O Vasco não vencia o Flamengo há 9 anos pelo Brasileiro, mas isso acabou neste domingo. Em um jogo muito fraco, o Vasco conseguiu sua primeira vitória no Brasileiro no “estilo Celso Roth”, que fez sua estreia nesta noite em Cuiabá: muita marcação e contra-ataque fatal. Foi assim que saiu o único gol da partida. Num contra-ataque rápido, Madson encontrou Riascos sozinho na área e, de peixinho, o atacante marcou o gol da vitória. Após o gol, o Fla teve 68% de posse de bola, mas só conseguiu finalizar com perigo uma vez, aos 34 do segundo tempo, em chute de Paulinho após cobrança de escanteio de Alan Patrick.
Com a vitória, o Vasco sobe uma posição e vai para a 19ª posição. O Fla também segue no Z-4, com 7 pontos, na 17ª posição. O próximo desafio do time de Celso Roth será contra o Avaí em São Januário na quarta-feira às 19h30. Já o Fla pega o JEC na Arena Joinville na quarta-feira às 22h.
O jogo
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Com muitos erros de passes, a primeira etapa foi muito pobre de futebol. Logo aos cinco minutos. Cristianno deu bobeira na saída de bola, Everton roubou a redonda, avançou em velocidade, mas foi desarmado na hora do chute. Na primeira jogada de perigo, aos 15 minutos, saiu o primeiro gol do clássico. Madson chegou até a linha de fundo em velocidade e cruzou, aproveitando erro de Anderson Pico, que escorregou no lance. Riascos subiu sozinho na área e, de peixinho, marcou um belo gol para o Vascão. O Fla tinha a posse de bola, mas não sabia o que fazer com ela. O time de Celso Roth ficava atrás e apostava no contra-ataque rápido. Após erro de Márcio Araújo, aos 26 minutos, Riascos roubou a bola no meio de campo e lançou Gilberto, que chutou forte, mas para fora. A única finalização do Fla saiu em chute de Pico, que arriscou de muito longe, mas a redonda foi direto para fora.
Segunda etapa
Cristovão Borges colocou Alan Patrick na vaga de Anderson Pico, deslocando Everton para a lateral esquerda. O time melhorou um pouco. Aos cinco minutos, o meia ex-Palmeiras rolou para Canteros, que chutou de fora da área. O Rubro-Negro passou a arriscar os chutes de fora da área, mas sem acertar o alvo. Vendo extrema dificuldade de seu time para criar jogadas, Cristovão colocou Cirino e Paulinho nas vaga de Eduardo da Silva e Everton. Nada aconteceu. Assim como em diversos outros jogos, o Fla continou com a posse de bola, mas só conseguiu assustar Charles numa jogada de bola parada. Aos 34 do segundo tempo, após cobrança de escanteio, Wallace dominou na área e tocou para Paulinho, que chutou forte e Charles fez a sua única defesa na partida. O Fla seguiu pressionando, mas esbarrou na boa marcação do Vasco e na sua limitação técnica e tática.
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Com magia: Valdívia marca golaço de falta, e Inter vence Santos no Beira-Rio Meia entra no segundo tempo, anota gol decisivo em cobrança de falta surpreendente e devolve tranquilidade aos gaúchos enquanto paulistas se aproximam do Z-4
Valdívia não carrega consigo apenas o apelido do meia chileno. O garoto colorado também soube incorporar a tão conhecida magia. Só isso pode explicar a forma com que o Inter venceu o Santos, na noite deste domingo, pela nona rodada do Brasileirão. Voltando de lesão, Valdívia entrou no segundo tempo e acertou o ângulo de Vladimir numa cobrança de falta improvável, com toda a cara de cruzamento, mas que sacudiu a rede do Peixe numa suave finalização. Golaço e 1 a 0 para os gaúchos, que voltam a vencer após duas rodadas e muita pressão interna por resultados.
