O GP do Bahrein foi marcado por um intenso jogo de estratégia entre Ferrari e Mercedes. E a equipe italiana acabou levando a melhor, ainda que a esquadra alemã tenha realmente ameaçado a vitória dos homens de Maranello. A verdade é que Sebastian Vettel soube tirar tudo da SF71H, arriscou ao permanecer na pista com os pneus desgastados, para conquistar um importante vitória. Na corrida de número 200 da carreira, o alemão mostrou maestria e foi recompensado com o segundo triunfo em 2018, o que o faz abrir uma interessante vantagem na ponta do campeonato.
A rival Mercedes foi muito bem na tática, é bem verdade. A equipe colocou Valtteri Bottas como uma espécie de cobaia da estratégia, e o finlandês não decepcionou ao pressionar o líder até o fim. Já Lewis Hamilton foi agressivo do começou ao fim da prova, fez belas ultrapassagens e andou muito veloz quando foi exigido. Porém, a decisão da Ferrari em não fazer uma segunda parada de Vettel não permitiu uma disputa maior entre os dois protagonistas da F1. Assim, o inglês cruzou mesmo em terceiro.
Confira como foi o GP do Bahrein de F1
As luzes se apagaram no grid do Bahrein com um Sebastian Vettel largando muito bem da pole-position, mantendo, então, a primeira posição na curva 1. Enquanto isso, Valtteri Bottas aproveitou a melhor tração do lado limpo do grid e passou Kimi Räikkönen, por fora na primeira curva também, para assumir o segundo posto. Mais atrás, Pierre Gasly, partindo bem do quinto posto, já atacou Daniel Ricciardo – o australiano perdeu a colocação para o jovem francês da Toro Rosso, mas sua corrida também não duraria muito. Abandonou logo na volta seguinte, com suspeita de falha de elétrica.
As luzes se apagaram no grid do Bahrein com um Sebastian Vettel largando muito bem da pole-position, mantendo, então, a primeira posição na curva 1. Enquanto isso, Valtteri Bottas aproveitou a melhor tração do lado limpo do grid e passou Kimi Räikkönen, por fora na primeira curva também, para assumir o segundo posto. Mais atrás, Pierre Gasly, partindo bem do quinto posto, já atacou Daniel Ricciardo – o australiano perdeu a colocação para o jovem francês da Toro Rosso, mas sua corrida também não duraria muito. Abandonou logo na volta seguinte, com suspeita de falha de elétrica.
Ainda sobre a largada, Lewis Hamilton, nono no grid, saiu muito mal e perdeu posição para um ótimo Fernando Alonso, que partiu bem demais do 13º posto para a nona colocação. Max Verstappen acompanhou a escalada e se colocou atrás do inglês da Mercedes. Momentos antes, Sergio Pérez foi tocado na primeira curva por Brendon Hartley e rodou, mas conseguiu voltar. O incidente, entretanto, pesou para o neozelandês, que tomou uma punição de 10s na sequência. Enquanto Vettel, Bottas e Räikkönen escapavam lá na frente na segunda passagem, Hamilton se viu em apuros com Verstappen, que colocou a Red Bull por dentro da disputa da curva 1 para superar o britânico. O holandês até passou o tetracampeão, mas um toque entre os dois acabou saindo caro para Max. Um furo do pneu traseiro esquerdo o fez deixar a disputa ali mesmo – primeira vez, desde o GP da Itália de 2012, que a equipe austríaca abandona com os dois carros. Neste momento, a corrida entrou em safety-car virtual, exatamente por causa do problema com Ricciardo. O top-10 era formado por Vettel, Bottas, Räikkönen, Gasly, Kevin Magnussen, Esteban Ocon, Nico Hülkenberg, Fernando Alonso e Hamilton.
A prova voltou ao normal na quarta volta. O líder Vettel escapou na ponta, trazendo Bottas e Räikkönen. Mais atrás, Hamilton veio com mais ação e passou de uma vez só Alonso, Hülkenberg e Ocon. Uma belíssima manobra do tetracampeão. Mais à frente, Magnussen tentou tirar o quarto lugar de Gasly, mas o menino da Toro Rosso encarou o dinamarquês, que acabou fora da pista, inclusive.
