Goiás recusa as propostas iniciais de Inter, Flu e Santos por Bruno Henrique Esmeraldino confirma oferta dos três clubes para comprar o atacante de 24 anos, mas não se seduz pelos valores apresentados nas primeiras rodadas de negociação

 Bruno Henrique, atacante do Goiás (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)



Pelo menos três clubes já apresentaram propostas oficiais por Bruno Henrique: Internacional, Fluminense e Santos. No entanto, nenhum chegou aos valores desejados pelo Goiás. A diretoria esmeraldina confirma as ofertas e até admite vender o atacante, mas apenas em definitivo e por uma alta quantia, não revelada.

Quem se mostrou mais incisivo até o momento foi o Inter. Na semana passada, o Colorado enviou a Goiânia o vice de futebol Carlos Pellegrini e o primeiro vice-presidente e vice de finanças Pedro Affatato para manifestar o interesse por Bruno Henrique. A dupla fez uma oferta, que acabou rechaçada. Nesta quinta-feira, os gaúchos prometeram insistir na contratação e preparam uma nova proposta.

O Internacional tem a concorrência do Fluminense, que busca a ajuda de investidores para tentar ter sucesso na negociação. O interesse do Santos é comentado desde a reta final do Brasileirão, mas só agora o clube paulista fez proposta, que também não agradou. O São Paulo corre por fora, já que fez apenas sondagens e não avançou.

- Bruno Henrique e Erik têm recebido várias propostas. Agora, oficiais. Obviamente, não posso passar, pois pode atrapalhar a negociação. São clubes do Brasil. Ficamos um pouco em dúvida se esperamos ou não abrir a janela internacional, pois é um mercado mais interessante. Mas sempre ouvindo também a opinião do atleta - afirma Sergio Rassi, presidente do Goiás.

O contrato de Bruno Henrique com o Goiás vai até 2018. O atacante de 24 anos chegou ao Alviverde no início da temporada após se destacar pelo Itumbiara na Divisão de Acesso de 2014. Visto como aposta em um primeiro momento, foi o atleta que mais se destacou no setor ofensivo, apesar da campanha que culminou no rebaixamento goiano à Série B.

- Foi meu primeiro Brasileiro e pude corresponder da melhor maneira possível. O fator ruim foi o rebaixamento. Não queria estar nessa mancha na história do Goiás, mas aconteceu. Sou profissional e estava no bolo. Vou carregar para o resto da minha vida - avalia Bruno Henrique.   




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