Daniel Akstein Batista e Sanches Filho - O Estado de S.Paulo
O Santos se acostumou a entrar como favorito nas últimas competições. Seu time, formado por Neymar, Ganso e outros jovens, tem mostrado competência e, claro, conquistado títulos. Mas a história muda quando o confronto é com o Palmeiras, ultimamente seu algoz e adversário de hoje no Pacaembu, às 18h30.
Apesar de estar em desvantagem nos números do Brasileiro (16 vitórias e 18 derrotas), o Palmeiras tem se saído bem na "era Neymar". Desde que ele estreou, o Alviverde só perdeu os dois primeiros confrontos, na semifinal de 2009, quando o garoto ainda não tinha elevado seu status.
Depois, nos últimos seis confrontos, o Palmeiras levou a melhor quatro vezes. E dois dos triunfos foram conquistados na Vila Belmiro, justamente nas campanhas vitoriosas do adversário: Estaduais de 2010 e 2011.
"Nem participei disso. Para mim, será só um grande clássico e precisamos da vitória para brigar pelo título", diz Muricy Ramalho, ignorando o mini-tabu.
Nem o favoritismo dos últimos tempos conta a favor dos santistas hoje. Afinal, o time está sem suas principais estrelas (Paulo Henrique Ganso, Neymar e Elano estão com a seleção brasileira na Copa América). Para complicar, os palmeirenses, que mandam o jogo, devem contar com a volta de Kleber e Marcos.
Apesar dos desfalques, o Santos entra mais forte do que na última rodada, quando venceu o América-MG por 1 a 0.
O retorno de Diogo (recuperado da fratura por estresse numa vértebra), para jogar ao lado de Borges, a recuperação de Danilo e a provável escalação de Felipe Anderson na armação vão dar maior equilíbrio ao campeão sul-americano.
"Estou tentando formar um time. Ainda dependo de algumas coisas", afirmou Muricy. "Estou usando o que tenho de melhor aí e mais os jogadores que estão voltando da seleção (sub-20)."
Luiz Felipe Scolari e comandados comemoram a ausência de Ganso e Neymar, principalmente, mas avisam que o Santos dará trabalho mesmo com os considerados reservas. "Se estão no clube é por que têm qualidade", ressaltou Felipão.
O treinador, aliás, espera uma melhora no time após o empate por 1 a 1 com o fraco América-MG, quinta-feira, em Sete Lagoas. "Temos de ter mais qualidade para conseguir a vitória", pediu, torcendo para o setor de criação funcionar hoje.
O zagueiro Thiago Heleno, suspenso, será o desfalque do time alviverde.
E, após duas rodadas sem atuar por causa de lesão na coxa, Kleber deve retornar ao ataque, fazendo, assim, seu sétimo jogo pelo time no Brasileiro e acabando com as esperanças do Flamengo em contratá-lo.
Apesar de estar em desvantagem nos números do Brasileiro (16 vitórias e 18 derrotas), o Palmeiras tem se saído bem na "era Neymar". Desde que ele estreou, o Alviverde só perdeu os dois primeiros confrontos, na semifinal de 2009, quando o garoto ainda não tinha elevado seu status.
Depois, nos últimos seis confrontos, o Palmeiras levou a melhor quatro vezes. E dois dos triunfos foram conquistados na Vila Belmiro, justamente nas campanhas vitoriosas do adversário: Estaduais de 2010 e 2011.
"Nem participei disso. Para mim, será só um grande clássico e precisamos da vitória para brigar pelo título", diz Muricy Ramalho, ignorando o mini-tabu.
Nem o favoritismo dos últimos tempos conta a favor dos santistas hoje. Afinal, o time está sem suas principais estrelas (Paulo Henrique Ganso, Neymar e Elano estão com a seleção brasileira na Copa América). Para complicar, os palmeirenses, que mandam o jogo, devem contar com a volta de Kleber e Marcos.
Apesar dos desfalques, o Santos entra mais forte do que na última rodada, quando venceu o América-MG por 1 a 0.
O retorno de Diogo (recuperado da fratura por estresse numa vértebra), para jogar ao lado de Borges, a recuperação de Danilo e a provável escalação de Felipe Anderson na armação vão dar maior equilíbrio ao campeão sul-americano.
"Estou tentando formar um time. Ainda dependo de algumas coisas", afirmou Muricy. "Estou usando o que tenho de melhor aí e mais os jogadores que estão voltando da seleção (sub-20)."
Luiz Felipe Scolari e comandados comemoram a ausência de Ganso e Neymar, principalmente, mas avisam que o Santos dará trabalho mesmo com os considerados reservas. "Se estão no clube é por que têm qualidade", ressaltou Felipão.
O treinador, aliás, espera uma melhora no time após o empate por 1 a 1 com o fraco América-MG, quinta-feira, em Sete Lagoas. "Temos de ter mais qualidade para conseguir a vitória", pediu, torcendo para o setor de criação funcionar hoje.
O zagueiro Thiago Heleno, suspenso, será o desfalque do time alviverde.
E, após duas rodadas sem atuar por causa de lesão na coxa, Kleber deve retornar ao ataque, fazendo, assim, seu sétimo jogo pelo time no Brasileiro e acabando com as esperanças do Flamengo em contratá-lo.
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