© Rigel Salazar Cris 'Cyborg' se ofereceu para enfrentar outra oponente antes de superluta
Em tom de desabafo, Cris 'Cyborg' concedeu sua primeira entrevista após a polêmica envolvendo as datas dos contratos apresentados para sua luta contra Amanda Nunes. Depois de aceitar o duelo para setembro, a curitibana negou de forma contundente a possibilidade de esperar pela rival até dezembro, o que deu início à uma nova série de desavenças e troca de farpas públicas.
Nesta segunda-feira (16), durante entrevista ao podcast ‘Ariel Helwani’s MMA Show’, Cyborg criticou a espera forçada. Entre seus argumentos, a campeã peso-pena (66 kg) se ofereceu para enfrentar outra oponente em setembro para, aí sim, poder medir forças com Amanda, que se recupera de uma lesão no pé, no final do ano.
"Me perguntaram sobre lutar em setembro, e aceitamos. Mas falaram com a Amanda e ela não aceitou. Depois disso, perguntaram sobre dezembro. Eu aceitei setembro, estou pronta agora. Ela me desafia desde janeiro.
É ridículo. Vamos fazer agora. Quer mais seis meses... Se ela não quer lutar agora, posso fazer outra luta. Não quero esperar um ano no meu ápice, não é justo", criticou.
Depois de lutar em dezembro de 2017 e em março passado, a brasileira iniciou campanha para enfrentar Amanda Nunes, que a havia desafiado anteriormente, em julho. No entanto, a campeã dos galos (61 kg) machucou o pé direito durante seu último combate, em maio, e agora aguarda pela definição da possível data para a superluta em dezembro.
Depois de lutar em dezembro de 2017 e em março passado, a brasileira iniciou campanha para enfrentar Amanda Nunes, que a havia desafiado anteriormente, em julho. No entanto, a campeã dos galos (61 kg) machucou o pé direito durante seu último combate, em maio, e agora aguarda pela definição da possível data para a superluta em dezembro.
"Lutei faz 4 meses, estou pronta, quero lutar. Sou paga apenas quando luto. Não quero esperar nove meses para lutar com ela. Vou fazer o mesmo dinheiro lutando com ela sem setembro ou dezembro. Vamos fazer agora. Pedi ao meu manager para fazer uma luta antes. Eles não promoveram a Amanda contra a Miesha ou contra a Ronda, e não me promoveram até agora. Porque vão promover a gente agora? Eles querem vagar o cinturão dos galos", acusou Cyborg, transparecendo uma certa mágoa com a organização.
Repetindo que não seria justa essa espera, à qual chamou de "punição", a brasileira voltou a afirmar que seu contrato acaba em março. Isso poderia explicar a sua pressa em fazer mais lutas antes do final do acordo com a organização do evento.
"Quando precisaram de mim três semanas antes, eu aceitei. Não acho que é justo não lutar. Porque fariam isso comigo? Se eu lutar em dezembro, provavelmente será minha ultima luta. Parece que eles não querem trabalhar com a gente.
Os fãs gostam de me ver lutar. Os números não mentem", finalizou.
Repetindo que não seria justa essa espera, à qual chamou de "punição", a brasileira voltou a afirmar que seu contrato acaba em março. Isso poderia explicar a sua pressa em fazer mais lutas antes do final do acordo com a organização do evento.
"Quando precisaram de mim três semanas antes, eu aceitei. Não acho que é justo não lutar. Porque fariam isso comigo? Se eu lutar em dezembro, provavelmente será minha ultima luta. Parece que eles não querem trabalhar com a gente.
Os fãs gostam de me ver lutar. Os números não mentem", finalizou.
Varjota Esportes - Ce. / MSN.
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