditam que Peixe tem condições de buscar classificação diante do Crac em Catalão. Santos ficou no 1 a 1 na Vila

Empatar em 1 a 1 com o Crac, na Vila Belmiro, não era o resultado esperado pelo Santos nesta quarta-feira, pela Copa do Brasil (confira os melhores momentos). O que não significa que o elenco santista tenha deixado o gramado abatido. Pelo contrário. Ao menos é o que os alvinegros que estiveram em campo deixaram claro após a partida.
- Não era o resultado que esperávamos, mas não tem nada perdido - resumiu Arouca, que deixou o gramado aos 28 minutos do segundo tempo, com dores. O volante será submetido a exames nesta quinta-feira.
- Acho que no jogo da volta, temos tudo pra reverter o resultado e classificar - garantiu o lateral-direito Rafael Galhardo, que foi substituido aos 19 minutos da etapa final, para dar lugar a Bruno Peres.
- A gente tem que ir lá (em Catalão) e procurar o resultado. No segundo tempo, a gente não entrou como no primeiro - complementou o meia Montillo.
Santos x Crac - Copa do Brasil (Foto: Ivan Storti/Divulgação Santos FC)Jogadores de Santos e Crac disputam bola no alto. Tira teima é dia 24 (Foto: Ivan Storti/Divulgação Santos FC)
O Santos dominou as ações na primeira etapa e inaugurou o marcador com Leandrinho. No segundo tempo, porém, o Peixe caiu de produção e deu mais espaços ao Crac, que chegou ao empate com o zagueiro Ben-Hur, de cabeça.
Com o resultado, uma igualdade em 0 a 0 dá a vaga aos goianos no jogo de volta. Um novo 1 a 1 leva a decisão da vaga aos pênaltis. Empates a partir de 2 a 2 classificam o Alvinegro Praiano - que também pode avançar de fase caso obtenha um triunfo simples - às oitavas de final.
A partida de volta ocorre no próximo dia 24, às 21h50m (de Brasília), no Genervino da Fonseca, em Catalão. Antes disso, o Santos joga sábado, às 18h30m (de Brasília), com a Portuguesa, na Vila Belmiro, pela sétima rodada do Campeonato Brasileiro. 
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CEARÁ Deixa pra depois

Mesmo após mau resultado contra o Icasa, técnico alvinegro ensaia manter a escalação no confronto diante do ASA
Na derrota para o Icasa em Juazeiro do Norte, estreia do técnico Sérgio Guedes, o desempenho do Ceará foi abaixo até do que o time havia jogado nas seis rodadas anteriores à paralisação da Série B do Brasileiro para a Copa das Confederações.

Aposta do treinador Sérgio Guedes seria na continuidade da formação para dar mais entrosamento ao time titular alvinegro FOTO: BRUNO GOMES

Assim, nada mais natural que, na retomada dos trabalhos, crescesse a expectativa por mudanças na equipe para enfrentar o ASA, dia 13, no Castelão.

Mas no treino técnico-tático de ontem o técnico contrariou a lógica e manteve a mesma formação que iniciou a partida de sábado. Exceto por Dionantan - titular na ausência de Fernando Henrique, que viajou ao Rio para uma audiência de uma ação que move contra o Fluminense, seu time - a equipe foi a mesma: Marcos, Douglas, Anderson Marques e Vicente; Hamilton, João Marcos e Ricardinho; Rychely, Macena e Magno Alves.

Com a decisão, Sérgio Guedes dá a entender que gostou da equipe que iniciou a partida, e que os atuais reservas - e com potencial para serem titulares - como o volante Diogo Orlando e o meia Rogerinho terão de esperar mais um pouco.

Guedes perdeu até opções, como Eric, lesionado, e Lulinha, suspenso, e ainda pode não ter Romário. Este, com dores no tornozelo, será avaliado hoje.

O volante João Marcos opinou sobre a manutenção da equipe, mesmo após a derrota, apostando na busca por entrosamento. "Ele (o técnico) quer dar um padrão para o time. O Sérgio aposta nessa formação e temos de nos esforçar ao máximo para fazer o que ele pede. A gente acredita que assim, teremos bons resultados", analisou ele.

Voto de confiança
Para João Marcos, o técnico acertou ao insistir com a equipe nos primeiros treinamentos. "Não se dá um padrão ao time mexendo muito. O pensamento dele é esse, e é correto. Ele está apostando nessas escolhas e temos de fazer o melhor trabalho, dar mais intensidade ao jogo, estarmos mais ligados na defesa e no ataque. É preciso respeitar os onze que ele escolheu", finalizou.

VLADIMIR MARQUESREPÓRTER  


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Jogada FUTSAL Maracanã bate o Sumov

Lutando para avançar à próxima fase do Estadual-2013, o time de Maracanaú bateu o lanterna por 4 a 2
O Ginásio Paulo Sarasate foi palco, ontem, de mais uma partida do Campeonato Cearense de Futsal. Maracanã e Sumov duelaram pela oitava rodada do Grupo A da competição e fizeram movimentado jogo. Os maracanauenses levaram a melhor ao vencer o confronto por 4 a 2.

O Maracanã venceu o Sumov pela segunda vez na temporada. No dia 8 de junho, os maracanauenses derrotaram os rivais por 2 a 0, pela 3ª rodada Foto: Kiko Silva
Com a vitória, o Maracanã chega aos 16 pontos, pulando para a vice-liderança do grupo. Novamente derrotado, o Sumov continua na lanterna com quatro pontos conquistados. Restam duas rodadas nesta fase do Estadual-2013.

O jogo

A partida começou com o Sumov mostrando maior poder ofensivo. Com pouco mais de um minuto, o artilheiro Serginho mandou um petardo para a meta defendida por Valter, que defendeu com maestria.

Passado o bom início, o jogo teve uma inversão de papéis. Antes acuado, o Maracanaú partiu para o ataque e não tomou conhecimento dos sumovianos. Foram cinco minutos de intensa pressão e de boas defesas do goleiro Ricardo.

O volume de jogo da equipe maracanauense parecia não surtir efeito. Apesar do bom trabalho com a bola no setor defensivo, os passes sempre encontravam os atacantes marcados ou em condição ruim de jogo.

A vida do Maracanã melhorou apenas na metade do primeiro tempo. Percebendo a barreira humana na zaga do Sumov, a equipe optou por triangulações com velocidade, e foi assim que Júnior Piu-Piu abriu o placar. O atleta recebeu passe de Rafael da esquerda para balançar as redes do Paulo Sarasate.

Em nova triangulação rápida, o Maracanaú chegou ao segundo gol com Thompson, que recebeu de Marquinhos, deixou Windston no chão e definiu.

O Sumov mudou de postura e marcou seu primeiro tento. Caio chutou na saída do goleiro, a bola bateu na trave e entrou. A arbitragem, contudo, deu o gol para o atleta Bob.

No 2º tempo, o Maracanã aproveitou o desespero sumoviano para marcar. Rafael aproveitou a ausência do goleiro rival, que estava na linha, para chutar desde a zaga e marcar.
O Sumov voltou a diminuir com Bob, mas Rafael repetiu a dose nos segundos finais para fazer o quarto e o último do jogo.  


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NOSSO FUTEBOL COM ERNANDO MESQUITA.