Rildo perde a cabeça, chuta o árbitro, e o Vitória perde a quarta seguida Com gol de Thiago Carvalho, Boa Esporte ganhou do Vitória por 1 a 0, no Barradão

  Vinte minutos do segundo tempo. Rildo avança com a bola pela intermediária, cai, pede a falta e segura a bola com a mão. O árbitro não se deixa influenciar pelo jogador e marca falta para o Boa Esporte. Revoltado, Rildo levanta e arremessa a bola no árbitro Cláudio Francisco Lima e Silva. Prontamente, o atacante do Vitória é advertido com o cartão amarelo e reclama duramente até ser expulso. Não satisfeito, Rildo tenta agredir o árbitro com um chute e é colocado para fora de campo pelos companheiros.
O lance protagonizado pelo atacante rubro-negro, no retorno ao Barradão, refletiu o time nervoso que perdeu para o Boa Esporte dentro de casa, por 1 a 0, em partida válida pela 14ª rodada da Série B. Com quatro derrotas consecutivas e em queda vertiginosa na tabela de classificação, o Vitória tem se mostrado cada vez mais descontrolado, perdido em campo e sem poder de reação.
Quem não teve nada a ver com isso foi o Boa Esporte. Os mineiros jogaram em Salvador na base do contra-ataque, aproveitaram uma falha da zaga e do goleiro Fernando para garantir o triunfo na casa do adversário e subir para a 11ª colocação. Já o Vitória, que não sabe o que é pontuar desde a décima rodada, caiu para o 14º lugar e se aproximou da zona de rebaixamento.
As duas equipes voltam a jogar no próximo sábado. O Vitória enfrenta o Salgueiro no estádio Ademir Cunha, enquanto o Boa Esporte joga em casa diante do Sport.
Pressão do Vitória só no começo
Pressionado pela necessidade de vencer a partida, já que vinha de três derrotas consecutivas, o Vitória iniciou o jogo indo para cima do Boa Esporte. Nos primeiros minutos, a aposta do Rubro-Negro foi a velocidade de Nino Paraíba e Rildo, pelo lado direito, e as bolas paradas de Lucio Flavio.
No entanto, a pressão não durou muito, e o Boa Esporte, que só se preocupava em defender, começou a sair para o jogo. Com isso, deu mais espaços na zaga, e o goleiro Luis Henrique teve de se virar para garantir o zero no placar. Primeiro, defendeu um chute de Rildo, que entrou com velocidade pelo lado direito, e contou com a sorte quando Geovanni pegou o rebote e mandou a bola na trave. No último minuto da partida, Luis Henrique voltou a salvar o Boa Esporte em um chute à queima-roupa de Geovanni.
Entre uma chance e outra do Vitória, o Boa Esporte balançou a rede. Moisés aproveitou uma jogada rápida do ataque mineiro e tocou rasteiro na saída do goleiro Fernando. O que seria o primeiro gol do jogo se transformou no maior erro da arbitragem na partida: o auxiliar Rubens dos Santos Filho marcou impedimento. No entanto, dois jogadores davam condição legal a Moisés.
Rildo tenta acertar um chute no árbitro, enquanto é observado por Lucio Flavio (Foto: Agência Estado)
Rildo e o gramado: vilões da história
No segundo tempo, a situação não melhorou muito no Barradão. O Vitória continuou sem esboçar qualquer tipo de pressão para o Boa e ainda viu a rede ser balançada por Thiago Carvalho, em mais uma falha da zaga em um lance de bola aérea. Após cobrança de falta pela direita, os jogadores do Boa cabecearam três vezes, a última com direção ao gol.
Para piorar a situação do Rubro-Negro baiano, Rildo perdeu a cabeça aos 20 minutos da segunda etapa. Mas o nervoso não era só ele: no fim da partida, Neto Coruja também recebeu o cartão vermelho e vai desfalcar o Vitória na próxima partida.
Com um Leão desarticulado e ansioso dentro de campo, o gramado do estádio também não ajudou. Mesmo depois de passar quase um mês sem receber jogos por conta de uma manutenção, a grama tinha buracos e manchas, que atrapalharam os donos da casa durante a partida. No primeiro tempo, o zagueiro Alison pisou em um buraco, torceu o pé e teve de ser substituído por Léo Fortunato. Na segunda etapa, o meia Lucio Flavio também foi uma vítima do gramado, mas conseguiu se recuperar e retornar para o campo.
Além do palco mal acabado, o retorno do Vitória para sua casa não mostrou nenhuma novidade para a torcida rubro-negra, que deixou o Barradão com medo da aproximação da zona de rebaixamento e em meio a protestos contra o presidente Alexi Portela e os jogadores do clube.
 

