Fortaleza Esporte Clube TRICOLOR Zago quer treinar grande clube do Brasil e espera que isso 'aconteça o mais rápido possível'

 
(Foto: Fábio Lima / O POVO)
Depois de ter conquistado o tão sonhado acesso do Fortaleza à Série B do Campeonato Brasileiro, o treinador Antônio Carlos Zago disse em entrevista ao canal Fox Sports nessa sexta-feira, 29, que pretende treinar um grande clube do futebol brasileiro 'o mais rápido possível'. 

Após ser indagado pelo jornalista Leandro Quesada do Fox Sports, Antônio Carlos disse que espera "ter um trabalho a longo prazo em um grande clube do futebol brasileiro. É para isso que estou trabalhando e espero que se concretize o mais rápido possível".

Conforme O POVO noticiou, há um acordo verbal entre Fortaleza e Zago para que o treinador continue no comando do time do Pici em 2018.

“Quando a gente conversou com o Zago para trazê-lo já foi pautada a possibilidade de permanência dele para 2018 se conseguisse o acesso. Como aconteceu, o normal é que ele permaneça para o ano que vem. Isso ainda não está documentado, mas há um acordo, uma palavra. Ele gostou muito do clube, da cidade e sua manutenção é uma tendência natural”, afirmou o vice-presidente e diretor de Futebol do Leão, Marcelo Paz. 

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utebol FORA DE CASA Com gol de Lima, Ceará vence Luverdense por 1 a 0 e fica a um ponto do G-4 O Vovô nunca havia conseguido superar a equipe mato-grossense fora de casa. Vitória quebra tabu.

 Alvinegros comemoram gol marcado por Lima, que deu a vitória ao Vovô.
Alvinegros comemoram gol marcado por Lima, que deu a vitória ao Vovô. Foto: Luverdense/Divulgação
Ceará quebra tabu e vence por 1 a 0 Luverdense, em Passo das Emas, em Lucas do Rio Verde (MT). Sem apresentar futebol ofensivo, mas sustentando resultado adquirido com gol de Lima ainda no primeiro tempo, Vovô conquista a vitória e encosta no G-4 da Série B do Campeonato Brasileiro.

Na quinta posição da tabela, Ceará está com 45 pontos - apenas um atrá do Vila Nova, seu próximo adversário. O confronto direto pela última vaga do G-4 acontece na terça-feira, 3, às 19h15, na Arena Castelão. 

Tendo maior posse de bola e mostrando porque nunca havia sucumbido diante do Ceará na própria casa, Luverdense pressionou e forçou boas defesas de Évernson. O time mato-grossense chegou perto de abrir o placar em inúmeras oportunidades. Pelo pés de Marcos Aurélio, Sérgio Mota e Rafael Ratão, o alvinegro pecava na finalização.

Com saída de bola bem marcada pelo time da casa, Ceará se limitava a tentar contra-ataques. O Alvinegro de Poranbuçu se deixava dominar e permanecia recuado. Somente aos 29 minutos, com Arthur sozinho desperdiçando, Vovô chegou pela primeira vez com perigo. 

A história mudou quando aos 41 minutos, Romário viu a entrada de Lima livre, cruzou pra finalização calculada de Lima.

No segundo tempo, Ceará encaixou a defesa e focou em manter o placar. A pressão do Luverdense em busca do empate foi até o fim. Jogadas paradas foram a principal estratégia do time da casa. Sobrou frieza do Ceará para se segurar na defesa e administrar a vitória. 


