© Ricardo Nogueira/GettyImages Santos v Internacional - Brasileirao Series A 2018
O Inter chegou para lá de pressionado no Gre-Nal do dia 12 de maio, válido pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro. Uma derrota poderia causar a demissão do técnico Odair Hellmann. Só que, mesmo atuando na Arena, o time segurou o empate em 0 a 0 com o maior rival e deu início, ali, à maior sequência invicta do clube desde que a competição passou a ser disputada em pontos corridos e com 20 participantes.
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O 2 a 2 com o Atlético-PR, quinta-feira, em Curitiba, foi a nona partida seguida sem derrota. Neste período, o time derrotou Chapecoense, Corinthians, Vitória, Santos e Vasco. Além disso, ainda empatou com Sport e São Paulo. “Não é sempre que se consegue uma campanha de nove jogos invicto. Ainda mais com uma parada no meio (Copa do Mundo), em que pode se perder o ritmo”, destacou o vice-presidente de futebol Roberto Melo.
Até então, como mostra o Uol, o Inter havia ficado, no máximo, oito partidas seguidas sem perder. Em 2006, sob o comando de Abel Braga, o Colorado, que era campeão da Libertadores e se preparava para a disputa do Mundial de Clubes, ganhou de São Caetano, Fluminense, Ponte Preta, Juventude, Botafogo, Grêmio e Paraná, sem contar o empate com o Santos. Em 2013, com Dunga como técnico, foram seis empates (Grêmio, Atlético-PR, Botafogo, Atlético-MG, Goiás e Coritiba) e duas vitórias (Corinthians e Ponte Preta). Em 2005, quando o Brasileirão foi disputado por 22 equipes, o Inter de Muricy Ramalho chegou a ficar 12 jogos sem conhecer uma derrota sequer. Nesta segunda-feira, o clube recebe o Ceará.

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