vitória 0 x 1 boa esporte
· Fernando Leal; Nino, Alison (Léo Fortunato), Gabriel Paulista e Fernandino; Neto Coruja, Uelliton, Geraldo (Marquinhos) e Lucio Flavio; Geovanni (Marcelo) e Rildo Luis Henrique; Jackson, Marcelinho, Thiago Carvalho e Higo (Carlos César); Olívio, Claudinei, Moisés e Carlos Magno; Jheimy (Valdo) e Waldison (Pablo)
Técnico: Ricardo Silva Técnico: Nedo Xavier
Gols: Thiago Carvalho aos 12 minutos do segundo tempo
Cartões amarelos: Neto Coruja, Gabriel Paulista (VIT); Thiago Carvalho, Higo (BOA)
Cartões vermelhos: Rildo e Neto Coruja (VIT)
Data: 30/07/2011
Estádio: Barradão
Árbitro: Cláudio Francisco Lima e Silva
Assistentes: Ailton Farias da Silva e Rubens do Santos Filho          
Fonte  : Globoesporte


Paraná arranca o empate com o São Caetano, na Vila Belmiro O Azulão domina o primeiro tempo e demonstra que poderia levar a vitória, mas o Paraná reage na estapa complementar e empata o confronto

  São Caetano e Paraná saíram da Vila Belmiro com um ponto a mais na tabela da série B, após o empate em 1 a 1, no confronto válido pela 14ª rodada. Os gols foram marcados pelo atacante Luciano Mandin, para o Azulão, aos 43 minutos do primeiro tempo, enquanto o atacante Borebi empatou o confronto, aos 18 da etapa complementar.
A partida foi realizada na Vila Belmiro, em Santos, com a presença de poucos torcedores de ambos os clubes, que realizaram um espetáculo sem muitas atrações, com muitos passes errados e um jogo tecnicamente fraco.
Com o resultado, o São Caetano continua na briga com a turma de baixo da tabela, lutando para não entrar na zona de rebaixamento. O Azulão está com 16 pontos em 14 jogos, e na 15ª rodada enfrenta o Guarani, na terça-feira, às 21h (de Brasília), no estádio Brinco de Ouro.
Já o Tricolor paranaense festeja o empate, que o mantem firme dentro do G-4, com 24 pontos. O próximo compromisso será na Vila Capanema, na sexta-feira, quando recebe o Barueri, às 21h.
Paraná e São Caetano protagonizaram um jogo sem grandes destaques técnicos (Foto: Agência Estado)
 
Azulão tenta, tenta, até marcar
A ausência de um bom número de torcedores na Vila Belmiro parece ter desanimado os atletas de São Caetano e Paraná, que demoraram para mostrar algum lance mais trabalhado.
A visão de jogo do técnico Vadão foi fundamental para esquentar a partida, que se caracterizava pelos constantes erros de passes na meia-cancha. O treinador do Azulão observou que o zagueiro paranista Brinner estava improvisado na lateral-direita, abrindo uma brecha na defesa tricolor.
Para se aproveitar da situação, Vadão adiantou o seu sistema ofensivo, formado por Luciano Mandin, Antônio Flávio e Nunes.
A partir de então, o time da casa dominou o primeiro tempo, aproveitando os constantes erros da zaga paranista e imprimiu um maior ritmo de jogo, descendo, principalmente, pelas laterais.
Mandando no jogo, o São Caetano desperdiçou duas oportunidades claras, com o atacante Nunes: primeiro, aos 19 minutos, quando chutou fraco, e aos 29, quando, de frente para o gol, mandou a pelota para fora.
Porém, a defesa do Paraná não aprendeu a lição: assistiu Antônio Flávio tabelar com Luciano Mandin, que tocou para os fundos da rede, sem chances para o arqueiro Zé Carlos.
Reação tricolor
Se dependessem dos cinco primeiros minutos da etapa complementar, a história do jogo seria a mesma, com o Azulão levando perigo à meta paranista.
Mas a conversa nos vestiários do Tricolor deu resultado. O Paraná acordou e impôs um novo ritmo, movimentando mais pelas laterais, com destaque para a esquerda, nas investidas de Lima.
O técnico Roberto Fonseca também foi feliz na primeira alteração paranista: tirou o meia Rone Dias e colocou o atacante Borebi, aos 13 minutos. Bastou cinco, para o oportunista Borebi empatar o jogo, após o cabeceio de Giancarlo.
Com o empate, a situação ficou invertida, em relação ao primeiro tempo. O volante Augusto Recife, do São Caetano, tomou o segundo cartão amarelo e foi expulso. Para compensar a desvantagem, Vadão tirou Diego e Nunes, para a entrada de Fernandes e Willian Favoni.
Apesar da pressão do time paranaense, que esteve perto da virada, o Azulão segurou a pressão, com boas defesas do goleiro Leandro, e terminou com um ponto a mais na tabela da série B. Melhor para o Paraná, que retorna para Curitiba com um empate e a permanência no G-4.     
 Fonte   :Por GLOBOESPORTE.COM