  

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Com gol de Oliveira, Santos bate Palmeiras e mantém perseguição

© Fornecido por Fundação Cásper Líbero
O Santos defendeu a vice-liderança do Campeonato Brasileiro com sucesso na noite deste sábado. No Estádio Palestra Itália, com um gol do centroavante Ricardo Oliveira, o time alvinegro ganhou do Palmeiras por 1 a 0, mantendo a perseguição ao líder Corinthians.
Com 47 pontos ganhos, o Santos encurta provisoriamente para sete a vantagem na liderança do Corinthians, que visita o Cruzeiro às 16 horas (de Brasília) deste domingo. Já o Palmeiras segue com os mesmos 43 pontos, no quarto lugar do Campeonato Brasileiro.
Pela 27ª rodada, às 17 horas (de Brasília) de 12 outubro, o Santos enfrenta a ameaçada Ponte Preta, no Estádio Moisés Lucarelli. Às 21 horas do mesmo dia, o Palmeiras pega o Bahia, mais um time em situação delicada, no Pacaembu, já que o Palestra Itália estará indisponível.
O Jogo – A chuva que castigou a região da arena palmeirense durante a noite deste sábado comprometeu a parte do gramado mais próxima aos bancos de reservas, na qual os atletas tinham dificuldades para conduzir a bola. O primeiro tempo do clássico foi disputado, mas com poucas chances de gol.
A melhor jogada de ataque do Palmeiras durante a etapa inicial diante do Santos foi um chute de longa distância. Após cobrança de escanteio de Dudu pela esquerda, a zaga alvinegra afastou. Jean aproveitou a sobra e bateu de fora da área, à direita da meta de Vanderlei.
Já o Santos levou perigo durante os acréscimos do primeiro tempo. Daniel Guedes invadiu a área pela direita e cruzou. Após vacilo de Luan e Jean, a bola sobrou para finalização de Ricardo Oliveira, mas o experiente Fernando Prass conseguiu salvar com o pé.
Durante o intervalo, funcionários da arena palmeirense usaram um equipamento para tentar melhorar as áreas do gramado mais comprometidas pelo acúmulo de água. A chuva continuou, e Cuca voltou para o segundo tempo com Thiago Santos no lugar de Zé Roberto, deslocando Tchê Tchê para a lateral esquerda.
Pouco depois de Guerra substituir Jean, Moisés recebeu pela direita e cruzou. Deyverson furou na primeira trave e Dudu também não conseguiu completar na segunda. O Palmeiras cresceu no jogo e, empurrado pela torcida, partiu em busca da vitória.
Jogando de maneira inteligente, o Santos aproveitou um de seus poucos ataques no segundo tempo para decidir o jogo. Aos 30 minutos, Bruno Henrique recebeu pela esquerda e cruzou para cabeçada certeira de Ricardo Oliveira. Desesperado em busca do empate, o Palmeiras perdeu sua última chance com Dudu após lançamento de Juninho.
FICHA TÉCNICA
PALMEIRAS 0 x 1 SANTOS
Local: Palestra Itália, em São Paulo (SP)
Data: 30 de setembro de 2017, sábado
Horário: 19h (de Brasília)
Árbitro: Marcelo Aparecido R. de Souza (SP)
Assistentes: Anderson José de Moraes Coelho (SP) e Bruno Salgado Rizo (SP)
Renda: R$ 2.760.716,34
Público: 37.527 pagantes
Cartões amarelos: Luan, Mayke e Fernando Prass (PAL); Matheus Jesus, Jean Mota, Zeca, Alisson e Bruno Henrique (SAN)
Gol:
SANTOS: Ricardo Oliveira, aos 30 minutos do segundo tempo
PALMEIRAS: Fernando Prass; Mayke, Luan, Juninho e Zé Roberto (Thiago Santos); Tchê Tchê, Jean, Moisés e Dudu; Willian (Borja) e Deyverson
Técnico: Cuca
SANTOS: Vanderlei; Daniel Guedes, Lucas Veríssimo, David Braz e Zeca; Alison, Matheus Jesus e Jean Mota (Serginho); Copete, Bruno Henrique e Ricardo Oliveira (Kayke)
Técnico: Levir Culp 

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Vasco e Chapecoense empatam em São Januário e seguem sem evoluir na tabela

