28ª RODADA PARANÁ E OESTE EMPATAM POR 0 A 0 EM JOGO VIOLENTO E DE MUITOS CARTÕES Partida tem distribuição de 11 amarelos, um jogador com corte no supercílio e outro retirado na ambulância. Lucio Flavio perde pênalti


 

Pouco futebol e muita violência marcaram a partida entre Paraná e Oeste, que empataram por 0 a 0 na noite desta terça-feira, pela 28ª rodada da Série B do Brasileiro. A partida, que era importante para que os times tentassem se distanciar da zona de rebaixamento, teve 11 cartões amarelos, seis para os donos da casa e cinco para os visitantes. A Vila Capanema recebeu 2.374 pagantes, com renda de R$ 37.595.
Os principais exemplos do jogo ríspido foram oito pontos no supercílio do tricolor Edson Sitta e o deslocamento do braço de Serginho em uma falta no segundo tempo. O jogador do Oeste foi retirado de ambulância. Lucio Flavio ainda perdeu pênalti para o Paraná no primeiro tempo.
O placar rendeu um ponto para cada lado na tabela e colocou o Oeste na 14ª posição com 34 pontos. O seu próximo adversário será o Atlético-GO, às 19h30 de sexta-feira. O Paraná, que soma 33 pontos e está na 16ª colocação, enfrenta o Luverdense às 21h de sábado.
Paraná x Oeste (Foto: Geraldo Bubniak / Agência Estado)Paraná e Oeste fizeram jogo violento com muitos cartões amarelos. (Foto: Geraldo Bubniak / Agência Estado)
Pressionado pelo resultado, o Paraná tomou a iniciativa desde o início, fechando os espaços e criando jogadas. No entanto, a pontaria não era das melhores, e o primeiro tempo foi de chegadas perigosas e finalizações decepcionantes. Maior exemplo foi o pênalti cobrado por Lucio Flavio. O capitão tentou um chute colocado e mandou por cima do gol. O Oeste se aproveitou de algumas oportunidades de contra-ataque e obrigou o goleiro Marcos a uma boa defesa no chute do atacante Reis no canto do gol.
O segundo tempo começou violento e cheio de cartões, com o zagueiro Cleiton também sangrando após outro choque. Além das trombadas, o Oeste teve um gol invalidado por posição irregular do zagueiro Daniel Gigante. O restante da partida foi de poucas chances e muitas faltas, entre elas a que resultou no deslocamento de braço de Serginho. Com tantas paralisações por faltas e atendimento, o jogo teve acréscimos até os 52 minutos, mas que de nada adiantaram para melhorar a qualidade da partida.

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