Fonseca promete conversar com a equipe do Paraná O objetivo da cobrança é evitar que os erros cometidos contra o São Caetano, se repitam nas duas rodadas em casa

  O técnico Roberto Fonseca não está 100% satisfeito com a atuação da sua equipe, no empate por 1 a 1 com o São Caetano. Apesar de destacar os 30 minutos finais da partida, quando a equipe tricolor quase conseguiu a virada, o treinador declarou que vai conversar com o elenco para acertar os erros.
- Nos últimos 30 minutos, nós fomos bem, pois o jogador deles (do São Caetano) foi expulso e apertamos. Eles tiveram que fazer mais falta. Tudo fez que dificultasse mais para o adversário – analisa.
Fonseca apontou o meio-campo e a zaga paranista como um dos fatores que não renderam, na 14ª rodada da série B. Na meia cancha, Cambará e Rone Dias não conseguiram repetir uma boa atuação e na zaga, o problema foi a falta de entrosamento entre Flávio Boaventura (que saiu de campo por falta de condições físicas) com Amarildo.
- Eles deram conta do recado, mas faltou o entrosamento (sobre Boaventura e Amarildo). Quanto ao Cambará, faltou uma dinâmica. Ele é o tipo de jogador que acelera a jogada e faltou isso – comenta o treinador.
Tanta preocupação, pois os próximos dois compromissos são em casa, começando pelo Barueri, na sexta-feira, às 21h. Uma semana após, quem visita a Vila Capanema é o ABC.
- Temos dois jogos difíceis, mas a torcida contagia e nós sentimos isso – completa.       
Fonte  :globoesporte

Série C: Com gol no fim, América-RN bate o Campinense e lidera o Grupo B Frontini marca duas vezes na goleada do Ipatinga sobre o Marília. Mineiros estão no topo do Grupo C. Brasiliense derrota o Macaé e fica na cola

O América-RN recebeu o Campinense neste sábado no Estádio José Nazareno, em Goianinha-RN, e obteve o segundo triunfo em dois jogos pelo Grupo B da Terceira Divisão do Campeonato Brasileiro. A vitória por 1 a 0, diante do Campinense, foi conquistada com muito suor. O único gol da partida aconteceu somente aos 40 minutos do segundo tempo.

O atacante Wanderley, de pênalti, foi o autor do gol. No primeiro semestre, ele havia sido vice-artilheiro do Campeonato Cearense com a camisa do Guarany de Sobral. Com o resultado, o América atingiu seis pontos e lidera o Grupo B ao lado do CRB - que tem um jogo a mais. O clube alagoano enfrentou o Guarany-CE e venceu pelo placar de 2 a 0. O tradicional Fortaleza não jogou neste fim de semana e está na última posição.

Dois jogos do Grupo C também movimentaram a rodada da Série C neste sábado. Em casa, o Ipatinga superou o Marília por 4 a 1. O Brasiliense teve a visita do Macaé e fez valer o mando de campo ao vencer por 2 a 0, gols de Diego Lira e Djavan. Ipatinga e Brasiliense têm seis pontos, mas os mineiros lideram pelo saldo de gols. O lanterna é o Madureira, que folgou na rodada.