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Aliás, vencer no Inter é sinônimo de jogar no Beira-Rio. O time ainda não perdeu em casa neste ano em partidas oficiais e só havia amealhado um ponto nos dois duelos consecutivos fora de casa neste Brasileirão. O Santos, por sua vez, mantém a sina de visitante comportado, não triunfa longe da Vila Belmiro há três meses. Também tem sua reação brecada, após suplantar o Corinthians no clássico paulista.
A vitória leva o Inter aos 13 pontos, na décima colocação, enquanto o Santos, ainda com dez pontos, é 14º e volta a flertar com a zona de rebaixamento. Na próxima rodada, ambos atuam fora de casa. O Colorado visita o líder Sport na quarta-feira e o Peixe desafia o Fluminense no Rio, na quinta.
Valdívia surpreende e encobre Vladimir no lance que decidiu o jogo (Foto: Diego Guichard/GloboEsporte.com)
Até os 14 minutos, o lance mais interessante da partida havia sido a lesão de Alisson, que deixou o campo com dores na coxa esquerda, dando lugar ao irmão Muriel. A má sorte do goleiro colorado virou senha para o resto dos jogadores acordarem. A partir daí, o jogo melhorou e muito, apesar das poucas chances reais de gol.
Recém-ingresso, Muriel teve que trabalhar ao menos três vezes com certa dificuldade. O lance de maior perigo do Santos saiu de um lançamento de Lucas Lima para Ricardo Oliveira, que chutou rasteiro, aos 25 minutos. Um pouco antes, o momento de grande frisson do Beira-Rio, com Ernando cabeceando no travessão após escanteio de D'Ale. O argentino voltava de lesão e estreava no Brasileirão. Destacou-se com belos dribles e lançamentos para Nilmar, que não conseguiu furar o bloqueio de Vladimir.
O Inter tentou colocar magia no segundo tempo, com Valdívia na vaga de Alan Ruschel, mais um lesionado na equipe colorada. Mas o panorama demoraria a se alterar. O Colorado seguia insistente, porém protocolar. O Santos só queria se defender e assustar na velocidade. Valdívia, até então apagado, transformou uma cobrança de falta no canto esquerdo do ataque em gol. Aos 31, em vez de cruzar, encobriu Vladimir, em golaço surpreendente no Beira-Rio. Um grão de inspiração suficiente para mexer e definir o placar.
Valdívia celebra gol decisivo no Beira-Rio (Foto: Diego Guichard/GloboEsporte.com)
Varjota Esportes - Ce. / Globoesporte.
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Aliás, vencer no Inter é sinônimo de jogar no Beira-Rio. O time ainda não perdeu em casa neste ano em partidas oficiais e só havia amealhado um ponto nos dois duelos consecutivos fora de casa neste Brasileirão. O Santos, por sua vez, mantém a sina de visitante comportado, não triunfa longe da Vila Belmiro há três meses. Também tem sua reação brecada, após suplantar o Corinthians no clássico paulista.
A vitória leva o Inter aos 13 pontos, na décima colocação, enquanto o Santos, ainda com dez pontos, é 14º e volta a flertar com a zona de rebaixamento. Na próxima rodada, ambos atuam fora de casa. O Colorado visita o líder Sport na quarta-feira e o Peixe desafia o Fluminense no Rio, na quinta.
Valdívia surpreende e encobre Vladimir no lance que decidiu o jogo (Foto: Diego Guichard/GloboEsporte.com)
Até os 14 minutos, o lance mais interessante da partida havia sido a lesão de Alisson, que deixou o campo com dores na coxa esquerda, dando lugar ao irmão Muriel. A má sorte do goleiro colorado virou senha para o resto dos jogadores acordarem. A partir daí, o jogo melhorou e muito, apesar das poucas chances reais de gol.
Recém-ingresso, Muriel teve que trabalhar ao menos três vezes com certa dificuldade. O lance de maior perigo do Santos saiu de um lançamento de Lucas Lima para Ricardo Oliveira, que chutou rasteiro, aos 25 minutos. Um pouco antes, o momento de grande frisson do Beira-Rio, com Ernando cabeceando no travessão após escanteio de D'Ale. O argentino voltava de lesão e estreava no Brasileirão. Destacou-se com belos dribles e lançamentos para Nilmar, que não conseguiu furar o bloqueio de Vladimir.
