"A gente tem que saber que so camisa é pouco para ganhar. Além de técnica, além da genialidade, tem que colocar um algo mais", começou. "Cada um tem que dar o seu máximo, buscar o seu melhor, e dentro do campo não muda o fato de ter mais experiência ou não. Acima de tudo tem que mostrar porque está na seleção brasileira. Cada um tem que saber o peso e a responsabilidade que cada um tem", seguiu o jogador da Inter de Milão.
"Durante os treinamentos, na preparação, nas vésperas dos jogos, tem que ter uma conversa um pouco mais aberta. Tenho esse cuidado de respeitar o colega se tem 18 ou se tem 30 anos, mas minha forma de agir vai ser sempre a mesma. Procuro dar confiança, mostrar que podem sempre dar algo mais pela seleção", seguiu Lúcio, deixando claro que tanto os mais velhos como os mais jovens recebem o mesmo tipo de tratamento.
Veja trechos da entrevista coletiva com o zagueiro da seleção!
Com a chancela de servir a seleção nas mais variadas categorias desde 2000, o zagueiro também fez pedidos insinuando a necessidade de mais desejo de vitória, para arma psicológica que funciona dentro das partidas. "Uma das coisas importantes para nós é também jogar sem a bola, marcar mais, poder mostrar para o adversário que quer ganhar, e a postura dentro de campo demontra isso", disse.
Ao ldo do jovem Paulo Henrique Ganso na entrevista desta segunda em Los Cardales, local onde a seleção está concentda desde a sua chegada à Argentina, Lúcio também fez questão de explicar que as cobranças, apesar de existirem, têm limite. "A cobrança existe, mas não pode ser exagerada, não adinata gritar, espernear, levantar o braço ou dirigir uma crítica direta a um jogador senão você acaba criando um ambiente pesado aqui dentro. Cada um precisa saber que tem que dar um pouco mais, até porque os resultados não estão aparecendo, tem que ter mais energia nos jogos", encerrou.

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