Jogos deste domingo pela Série C:


Grupo A
Rio Branco-AC x Luverdense-MT

Grupo D
Santo André x Caxias-RS
Joinville x Chapecoense          

Fonte  :Por GLOBOESPORTE.COM Goianinha, RN

Debaixo d'água, CRB é melhor em campo e derrota Guarany de Sobral No Estádio Rei Pelé, o CRB conseguiu barrar as jogadas ensaiadas do Cacique do Vale e garantiu vitória por 2 a 0. O time é vice-líder de seu grupo

                                              Por Roberto Leite Fortaleza, CE

CRB e Guarany de Sobral pela Série C (Foto: Reprodução/TV Diário)Guarasol até tentou, mas furou defesa do CRB
(Foto: Reprodução/TV Diário)
O CRB feaz valer o mando de campo e a falta de condições de um jogo com mais toque de bola para derrotar o Guarany de Sobral, em partida válida pela 3ª rodada do Grupo B da Série C do Campeonato Brasileiro. Com gols de Cadú e Ewerton, o time alagoano garantiu três novos pontos que o deixam na vice-liderança de sua chave. Com o resultado, o Guarasol caiu uma posição e é o terceiro colocado.
Debaixo de muita chuva, a partida começou com poucas chances reais de gol. O primeiro lance, de fato, de perigo, veio com o meia Geovani. O jogador invadiu a área a dversária, driblou um dos zagueiros e chutou cruzado. A bola passou raspando a trave do goleiro Ricardo.
O Guarany de Sobral só contra-atacou oito minutos depois. Niel cobrou falta da ponta esquerda da área do CRB. No cruzamento, quase Lima chegava a tempo de tocar para as redes.
Mas com o aumento da chuva, no Estádio Rei Pelé, o toque de bola do Guarany caiu de produção e, na base do esforço e da pressão, o CRB foi com tudo para cima. O resultado disso foi o primeiro gol da equipe de Alagoas, aos 40 minutos. Geovani cruzou bola e Cadú fez de cabeça! Além do oportunismo do atacante, o goleiro Ricardo saiu bem mal...
Sem ambulância
O detalhe curioso foi a interrupção do partida, aos 30 minutos do primeiro tempo, quando a única ambulância no estádio Rei Pelé deixou o estádio para levar o jogador Bilú, do CRB, para o hospital. o atleta sofreu contusão mais sério e precisou ser encaminhada a uma unidade de emergência. Com isso, o jogo  foi paralisado por cinco minutos.
Segundo tempo
Quando a bola rolou para a segunda etapa, nada mudou. A chuva era a mesma e o futebol fraco do fim do primeiro também era o mesmo. Nem as mudanças do técnico Oliveira Lopes, do Guarasol, conseguiram melhorar mais a partida.
Sem acertar o toque de bola, o Guarany pouco ameaçou. Já o CRB continuava com mais posse de bola e arriscando mais ao gol. O Cacique do Vale só levou perigo em duas oportunidades. Uma delas, aos cinco minutos do segundo tempo. Panda cobrou escanteio, a bola rebateu na zaga e, da entrada da área, Júnior Alves quase empatou para o Guarany.
Depois disso, muita pressão do CRB e o segundo gol nascido aos 26 minutos, quando Paraíba driblou toda a zaga do Guarany e foi derrubado pelo volante Ricardo Baiano, dentro da área. De quebra, o jogador do time cearense ainda foi expulso. Dois minutos depois, Ewerton convertia: 2 a 0.
Aos 36 minutos, a segunda e última chance de o Guarany de Sobral descontar o placar. Maciel cruzou para a área, o atacante Rafael desviou de cabeça e Eliomar chutou em cima do goleiro do CRB! No final, 2 a 0 para o CRB, melhor em campo!
Na próxima rodada, o CRB encara o América-RN, às 15h15min do sábado (6), fora de casa. No mesmo dia, só que às 16 horas, no PV, o Fortaleza recebe o Guarany de Sobral.       
 Fonte  : Por GLOBOESPORTE.COM

VÁGNER MANCINI Craque da estratégia

Com um elenco qualificado, o técnico Vágner Mancini tem mudado os jogos com substituições precisas
Dizem que técnico não ganha jogo e que sua participação no resultado de uma partida é mínimo se comparado a dos jogadores. Se a participação do técnico é relativizada, em muitos casos a contribuição do "professor" salta aos olhos. Um exemplo é Vágner Mancini no comando do Ceará na Série A.