O Inter tentou colocar magia no segundo tempo, com Valdívia na vaga de Alan Ruschel, mais um lesionado na equipe colorada. Mas o panorama demoraria a se alterar. O Colorado seguia insistente, porém protocolar. O Santos só queria se defender e assustar na velocidade. Valdívia, até então apagado, transformou uma cobrança de falta no canto esquerdo do ataque em gol. Aos 31, em vez de cruzar, encobriu Vladimir, em golaço surpreendente no Beira-Rio. Um grão de inspiração suficiente para mexer e definir o placar.
Valdívia celebra gol decisivo no Beira-Rio (Foto: Diego Guichard/GloboEsporte.com)
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Kléber estreia, Coxa bate Cruzeiro e chega à segunda vitória no Brasileiro Triunfo na rodada não tira Coritiba da zona de rebaixamento do Brasileirão; time mineiro perde a segunda sob o comando de Vanderlei Luxemburgo
Kléber Gladiador estreou pelo Coritiba com vitória (Foto: Giuliano Gomes/ Agência PRPRESS)
Mesmo com a vitória, o Coritiba permanece na zona de rebaixamento do Campeonato Brasileiro, com sete pontos. O Cruzeiro também não faz boa campanha.Com 10 pontos, está na 12ª colocação.
Pela próxima rodada, a 10ª do Brasileirão, os dois times jogam quarta-feira. O Coritiba pega o Atlético-MG, às 21h (de Brasília), no Estádio Independência, em Belo Horizonte. O Cruzeiro permanece no sul do país. Vai até Porto Alegre encarar o Grêmio, às 22h, na Arena do Grêmio.
O jogo
Em situação delicada na tabela, o Coritiba se viu obrigado a buscar o ataque desde os primeiros minutos. Como o Cruzeiro também tem o estilo de jogo ofensivo, a partida começou muito movimentada e aberta no Couto Pereira. Aos poucos, porém, os ânimos foram se acalmando. O ritmo de ambos os times diminuiu, o que tornou o jogo menos interessante. O Coritiba era mais presente no campo de ataque, enquanto o Cruzeiro esperava uma brecha pra encaixar um contragolpe.
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Como nem a presença do Coxa na intermediária cruzeirense nem os contra-ataques da Raposa funcionaram, o 0 a 0 permaneceu até o intervalo. Kléber Gladiador, que estreava pela equipe alviverde, teve atuação discreta. Os minutos finais do primeiro tempo tiveram mais reclamações com a arbitragem e catimba do que futebol propriamente dito. Deu calo na vista do torcedor que não poupou os dois times e o juiz, vaiando muito após o fim da etapa inicial.
Defesa do Coritiba teve pouco trabalho diante do ataque do Cruzeiro (Foto: Giuliano Gomes/ Agência PRPRESS)
O segundo tempo foi bem melhor do que o primeiro, até porque era difícil ser pior. Os dois times procuraram o gol com mais objetividade e menos burocracia nas jogadas de ataque. O Cruzeiro já tinha perdido duas chances claras com Willian quando o Coritiba abriu o placar. Aos 17 minutos, Rafhael Lucas, que tinha entrado pouco tempo atrás, recebeu cruzamento e cabeceou sem chances de defesa para Fábio.
O Cruzeiro se mandou para o ataque para tentar pelo menos o empate. Vanderlei Luxemburgo mandou Joel e Henrique Dourado para os lugares de Leandro Damião e Willian. As mudanças, porém, não surtiram efeito, e o Coxa teve inteligente e tranquilidade para administrar o resultado e conseguir a segunda vitória no Brasileirão, que dá alento ao time na luta para deixar o Z-4. O Cruzeiro precisa abrir os olhos. São cinco derrotas em nove jogos e a zona de perigo já aparecendo no retrovisor do time mineiro.