A partir daí, Hamilton encontrou um ritmo mais forte de corrida e superou com facilidade tanto o piloto da Haas, quanto o gaulês, para assumir o quaro lugar. O inglês, então, tentava um jeito de alcançar o finlandês da Ferrari. Mais à frente, Vettel comandava a corrida sem qualquer ameaça de Bottas.
Os primeiros pit-stops começaram a partir da volta 12. Pérez, Charles Leclerc, Lance Stroll e Stoffel Vandoorne foram os primeiros a parar. Destes, apenas o belga da McLaren foi de macios. Stroll ousou e escolheu o supermacios. Entre os caras do top-10, Alonso foi o primeiro a ir aos boxes. E, diferente do companheiro de time, o espanhol escolheu os compostos médios – em uma clara indicação de apenas uma parada. Gasly veio na passagem 16. Pneus macios para o francês.
Três giros mais tarde, a Ferrari chamou Vettel para a troca de pneus. Bottas, então, assumiu a ponta. Räikkönen veio na sequência. Ambos mudaram para os compostos macios. Já a Mercedes decidiu pela mudança com Bottas na passagem seguinte. Mas o finlandês optou pelos médios. Com o pit-stop dos líderes, Hamilton assumiu a ponta. Apenas o inglês e o sueco Marcus Ericsson permaneciam sem paradas.
Dessa forma, a ordem da corrida estava da seguinte forma: Hamilton, Vettel, Bottas, Räikkönen, Gasly, Magnussen, Ericsson, Hülkenberg, Alonso, Vandoorne, Ocon, Pérez, Sainz, Grosjean, Leclerc, Hartley, Stroll e Sirotkin.
Andando muito mais rápido, Vettel (de macios e novos) não demorou para alcançar Hamilton (de macios e desgastados). A ultrapassagem veio na volta 26. Mais atrás, Bottas tinha bom ritmo com os médios - até mais veloz que o ferrarista - e vinha em terceiro, à frente de Räikkönen. E foi neste momento que a equipe alemã decidiu parar o carro de Lewis, mudando a estratégia. O britânico veio na volta 27 e mudou para os médios, retornando à pista em quarto - 17s atrás do líder ferrarista.
Dessa forma, a ordem da corrida estava da seguinte forma: Hamilton, Vettel, Bottas, Räikkönen, Gasly, Magnussen, Ericsson, Hülkenberg, Alonso, Vandoorne, Ocon, Pérez, Sainz, Grosjean, Leclerc, Hartley, Stroll e Sirotkin.
Andando muito mais rápido, Vettel (de macios e novos) não demorou para alcançar Hamilton (de macios e desgastados). A ultrapassagem veio na volta 26. Mais atrás, Bottas tinha bom ritmo com os médios - até mais veloz que o ferrarista - e vinha em terceiro, à frente de Räikkönen. E foi neste momento que a equipe alemã decidiu parar o carro de Lewis, mudando a estratégia. O britânico veio na volta 27 e mudou para os médios, retornando à pista em quarto - 17s atrás do líder ferrarista.
Aí a Mercedes começou a jogar com a tática, na tentativa de fazer Hamilton entrar na briga pelo pódio. Imediatamente após o pit-stop, o #44 começou a virar mais rápido que os adversários constantemente. A primeira volta veio em 1min34s126, enquanto Vettel andava em 1min34s953. Bottas, o segundo, vinha em 1min34s6. Mas o finlandês já tinha o compatriota muito próximo.
Mais atrás, a corrida acompanhava uma interessante disputa entre Magnussen, Grosjean e Ocon, que liderava o pelotão a partir do oitavo posto. Os dois companheiros de Haas quase tiveram um toque pouco antes do francês ir aos boxes. O dinamarquês não gostou da investida do colega e se queixou. Logo depois – após a parada de Romain -, Kevin conseguiu passar o Ocon, para assumir o oitavo posto. Gasly, Hülkenberg e Alonso vinha à frente desse gripo, mas em um ritmo menos intenso.