Além de ter encontrado a formação ideal para a equipe - que em 9º embalou na Série A e está a cinco jogos invicto - as substituições feitas por ele têm mudado o rumo das partidas do Vovô e sendo determinantes para o resultado positivo.

Nos jogos contra América/MG, Flamengo e Atlético/PR, os últimos gols do time foram marcados por jogadores que saíram do banco de reservas. Especificamente dois jogadores. O meia-atacante Felipe Azevedo, autor do gol que fechou a vitória de 4 a 0 contra os mineiros, voltando a marcar no empate em 1 a 1 contra o Flamengo e Nicácio, o autor dos dois gols na vitória de 2 a 1 diante do Atlético/PR.

Iluminado
Os gols resultarem das modificações é apenas um dos pontos altos. As mudanças, como de Felipe Azevedo e Nicácio, e até improvisações táticas estão sendo decisivas. Nos últimos jogos, o volante João Marcos foi deslocado para a lateral-direita e atuando muito bem: foi dele o cruzamento perfeito para Nicácio marcar de cabeça o gol da vitória contra os paranaenses.

Em suma, Mancini tem sido um "iluminado" se tratando das mudanças durante as partidas. Segundo ele, tudo devido a um elenco qualificado que tem em mãos no Brasileirão, o que facilita uma mudança. "Ao contrário do Estadual, hoje na Série A tenho 25 jogadores no mesmo nível. Se eu fizer uma troca de qualquer um pelo Rudnei, Enrico, Egídio, Felipe Azevedo, Nicácio, Edmílson e o Roger que utilizarei mais a frente, manterei a qualidade do time. Quando um técnico faz uma alteração, vislumbra que o cara vai acertar. Felizmente isso tem acontecido e estamos conseguindo mudar o panorama dos jogos e conquistando os resultados".

Com um elenco tão homogêneo, Mancini incentiva a disputa acirrada dentro do time. Mas o técnico lembra não é ele quem escala e sim o jogador que souber aproveitar a chance que tiver. "Do mesmo jeito que eu cobro e dou moral aos titulares, sei que tem um cara que está louco para entrar. Cheguei a um estágio no Ceará não sou eu mais que escalo. E sim o jogador pelo que produzir em campo. O técnico escala o time no inicio do ano, depois é uma consequência natural", analisa.

O treinador escolheu a vitória contra o Atlético/PR para ilustrar a qualidade do elenco. "Essa vitória foi do grupo de jogadores. Disse isso a eles no vestiário após o jogo. Fiquei satisfeito da maneira que conseguimos a vitória", finalizou.

Saiba mais
25 Titulares
Mancini disse que tem 25 jogadores de nível similar. Isso dá um time titular, um reserva e três suplentes. Como curiosidade vamos a eles. Titulares: Diego; Boiadeiro, Fabricio, Diego Sacoman, Vicente; Michel, Heleno, João Marcos, Thiago Humberto; Osvaldo e Washington. Reservas: Fernando Henrique; Patrick, Edmílson, Erivélton e Egídio; Rudnei, Eusébio, Enrico e Diguinho, Felipe Azevedo e Nicácio. E os outros três? O atacante Roger, o zagueiro Anderson Luís e o goleiro Adílson

Definição
O Ceará embarcou ontem para o Rio de Janeiro, onde enfrenta o Fluminense no domingo. O técnico Vágner Mancini deixou de fora o meia Thiago Humberto e o atacante Roger. O meia ficou em Fortaleza para tratar da torção no tornozelo. Já o atacante teve uma conversa com o técnico e ficará treinando. "Não apressarei a estreia dele. Ainda não é a hora certa. O Roger precisa de mais ritmo e confiança", lembrou Vágner Mancini


DECEPCIONADOEvandro pede mais torcida no estádio
Após a vitória do Ceará contra o Atlético/PR na última quinta-feira, o presidente do clube, Evandro Leitão mostrou-se decepcionado com o torcedor alvinegro, que não lotou as dependências do Presidente Vargas. Com 19.400 ingressos disponíveis, um pouco mais de 13 mil pessoas foram ao estádio. "Lamento. Não sei o que é que está acontecendo. O ingresso não está caro para uma 1ª divisão e para o elenco que formamos. Eu particularmente esperava um retorno maior do nosso torcedor".

Pelo menos dois aspectos dificultam a lotação do PV por parte da torcida do Ceará: a baixa procura por ingressos e a logística do sócio-torcedor.

