O motivo da aposentadoria é o estudo. Desde que entrou na seleção, em 2005, Luísa tentou levar quatro faculdades, mas teve de trancar todas elas. Quando voltar de Guadalajara, competirá apenas por seu clube, o Adiee/Udesc.
Luísa (esq.) à frente da seleção no pódio em Guadalajara (Foto: Luiz Pires/ Vipcomm)
- É muito difícil conciliar uma boa faculdade, ir aos treinos e às viagens. Estava ficando bem difícil. E tem a questão do corpo também. É mais difícil ir para os treinamentos, as meninas são novas, você acaba tendo mais lesões, mais dores. Não é porque não aguento mais... Já é meu segundo ciclo, meu segundo Pan.Em Aracaju, onde morava com a seleção individual, Luísa passou para Engenharia de alimentos na universidade federal de lá. Em 2007, foi para a seleção de conjunto, em Vila Velha. Como não conseguiu transferir o curso, trancou a faculdade e começou a estudar Ciências Contábeis. De lá, voltou para Florianópolis, onde mora, e conciliou outros dois: Nutrição e Educação Física.
- Se a gente tivesse se classificado para as Olimpíadas de 2012, eu ficaria até lá.
Como a seleção, formada às pressas em fevereiro, não conseguiu a vaga para os Jogos de Londres (ficou como Canadá, no Pré-Olímpico de Paris), Luísa quis voltar de fato aos estudos. Nem a possibilidade de disputar as Olimpíadas do Rio em 2016 a balança.
- Estarei com 28 anos. Vou estar torcendo muito por elas - ri.
Globoesporte.com / Varjota Esportes.

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