Caetano jogou nas categorias de base do São Paulo e do Corinthians (Foto: Reprodução/Instagram)
O meia, hoje com 34 anos, precisou mudar o estilo de jogo na Itália. “Na Itália vivi bons momentos e também alguns complicados, mais no começo, na adaptação. Sou jogador em posição delicada, pois sou meia ofensivo, posição difícil na Itália. Tive que ir me adaptando a outras posições e mudar minha características de jogo. O balanço foi muito mais positivo do que negativo, lembrou ele.
Base em clubes paulistas e admiração por Vanderlei Luxemburgo
Caetano tem um estilo de jogo criativo, inteligente e com bom arremate de fora da área. Um perfil que se assemelha ao de Nenê, que retornou veterano ao futebol brasileiro para brilhar por Vasco e São Paulo. O Tricolor Paulista, por sinal, fez parte da vida de Caetano.
“Passei sete anos no São Paulo, desde o dente de leite. Cresci no Morumbi e torcia pelo São Paulo”, disse Caetano, que depois defendeu o Corinthians ainda na base: “No momento que troquei foi uma decisão importante e difícil. Mas fui para o Corinthians com grandes objetivos e joguei com grandes nomes que hoje ainda estão em atividade”.
Depois do Corinthians, Caetano foi para o Cruzeiro onde encontrou o treinador que marcaria a sua vida profissional: Vanderlei Luxemburgo.
“No Cruzeiro tive poucas participações. Fiz um ano de juniores. O Vanderlei Luxemburgo me viu, gostou do meu futebol e me chamou para o profissional, onde fiquei um mês. Quando ia começar o campeonato ele pediu demissão e quem ficou no lugar dele pediu para eu ser emprestado. Ai resolvi sair”, explicou.
Luxemburgo, inclusive, levou Caetano para ser campeão brasileiro pelo Santos em 2004. “O Vanderlei foi para o Santos, me ligou chamando e aceitei na hora. Com certeza foi o melhor treinador que trabalhei até hoje, pois tem muito conhecimento e te dá muito fora do campo. Garante treu psicológico. É um treinador extraordinário”.
No Santos, ele jogou com Robinho e Diego, mas as lembranças de ambos são nada boas, pois, cria de São Paulo e Corinthians, teve os dois craques santistas como rivais a maioria do tempo. “Fizemos a base inteira São Paulo x Santos, jogando muito contra. O Diego foi para a Seleção de base comigo e nos tornarmos grandes amigos”, brincou Caetano.
Caetano defendeu ainda no Brasil Avaí e Athlético-PR e estuda um retorno ao futebol brasileiro em 2019, trazendo na bagagem anos de experiência na Europa.

O meia, hoje com 34 anos, precisou mudar o estilo de jogo na Itália. “Na Itália vivi bons momentos e também alguns complicados, mais no começo, na adaptação. Sou jogador em posição delicada, pois sou meia ofensivo, posição difícil na Itália. Tive que ir me adaptando a outras posições e mudar minha características de jogo. O balanço foi muito mais positivo do que negativo, lembrou ele.
Base em clubes paulistas e admiração por Vanderlei Luxemburgo
Caetano tem um estilo de jogo criativo, inteligente e com bom arremate de fora da área. Um perfil que se assemelha ao de Nenê, que retornou veterano ao futebol brasileiro para brilhar por Vasco e São Paulo. O Tricolor Paulista, por sinal, fez parte da vida de Caetano.
“Passei sete anos no São Paulo, desde o dente de leite. Cresci no Morumbi e torcia pelo São Paulo”, disse Caetano, que depois defendeu o Corinthians ainda na base: “No momento que troquei foi uma decisão importante e difícil. Mas fui para o Corinthians com grandes objetivos e joguei com grandes nomes que hoje ainda estão em atividade”.
Depois do Corinthians, Caetano foi para o Cruzeiro onde encontrou o treinador que marcaria a sua vida profissional: Vanderlei Luxemburgo.
“No Cruzeiro tive poucas participações. Fiz um ano de juniores. O Vanderlei Luxemburgo me viu, gostou do meu futebol e me chamou para o profissional, onde fiquei um mês. Quando ia começar o campeonato ele pediu demissão e quem ficou no lugar dele pediu para eu ser emprestado. Ai resolvi sair”, explicou.
Luxemburgo, inclusive, levou Caetano para ser campeão brasileiro pelo Santos em 2004. “O Vanderlei foi para o Santos, me ligou chamando e aceitei na hora. Com certeza foi o melhor treinador que trabalhei até hoje, pois tem muito conhecimento e te dá muito fora do campo. Garante treu psicológico. É um treinador extraordinário”.
No Santos, ele jogou com Robinho e Diego, mas as lembranças de ambos são nada boas, pois, cria de São Paulo e Corinthians, teve os dois craques santistas como rivais a maioria do tempo. “Fizemos a base inteira São Paulo x Santos, jogando muito contra. O Diego foi para a Seleção de base comigo e nos tornarmos grandes amigos”, brincou Caetano.
Caetano defendeu ainda no Brasil Avaí e Athlético-PR e estuda um retorno ao futebol brasileiro em 2019, trazendo na bagagem anos de experiência na Europa.
Varjota Esportes - Ce. / Gazeta Esportiva.
Nenhum comentário:
Postar um comentário