O grito da torcida do Figueirense ao apito final do árbitro Márcio Chagas da Silva não poderia exalta nome diferente de Wilson. O camisa um e capitão não marcou o gol da vitória — foi de Caio —, mas a soma de intervenções ao longo dos 90 minutos foram fundamentais para que o time catarinense celebrasse o 1 a 0 sobre o Corinthians. Resultado que tira a equipe da lanterna do Campeonato Brasileiro.
Apesar de celebrado pelos alvinegros, Wilson prefere não fazer festa. A comemoração, para ele, fica, pelo menos, para depois que a equipe conseguir sair da zona de rebaixamento do Brasileirão.
Apesar de celebrado pelos alvinegros, Wilson prefere não fazer festa. A comemoração, para ele, fica, pelo menos, para depois que a equipe conseguir sair da zona de rebaixamento do Brasileirão.
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— É uma vitória importante, mas na situação que estamos não temos nem tempo para comemorar. No sábado teremos uma outra decisão como tem sido os outros jogos. Temos que trabalhar para dar a volta por cima e sair da zona de rebaixamento — afirmou o goleiro na saída do gramado, referindo ao confronto diante da Ponte Preta, no Moisés Lucarelli, às 18h30m de sábado.
O goleiro explica que houve uma mudança no pensamento da equipe. Isso, segundo Wilson, se deve em parte ao trabalho motivacional de Lulinha, especialista em psicologia esportiva.
— A nossa mudança foi de atitude e na determinação. Sabemos que não deveríamos desistir nunca e no último jogo conseguimos uma reação importante. Acredito que aquela recuperação contra o Fluminense (2 a 2 após estar perdendo por 2 a 0) seria um marco nesta nossa luta para que saiamos desta situação no campeonato.
O goleiro explica que houve uma mudança no pensamento da equipe. Isso, segundo Wilson, se deve em parte ao trabalho motivacional de Lulinha, especialista em psicologia esportiva.
— A nossa mudança foi de atitude e na determinação. Sabemos que não deveríamos desistir nunca e no último jogo conseguimos uma reação importante. Acredito que aquela recuperação contra o Fluminense (2 a 2 após estar perdendo por 2 a 0) seria um marco nesta nossa luta para que saiamos desta situação no campeonato.
A defesa mais marcante foi nos instantes finais. Na última estocada corinthiana, Romarinho bateu da marca penal. A bola passou pela brecha entre os defensores exceto pelo herói da noite (veja o vídeo). Wilson explica rapidamente o lance.
— Aquela defesa foi no reflexo. Havia muita gente na frente e, felizmente, consegui tirar a bola.
Esta defesa também valeu menção de um ex-companheiro de Figueira. O zagueiro Chicão elogiou o goleiro do Figueirense.
— Ele é um grande amigo meu. Joguei com ele aqui (no Figueirense) em 2006 e 2007. Salvou uma bola importante agora no final.
— Aquela defesa foi no reflexo. Havia muita gente na frente e, felizmente, consegui tirar a bola.
Esta defesa também valeu menção de um ex-companheiro de Figueira. O zagueiro Chicão elogiou o goleiro do Figueirense.
— Ele é um grande amigo meu. Joguei com ele aqui (no Figueirense) em 2006 e 2007. Salvou uma bola importante agora no final.
Varjota Esportes - Ce. / Globoesporte

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