De acordo com o diretor administrativo do Ceará, Sérgio Costa, o clube tem cerca de 12 mil sócios adimplentes, com acesso garantido aos jogos. No entanto, a média de presença destes torcedores, é de apenas 7.500. O restante dos bilhetes que não são utilizados e não podem ser recolocados à venda. "Não podemos vender algo que já foi negociado antecipadamente. É um direito assegurado pelo nosso torcedor oficial", declarou Sérgio Costa.

Mesmo que o restante dos ingressos não utilizados pelos sócios fossem disponibilizados para venda o estádio ainda não lotaria. A média de bilhetes vendidos aos demais torcedores é de 3.500 ingressos. Atualmente 5.800 estão disponíveis à venda para a torcida.

Nem a cota de 10% destinada para a torcida visitante vem sendo solicitada. "Até hoje essa carga máxima não nos foi solicitada", lembrou o diretor de futebol, Robinson de Castro.

VLADIMIR MARQUESREPÓRTER              
Fonte   : Diário   do   Nordeste.

CONTRA O BRAGANTINO Icasa tenta reabilitação no Romeirão

Clique para Ampliar
Em seis jogos no Romeirão (na foto, duelo contra o Criciúma) o Icasa só conquistou um triunfo, que ocorreu diante do Vitória, ainda na segunda rodada da competição
FOTO: NORMANDO SÓRACLES/MISERIA.COM
Após cinco tropeços seguidos ante os olhares de sua torcida, Verdão do Cariri busca os três pontos para sair do Z-4
Pela 14ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, em um duelo de desesperados, Icasa e Bragantino se enfrentam hoje, às 16h20, no estádio Romeirão, em Juazeiro do Norte, focados em fugir da zona de rebaixamento. Com 13 pontos, os donos da casa ocupam a 18ª colocação. Já os paulistas estão numa situação um pouco melhor: depois de ocuparem a vice-lanterna da competição, conseguiram reagir e hoje estão em 15º, com 15 pontos, mas ainda ameaçados pelo fantasma do Z-4.

As duas equipes vêm de derrotas em casa na última rodada. Na terça-feira, jogando no estádio Nabi Abi Chedid, o Bragantino foi derrotado por 2 a 1 pelo Boa/MG, enquanto o Icasa, no Romeirão, perdeu por 1 a 0 para a equipe do Criciúma.

Para a partida de logo mais, o técnico Márcio Bittencourt ainda não poderá contar com seu principal reforço para a Série B, o meio-campo Sérgio Mota. O contrato do jogador com o Ceará ainda não foi rescindido e ele só estará à disposição do Verdão do Cariri no início de agosto. Diego Palhinha, atual titular da posição a ser ocupada por Mota, está suspenso. Em seu lugar, o treinador deve escalar Ribinha.

Outra dúvida está o setor do ataque. Com a transferência de Fábio Lopes para o futebol japonês e com Preto lesionado, Bittencourt deve escalar uma dupla de atacantes inédita no Icasa, composta por Marciano e Alex Afonso.

Retornos
Para os lados do time paulista, a boa notícia é que o técnico Marcelo Veiga poderá contar com o atacante Otacílio Neto, que foi absolvido na última quinta-feira pelo STJD (Superior Tribunal de Justiça Desportiva), pela expulsão na partida contra o Vitória. Além disso, Veiga poderá contar com o volante Diego, que cumpriu suspensão automática na partida contra o Boa Esporte.

Mas o treinador do Massa Bruta também terá problemas. O Braga não poderá contar com o meia Deyvid Saconni, que se recupera de um estiramento na coxa, e com o volante Leandro Bitton, que cumpre suspensão automática por ter sido expulso na partida contra o Boa.

Recuperação
Após cinco tropeços seguidos em casa, o Verdão do Cariri tenta recuperar-se perante a sua torcida e, para isto, Márcio Bittencourt deverá escalar a seguinte equipe: Marcelo Pitol; Osmar, Luis Henrique, Everaldo e Janílson; Dodó, Elielton (Ribinha), Marino e Geovani; Marciano e Alex Afonso. Já o Bragantino, deverá vir com: Gilvan; Júnior Lopes, André Astorga e Luís Carlos; Luís Felipe, Mineiro, Diego, Luis Mário e Marcinho; Lincom e Otacílio Neto.    
Fonte :  Diário  do   Nordeste.

NOSSO FUTEBOL COM ERNANDO MESQUITA.