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Ponte Preta vence o Atlético-PR de virada e encosta no G-4 do Brasileirão Renato Cajá e Felipe Azevedo garantem a vitória da Macaca, que fica no oitavo lugar. Após sair na frente com Nikão, Rubro-Negro tropeça a terceira seguida e deixa o G-4
A Ponte Preta venceu o Atlético-PR de virada, por 2 a 1, na tarde deste domingo, no Moisés Lucarelli, pela nona rodada do Campeonato Brasileiro. O meia Nikão abriu o placar para os visitantes, mas o meia Renato Cajá e o atacante Felipe Azevedo garantiram os três pontos para o clube campineiro. A Macaca, que não vencia a três jogos, segue na oitava posição, mas agora a apenas um ponto do G-4. Ela tem 16 pontos, e o São Paulo, quarto colocado, 17. Já o Furacão chegou justamente à terceira partida seguida sem vitória. Com isso, deixou o G-4 e caiu para o sexto lugar, também com 16 pontos.
SAIBA MAIS
Lances e ficha de Ponte Preta x Atlético-PR
Confira a tabela completa do Brasileirão
No jogo deste domingo, cada time teve domínio em um tempo. Os visitantes criaram mais chances na etapa inicial, mas anotaram apenas um gol. Já a Ponte, que tinha conseguido o empate ainda no primeiro tempo, cresceu de produção após o intervalo, conseguiu a virada e poderia ter feito até mais.
A Ponte Preta vai tentar mais uma vitória diante do Corinthians, às 19h30 (horário de Brasília) de quinta-feira, na Arena Corinthians. Já o Atlético-PR vai buscar a reação contra o São Paulo, às 22h de quarta-feira, na Arena da Baixada.
Ponte Preta reage e quebra a sequência de três jogos sem vitória (Foto: Fábio Leoni/PontePress)
Ponte cresce e vira
Em busca da reação no Campeonato Brasileiro, os times apostavam em estratégias distintas. A Ponte Preta trocava passes (teve 61% de posse no primeiro tempo) tentando abrir espaços, mas encontrava dificuldades para encontrar espaços na marcação adversária. Já o Atlético-PR buscava o ataque em lances de velocidades e pelos lados do campo. Mais eficiente, ele conseguiu finalizar o triplo de vezes: 12 a quatro. Em uma delas, aos 27, o meia Nikão aproveitou cruzamento de Eduardo para abrir o placar. Mas a Macaca não se abalou. Apenas dois minutos depois, Biro Biro tocou, e o meia Renato Cajá bateu cruzado para deixar tudo igual.
Na etapa final, a Ponte cresceu de produção e passou a levar perigo ao gol rubro-negro. Biro Biro era a principal arma, com dribles em velocidade tanto pela direita quanto pela esquerda. Na melhor chance, Diego Oliveira tentou o drible, mas Otávio salvou na hora do chute. Aos 24, porém, não teve jeito. Biro Biro - sempre ele - deixou o atacante Felipe Azevedo na cara do gol para virar. O Atlético-PR, então, partiu com tudo para o ataque, mas - assim como a Macaca no primeiro tempo - teve dificuldades para ameaçar. Os mandantes tiveram espaço para ampliar, mas não aproveitaram. Os gols perdidos, porém, não fizeram falta. No fim, Ponte 2 a 1.
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No jogo deste domingo, cada time teve domínio em um tempo. Os visitantes criaram mais chances na etapa inicial, mas anotaram apenas um gol. Já a Ponte, que tinha conseguido o empate ainda no primeiro tempo, cresceu de produção após o intervalo, conseguiu a virada e poderia ter feito até mais.
A Ponte Preta vai tentar mais uma vitória diante do Corinthians, às 19h30 (horário de Brasília) de quinta-feira, na Arena Corinthians. Já o Atlético-PR vai buscar a reação contra o São Paulo, às 22h de quarta-feira, na Arena da Baixada.
