Nem Brasil nem Holanda veem o jogo de logo mais em Goiânia como uma oportunidade de vingança por 2010
A Seleção Brasileira vai reencontrar neste sábado, às 16h10, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO), um adversário que lhe traz recentes recordações muito negativas. Trata-se da Holanda, que eliminou o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul, no ano passado, graças a triunfo por 2 a 1, de virada. Desta vez a partida tem um peso bem menor, um simples amistoso, que servirá aos brasileiros como preparação para a Copa América da Argentina, que vai começar em julho.
Mesmo com o histórico pouco animador diante de grandes seleções, Mano Menezes não corre risco de demissão. Pelo menos não até a disputa da Copa América, sua primeira competição oficial. O comandante, porém, reconhece a importância de um resultado positivo.
“Nosso objetivo é usar esse amistoso e aquele diante da Romênia (na terça-feira) como fonte de observação para a nossa prioridade nesta temporada, que é a Copa América. Mas logicamente que todos esperamos um resultado positivo, ainda mais com a Seleção Brasileira atuando no Brasil”, disse Mano.
Para os jogadores canarinhos a partida também deve ser encarada como um simples amistoso. A maioria dos relacionados procurou afastar o peso de uma revanche. “Perdemos no ano passado quando era um duelo de Copa do Mundo e o que acontecer agora não vai interferir no resultado da África do Sul”, disse o goleiro Julio Cesar.
Carrasco relaxado
Clima de revanche também não é algo que os holandeses acreditam ser o grande destaque de hoje. “Vamos disputar um amistoso apenas. Mas logicamente que faremos de tudo para ganhar, pois não é todo dia que se tem a oportunidade de se enfrentar um adversário de grande porte do futebol mundial como é a Seleção Brasileira”, lembrou o atacante Dirk Kuyt.
Mano Menezes não confirmou a escalação que vai a campo, mas a tendência é que no segundo tempo ele dê a oportunidade para atletas convocados pela primeira vez, como o meia Thiago Neves e o atacante Fred.
Pelo lado da Holanda, o principal desfalque do técnico Bert van Marwijk é o meia Wesley Sneijder, vetado com uma lesão na coxa direita. A principal preocupação dos brasileiros deverá girar em torno de um trio bem insinuante, composto por Van Persie, Robben e Dirk Kuyt.
Centro das atenções
Romário visita hotel da Seleção em Goiânia
A inesperada presença de Romário movimentou a manhã de ontem no hotel da Seleção. O ex-craque, que na véspera estivera na cidade de Rubiataba, a 220 quilômetros da capital, para participar de um evento cuja renda será revertida para a Apae da cidade, foi o centro das atenções. Tirou fotos, deu autógrafos e não deixou uma pergunta sem resposta. Parecia até que ainda era jogador da Seleção.
Falante e bem-humorado, Romário disse que a festa de despedida para a Ronaldo, que acontecerá na terça-feira, no Pacaembu, é mais do que merecida por tudo o que o ex-jogador fez em campo. “Ele foi um dos maiores da história. Tem que ser sempre respeitado por tudo que fez. Depois de mim, foi o melhor que vi na posição” cutucou o atual deputado federal.
Convite
Romário também falou sobre o convite que fez ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para ir à Câmara dos Deputados esclarecer questões relativas à Copa do Mundo de 2014.
“Ele é presidente do COL (Comitê Organizador Local) e como presidente ele tem que esclarecer coisas obscuras. Acho um absurdo o que vem acontecendo do ano passado para cá. Estes aumentos enormes dos valores gastos para construir estádios”, explicou o ex-craque.
A Seleção Brasileira vai reencontrar neste sábado, às 16h10, no Estádio Serra Dourada, em Goiânia (GO), um adversário que lhe traz recentes recordações muito negativas. Trata-se da Holanda, que eliminou o Brasil nas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul, no ano passado, graças a triunfo por 2 a 1, de virada. Desta vez a partida tem um peso bem menor, um simples amistoso, que servirá aos brasileiros como preparação para a Copa América da Argentina, que vai começar em julho.
Mesmo com o histórico pouco animador diante de grandes seleções, Mano Menezes não corre risco de demissão. Pelo menos não até a disputa da Copa América, sua primeira competição oficial. O comandante, porém, reconhece a importância de um resultado positivo.
“Nosso objetivo é usar esse amistoso e aquele diante da Romênia (na terça-feira) como fonte de observação para a nossa prioridade nesta temporada, que é a Copa América. Mas logicamente que todos esperamos um resultado positivo, ainda mais com a Seleção Brasileira atuando no Brasil”, disse Mano.
Para os jogadores canarinhos a partida também deve ser encarada como um simples amistoso. A maioria dos relacionados procurou afastar o peso de uma revanche. “Perdemos no ano passado quando era um duelo de Copa do Mundo e o que acontecer agora não vai interferir no resultado da África do Sul”, disse o goleiro Julio Cesar.
Carrasco relaxado
Clima de revanche também não é algo que os holandeses acreditam ser o grande destaque de hoje. “Vamos disputar um amistoso apenas. Mas logicamente que faremos de tudo para ganhar, pois não é todo dia que se tem a oportunidade de se enfrentar um adversário de grande porte do futebol mundial como é a Seleção Brasileira”, lembrou o atacante Dirk Kuyt.
Mano Menezes não confirmou a escalação que vai a campo, mas a tendência é que no segundo tempo ele dê a oportunidade para atletas convocados pela primeira vez, como o meia Thiago Neves e o atacante Fred.
Pelo lado da Holanda, o principal desfalque do técnico Bert van Marwijk é o meia Wesley Sneijder, vetado com uma lesão na coxa direita. A principal preocupação dos brasileiros deverá girar em torno de um trio bem insinuante, composto por Van Persie, Robben e Dirk Kuyt.
Centro das atenções
Romário visita hotel da Seleção em Goiânia
A inesperada presença de Romário movimentou a manhã de ontem no hotel da Seleção. O ex-craque, que na véspera estivera na cidade de Rubiataba, a 220 quilômetros da capital, para participar de um evento cuja renda será revertida para a Apae da cidade, foi o centro das atenções. Tirou fotos, deu autógrafos e não deixou uma pergunta sem resposta. Parecia até que ainda era jogador da Seleção.
Falante e bem-humorado, Romário disse que a festa de despedida para a Ronaldo, que acontecerá na terça-feira, no Pacaembu, é mais do que merecida por tudo o que o ex-jogador fez em campo. “Ele foi um dos maiores da história. Tem que ser sempre respeitado por tudo que fez. Depois de mim, foi o melhor que vi na posição” cutucou o atual deputado federal.
Convite
Romário também falou sobre o convite que fez ao presidente da CBF, Ricardo Teixeira, para ir à Câmara dos Deputados esclarecer questões relativas à Copa do Mundo de 2014.
“Ele é presidente do COL (Comitê Organizador Local) e como presidente ele tem que esclarecer coisas obscuras. Acho um absurdo o que vem acontecendo do ano passado para cá. Estes aumentos enormes dos valores gastos para construir estádios”, explicou o ex-craque.
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