© Rigel Salazar Cris 'Cyborg' pediu para lutar mais duas vezes ainda em 2018
Aos 33 anos, Cris ‘Cyborg’ ainda vive o auge de sua carreira profissional no MMA e parece ter pressa para aproveitar o bom momento e assim realizar o maior número de combates possível. Campeã invicta no UFC, a peso-pena (66 kg) agora faz uma campanha junto aos seus fãs para lutar mais duas vezes neste temporada. Para isso, porém, a curitibana teria que não apenas convencer a lhe dar um duelo em setembro como também encontrar uma adversária. E essa segunda parte não parece incomodá-la.
“Tem umas meninas na minha categoria que tentaram a casa do TUF mas não passaram, são meninas que poderiam ser opções para eu lutar. Na verdade, eu nunca escolho luta, só gostaria de lutar com as meninas da minha categoria, se eu tiver que lutar com as meninas de uma categoria mais abaixo, tudo bem, mas para poder crescer a categoria acho que ter mais meninas da minha categoria seria mais importante. Tem a Pam Sorenson e a Cindy Dandois, além da 'Índia' Gomes", narrou, reforçando sua campanha.
A princípio, tudo levava a crer que sua próxima oponente seria a também brasileira Amanda Nunes. No entanto, problemas físicos e pessoais fizeram com que a dona do cinturão dos galos (61 kg) só pudesse treinar para entrar no octógono a partir de dezembro, o que, para a curitibana, parece ser muito distante.
A última luta de ‘Cyborg’ no octógono foi em março deste ano, contra Yana Kunitskaya. Na ocasião, a brasileira aplicou um nocaute no primeiro round e alcançou a marca de 20 vitórias consecutivas na carreira profissional. Após o combate, ela aceitou publicamente o desafio feito por Amanda no início do ano. A ‘Leoa’, no entanto, retornou ao cage para vencer Raquel Pennington, em maio, quando machucou o pé.
“A Amanda está machucada, né? Primeiro ela estava machucada, agora ela tem problema pessoal, então não sei. Acredito que quando você não está preparado para lutar, você não desafia ninguém, né? Ela me desafiou em janeiro, falei ‘tudo bem’, e ela fala que queria seis meses, um ano para treinar. Então não desafia. Desafia quando você estiver pronta”, ironizou.
“Já estou há quatro meses sem lutar. Quero lutar o mais breve possível, estamos conversando com o UFC sobre esta luta da Amanda, não tem problema nenhum lutar com a Amanda, mas eu só queria lutar um pouco antes, acho que é muito tempo esperando no auge da minha carreira.
“A Amanda está machucada, né? Primeiro ela estava machucada, agora ela tem problema pessoal, então não sei. Acredito que quando você não está preparado para lutar, você não desafia ninguém, né? Ela me desafiou em janeiro, falei ‘tudo bem’, e ela fala que queria seis meses, um ano para treinar. Então não desafia. Desafia quando você estiver pronta”, ironizou.
“Já estou há quatro meses sem lutar. Quero lutar o mais breve possível, estamos conversando com o UFC sobre esta luta da Amanda, não tem problema nenhum lutar com a Amanda, mas eu só queria lutar um pouco antes, acho que é muito tempo esperando no auge da minha carreira.
Eu lutei em dezembro e em março. Não tenho mais problema de peso, agora é o meu peso na categoria. Procuro estar com ele baixo para não ter muito problema em estar perto do meu ideal”, completou.
Ex-campeã do Invicta e do Strikeforce, ‘Cyborg’ demorou para migrar para a maior organização de MMA do mundo pelo fato de não contar com a sua categoria de peso até então no show. Com o fato resolvido apenas em 2017, a brasileira conquistou o cinturão das penas no Ultimate ao vencer Tonya Evinger em julho do mesmo ano, posto defendido em duas oportunidades.
Ex-campeã do Invicta e do Strikeforce, ‘Cyborg’ demorou para migrar para a maior organização de MMA do mundo pelo fato de não contar com a sua categoria de peso até então no show. Com o fato resolvido apenas em 2017, a brasileira conquistou o cinturão das penas no Ultimate ao vencer Tonya Evinger em julho do mesmo ano, posto defendido em duas oportunidades.
Varjota Esportes - Ce. / MSN.
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