Ponte Preta reage e quebra a sequência de três jogos sem vitória (Foto: Fábio Leoni/PontePress)
Ponte cresce e vira
Em busca da reação no Campeonato Brasileiro, os times apostavam em estratégias distintas. A Ponte Preta trocava passes (teve 61% de posse no primeiro tempo) tentando abrir espaços, mas encontrava dificuldades para encontrar espaços na marcação adversária. Já o Atlético-PR buscava o ataque em lances de velocidades e pelos lados do campo. Mais eficiente, ele conseguiu finalizar o triplo de vezes: 12 a quatro. Em uma delas, aos 27, o meia Nikão aproveitou cruzamento de Eduardo para abrir o placar. Mas a Macaca não se abalou. Apenas dois minutos depois, Biro Biro tocou, e o meia Renato Cajá bateu cruzado para deixar tudo igual.
Na etapa final, a Ponte cresceu de produção e passou a levar perigo ao gol rubro-negro. Biro Biro era a principal arma, com dribles em velocidade tanto pela direita quanto pela esquerda. Na melhor chance, Diego Oliveira tentou o drible, mas Otávio salvou na hora do chute. Aos 24, porém, não teve jeito. Biro Biro - sempre ele - deixou o atacante Felipe Azevedo na cara do gol para virar. O Atlético-PR, então, partiu com tudo para o ataque, mas - assim como a Macaca no primeiro tempo - teve dificuldades para ameaçar. Os mandantes tiveram espaço para ampliar, mas não aproveitaram. Os gols perdidos, porém, não fizeram falta. No fim, Ponte 2 a 1.
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Flu segura vitória com menos dois, entra no G-4 e aumenta crise do Goiás Diego Cavalieri ainda defende pênalti, em triunfo que deixa o Tricolor em quarto
Com o resultado, o Tricolor chega aos 17 pontos e está em quarto lugar, com mesma pontuação do São Paulo, que só é o terceiro colocado por ter menos cartões vermelhos recebidos. O Goiás se mantém com nove pontos, a dois pontos do Z-4. Na próxima quinta-feira, a equipe esmeraldina enfrenta o Figueirense, às 19h30, em Florianópolis. O Fluminense recebe o Santos, às 21h, no Maracanã.
O Flu encerrou o primeiro tempo com 61% de posse de bola. Isso não significou nada. O time encontrou muita dificuldade para se aproximar da área do Goiás, que foi muito rápido nos contra-ataques. Bruno Henrique, aos 9, e Felipe Macedo, aos 29, perderam ótimas chances para abrir o placar. Coube a Erick, aos 31, abrir o placar. Deixou Gum para trás e deu uma linda cavadinha na saída de Cavalieri.
Os cariocas voltaram com Lucas Gomes na vaga de Gerson no intervalo. O atacante fez a jogada que terminou com o gol de empate de Wagner, aos 7. Três minutos depois, Gum foi expulso ao cometer pênalti, mas Cavalieri defendeu a cobrança de Felipe Menezes. Aos 16, Edson virou o jogo. Aos 36, Vinícius, machucado, deixou o Flu com menos dois, mas Cavalieri, com ótima atuação, segurou o triunfo tricolor.
Edson comemora seu gol, o da vitória do Fluminense sobre o Goiás, de virada (Foto: Nelson Perez/Fluminense F.C.)
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Com direito a olé, Palmeiras mostra força e goleia o São Paulo em casa Com contra-ataques rápidos e correção nos passes, Verdão atropela o rival e sobe na tabela do Brasileirão. Tricolor se mantém no G-4, mas perde moral com a derrota
Foi um massacre. O Palmeiras passou por cima do São Paulo neste domingo, na arena alviverde, pela nona rodada do Brasileirão, com uma goleada por 4 a 0 que fez o Tricolor entrar em parafuso. Mesmo sem ter a bola na maior parte do tempo, mas apostando em contra-ataques muito bem armados, o Verdão atropelou. Leandro Pereira, Victor Ramos, Rafael Marques e Cristaldo marcaram. O Tricolor apresentou deficiência nos passes, arremates a gol e marcação. Assim, acabou virando presa fácil para o time da casa.