Quando a prova alcançou o giro 36, a Ferrari chamou Räikkönen para os pits. A ideia era tentar cortar a tática da Mercedes, mas a parada foi desastrosa. O carro foi liberado antes do tempo, e Kimi acabou atingindo a perna do mecânico que ajudava na troca do pneu traseiro esquerdo. Com a roda solta, o finlandês teve de parar a SF71H #7 no pit-lane, abandonando a prova na sequência. O profissional ferido foi levado de imediato ao centro médico, com suspeita de fraturas na perna esquerda. O incidente foi parar na mesa dos comissários.
Na pista, a Ferrari matinha ainda Vettel na ponta, enquanto Hamilton vinha virando constantemente mais veloz. A diferença entre os dois rivais era de 11s. Mais atrás, Alonso decidiu fazer uma nova parada, agora mudando os compostos médios para os supermacios. A ordem com 42 voltas era: Vettel, Bottas, Hamilton, Gasly, Magnussen, Hülkenberg, Ericsson, Alonso, Vandoorne, Hartley, Grosjean, Sainz, Ocon, Pérez, Leclerc, Stroll e Sirotkin.
Depois do incidente com o carro de Räikkönen, a corrida ganhou contornos dramáticos para a Ferrari na pista. Isso porque o time precisou mudar a tática, e optou por manter Vettel sem um segundo pit-stop. Assim, com pneus macios mais desgastados, Seb teve de tirar tudo nas voltas finais, porque Bottas chegou com grande ação, uma vez que Hamilton não teve como manter o ritmo forte de outrora.
No fim, o GP do Bahrein testemunhou uma intensa e tensa disputa entre Vettel e Bottas. Mas o tetracampeão levou a melhor e cruzou a linha de chegada para conquistar a segunda vitória da temporada 2018. O finlandês terminou mesmo em segundo, com Hamilton em terceiro.
Quando a prova alcançou o giro 36, a Ferrari chamou Räikkönen para os pits. A ideia era tentar cortar a tática da Mercedes, mas a parada foi desastrosa. O carro foi liberado antes do tempo, e Kimi acabou atingindo a perna do mecânico que ajudava na troca do pneu traseiro esquerdo. Com a roda solta, o finlandês teve de parar a SF71H #7 no pit-lane, abandonando a prova na sequência. O profissional ferido foi levado de imediato ao centro médico, com suspeita de fraturas na perna esquerda. O incidente foi parar na mesa dos comissários.
Na pista, a Ferrari matinha ainda Vettel na ponta, enquanto Hamilton vinha virando constantemente mais veloz. A diferença entre os dois rivais era de 11s. Mais atrás, Alonso decidiu fazer uma nova parada, agora mudando os compostos médios para os supermacios. A ordem com 42 voltas era: Vettel, Bottas, Hamilton, Gasly, Magnussen, Hülkenberg, Ericsson, Alonso, Vandoorne, Hartley, Grosjean, Sainz, Ocon, Pérez, Leclerc, Stroll e Sirotkin.
Depois do incidente com o carro de Räikkönen, a corrida ganhou contornos dramáticos para a Ferrari na pista. Isso porque o time precisou mudar a tática, e optou por manter Vettel sem um segundo pit-stop. Assim, com pneus macios mais desgastados, Seb teve de tirar tudo nas voltas finais, porque Bottas chegou com grande ação, uma vez que Hamilton não teve como manter o ritmo forte de outrora.
No fim, o GP do Bahrein testemunhou uma intensa e tensa disputa entre Vettel e Bottas. Mas o tetracampeão levou a melhor e cruzou a linha de chegada para conquistar a segunda vitória da temporada 2018. O finlandês terminou mesmo em segundo, com Hamilton em terceiro.
Varjota Esportes - Ce. / MSN.
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