Com um agasalho do Uruguai, não o mesmo do resto da equipe, ela ficava apoiada na grade de proteção que separa a quadra das cadeiras das delegações ou quando tinha vaga sentava em uma delas.
| Marcelo Ruschel/POA Press | ||
| Blanquita acompanhou as cinco partidas contra o Brasil pela Copa Davis em Montevidéu |
Alguns convidados da CBT (Confederação Brasileira de Tênis) chegaram a considerar a possibilidade de ela ser uma espécie de "macumbeira" do Uruguai.
No domingo, com mais espaço, ela se sentou tranquilamente ao lado do presidente da Associação Uruguaia de Tênis, Carlos Obregon.
Ao final do confronto, ganhou o agasalho do capitão brasileiro, João Zwetsch. Abordada pela Folha na saída da quadra, sorriu mostrando dois dentes na frente, mas virou as costas e foi embora sem falar nada.
Representante da associação uruguaia não soube informar a profissão dela.
Pablo Cuevas, que passou todo o confronto como espectador, também disse não saber.
"Blanquita é uma velha conhecida nossa. Ela sempre está presente aqui, mas também em confrontos no interior [do Uruguai]. Sempre procura arranjar alguma lembrança dos jogadores para que possa trocar depois e sobreviver", afirmou Cuevas.
O jornalista Fernando Itokazu viajou a convite da CBT
Fonte : Folha de São Paulo.

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