O São Paulo tinha esperança de revanche após o Choque-Rei do Paulistão, quando também foi mal e perdeu por 3 a 0. Ficou só na vontade. O Verdão mostrou mais uma vez quem manda na arena.
Com o triunfo, Palmeiras vai a 12 pontos e sobe para o 10º lugar. O São Paulo se mantém no G-4, mas caiu para o quarto lugar, com 17 pontos.
VEJA A CLASSIFICAÇÃO COMPLETA DO BRASILEIRÃO
Leandro Pereira festeja o gol que abriu a goleada do Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli)
O Palmeiras foi preciso, objetivo, não enrolou. Enquanto o São Paulo, com 68% da posse de bola no primeiro tempo, acertou bola na trave, com Pato, e desperdiçou três chances claras, todas em chutes errados de Michel Bastos, o Verdão mostrou como se faz: quando o espaço se abriu, o time da casa não perdoou.
Primeiro, com Leandro Pereira, chutando de primeira, de fora da área, aos 31 – a bola desviou em Souza e enganou Ceni, que chegou a desviar, mas não o suficiente para evitar o gol. O segundo, com Victor Ramos, que subiu livre para completar de cabeça a cobrança de escanteio de Robinho, aos 40.
Ao tentar reagir, o Tricolor abusou dos passes errados, entregando a bola de bandeja para contra-ataques do Verdão.
O panorama se manteve no segundo tempo: o São Paulo, que perdeu o técnico Juan Carlos Osorio, expulso no intervalo por reclamação, tinha a bola, mas não sabia o que fazer com ela. O Palmeiras, muito mais encorpado, seguiu apostando em contra-ataques rápidos, com passes certos.
Foi assim que saiu o terceiro gol, aos 13 minutos: a bola roubada no meio-campo passou por Dudu, Arouca e Egídio antes do toque final de Rafael Marques.Tudo de primeira. Detalhe: essa jogada saiu quando o Verdão tinha um a menos: Leandro Pereira se machucou e teve de deixar o campo. Cristaldo, o substituto, aguardava autorização para entrar enquanto a jogada se desenrolava.
Cristaldo, aliás, deixou o dele, completando a goleada. Com o São Paulo totalmente desorganizado, deixando enormes espaços às costas de seus laterais, o Verdão se aproveitou. Egídio acertou um cruzamento longo e achou o argentino livre para ampliar.
À essa altura, o São Paulo era uma bagunça só. Um time sem coordenação e força, o que permitiu ao Palmeiras tocar a bola e ouvir o "olé" nas arquibancadas da arena.
Varjota Esportes - Ce. / Globoesporte.
O São Paulo tinha esperança de revanche após o Choque-Rei do Paulistão, quando também foi mal e perdeu por 3 a 0. Ficou só na vontade. O Verdão mostrou mais uma vez quem manda na arena.
Com o triunfo, Palmeiras vai a 12 pontos e sobe para o 10º lugar. O São Paulo se mantém no G-4, mas caiu para o quarto lugar, com 17 pontos.
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Leandro Pereira festeja o gol que abriu a goleada do Palmeiras (Foto: Marcos Ribolli)
O Palmeiras foi preciso, objetivo, não enrolou. Enquanto o São Paulo, com 68% da posse de bola no primeiro tempo, acertou bola na trave, com Pato, e desperdiçou três chances claras, todas em chutes errados de Michel Bastos, o Verdão mostrou como se faz: quando o espaço se abriu, o time da casa não perdoou.
Primeiro, com Leandro Pereira, chutando de primeira, de fora da área, aos 31 – a bola desviou em Souza e enganou Ceni, que chegou a desviar, mas não o suficiente para evitar o gol. O segundo, com Victor Ramos, que subiu livre para completar de cabeça a cobrança de escanteio de Robinho, aos 40.
Ao tentar reagir, o Tricolor abusou dos passes errados, entregando a bola de bandeja para contra-ataques do Verdão.
O panorama se manteve no segundo tempo: o São Paulo, que perdeu o técnico Juan Carlos Osorio, expulso no intervalo por reclamação, tinha a bola, mas não sabia o que fazer com ela. O Palmeiras, muito mais encorpado, seguiu apostando em contra-ataques rápidos, com passes certos.
Foi assim que saiu o terceiro gol, aos 13 minutos: a bola roubada no meio-campo passou por Dudu, Arouca e Egídio antes do toque final de Rafael Marques.Tudo de primeira. Detalhe: essa jogada saiu quando o Verdão tinha um a menos: Leandro Pereira se machucou e teve de deixar o campo. Cristaldo, o substituto, aguardava autorização para entrar enquanto a jogada se desenrolava.
Cristaldo, aliás, deixou o dele, completando a goleada. Com o São Paulo totalmente desorganizado, deixando enormes espaços às costas de seus laterais, o Verdão se aproveitou. Egídio acertou um cruzamento longo e achou o argentino livre para ampliar.
À essa altura, o São Paulo era uma bagunça só. Um time sem coordenação e força, o que permitiu ao Palmeiras tocar a bola e ouvir o "olé" nas arquibancadas da arena.
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Em manhã de quebra de recorde, Galo faz para o gasto e bate o Joinville Léo Silva marca o único gol da vitória alvinegra para 55.987 mil torcedores presentes. Time chega à vice-liderança, mas pode cair. Catarinenses seguem em penúltimo
Os três pontos, no entanto, valeram como os de qualquer vitória mais elástica e colocaram o time na vice-liderança da competição, com 17, os mesmos de São Paulo e Grêmio. A posição, no entanto, pode ser alterada com o encerramento da rodada. O Joinville, por sua vez, permanece com quatro pontos, em penúltimo, e pode vir até a ser lanterna. Os comandados de Adilson Batista foram valentes e até tiveram chances para empatar, mas esbarram no problema crônico que vem sendo visto neste Brasileirão: a falta de pontaria. Foram apenas quatro bolas na rede em nove jogos até aqui.
Os dois times voltam a campo na quarta-feira. Novamente em Belo Horizonte, mas no Independência, o Galo recebe o Coritiba, às 21h (de Brasília). Uma hora depois, na Arena Joinville, a equipe catarinense recebe o Flamengo.
Contra retranca, bola parada
Desde os minutos iniciais ficou claro qual seria o panorama do jogo. O Atlético-MG jogando adiantado, trocando passes e pressionando o Joinville em seu campo de defesa. Por sua vez, os comandados de Adilson Batista buscavam fechar todos os espaços para tentar encaixar um bom contragolpe. A estratégia catarinense vinha dando certo, pelo menos defensivamente, Apesar de ficar sem a bola, o goleiro Agenor não era exigido.
Mas para quebrar uma defesa sólida, nada como uma jogada de bola parada, uma das fortes armas alvinegras. E foi exatamente assim que saiu o gol. Giovanni Augusto cobrou escanteio, Leonardo Silva subiu muito e mandou sem chances de defesa, aos 33 minutos.
Em desvantagem, o Joinville se viu obrigado a avançar suas peças, e em pelo menos dois contragolpes quase marcou. Porém, o máximo que conseguiu antes do apito final foi carimbar o travessão em cabeçada de Naldo. Lucas Crispim ainda levou perigo ao gol atleticano em um chute rasteiro.
Com a derrota parcial, coube a Adilson Batista adiantar suas linhas de marcação após o intervalo. E quase deu certo logo aos seis minutos, quando Kempes resolveu apertar Victor e o goleiro por pouco não protagonizou uma lambança daquelas. O Joinville conseguiu inibir a força ofensiva rival durante quase todo o segundo tempo e chegou a pressionar em busca do empate, mas o 1 a 0 insistiu em ficar eternizado no primeiro jogo das duas equipes numa manhã de domingo do Brasileirão.
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