 Vasco e Chapecoense empatam em São Januário e seguem sem evoluir na tabela
Vasco e Chapecoense não passaram de um empate em 1 a 1 em São Januário, com portões fechados, e seguem sem evoluir na tabela do Campeonato Brasileiro. 
Os times seguem nas mesmas colocações que começaram a rodada, os cariocas em nono lugar, os catarinenses em décimo. 
Vasco marca quando menos esperava
O Vasco teve, de cara, duas ótimas chances de abrir o placar. A primeira foi com Yago Pikachu, que parou em Jandrei. Após a cobrança do escanteio, Andrés Rios ficou com a bola na área, mas mandou para fora. 
Do lado de fora do estádio, a torcida vascaína cantava e tentava empurrar o time, que respondia. Wellington recebeu de Mateus Vital na cara do gol, mas errou o alvo.  
Sem conseguir o gol, o Cruz-Maltino viu a pressão inicial diminuir. A Chapecoense já conseguia adiantar um pouco as linhas e ficar mais tempo com a bola no pé.  
Quando as coisas estavam mais complicadas, os vascaínos chegaram ao gol.  Madson recebeu bola nas costas de Reinaldo e mandou para Andrés Rios, na pequena área, mandar para dentro. 
Mesmo depois do gol, os cariocas seguiram com as melhores chances. Pikachu e Jean assustaram de cabeça: Jandrei pegou a primeira; a segunda foi para fora.  
A zaga vascaína quase comprometeu a atuação do time. Breno recuou bola complicada para Martín Silva, que errou o chute. Arthur Caíke mandou para Wellington Paulista, que desperdiçou o empate.  
Chape empata com golaço
O Vasco seguiu perigoso na volta do intervalo. Após cruzamento de Yago Pikachu e desvio de Nenê, Andrés Rios perdeu grande oportunidade na pequena área.  Primeiro, parou em Grolli, para depois mandar para fora.  
A Chape conseguiu  assustar com uma bomba de fora da área. Reinaldo soltou a perna canhota e Silva desviou. A bola pegou também no travessão. 
O Verdão do Oeste tentou aproveitar o momento para se adiantar e buscar o empate. Reinaldo conseguiu com um golaço: mandou  por cima de Silva. 
O Gigante da Colina tentou a resposta imediata, mas Jandrei pegou arremate de Ramon. A obrigação de atacar voltou a ser dos cariocas. Primeiro entrou Evander, depois Thalles. Por último, Manga Escobar. A pressão vascaína não surtiu efeito, e o empate pareceu agradar mais os catarinenses do que os cariocas.  

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Roger tem tumor renal, não joga mais em 2017 e comove Botafogo


 Roger não jogará mais neste ano
© Edson Ruiz/Coofiav/Gazeta Press Roger não jogará  mais neste ano
O atacante Roger, do Botafogo, vive um drama particular.
Segundo informações publicadas pelo site Globoesporte.com, exames detectaram um tumor renal no jogador. O departamento médico do clube, de acordo com o site, espera novos resultados para divulgar a gravidade do caso, mas o atleta deve ser operado nos próximos dias.
Roger não entrará mais em campo nesta temporada, e a descoberta causou comoção no clube, que trata o caso com muito cuidado.
O atacante, que tem 33 anos, foi contratado no final de 2016, junto à Ponte Preta. Em 49 jogos na temporada, ele marcou 17 gols. Seu vínculo com o Botafogo vai até o final deste ano.
O Botafogo entra em campo pelo Brasileiro neste domingo, às 16 horas (de Brasília), contra o Vitória, no Nilton Santos. 

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City é superior e bate Chelsea, na capital, para seguir na ponta do Inglês

City é superior e bate Chelsea, na capital, para seguir na ponta do Inglês© Getty / Clive Rose City é superior e bate Chelsea, na capital, para seguir na ponta do Inglês








O Manchester City foi premiado por ter buscado mais o gol ao longo da partida e acabou vencendo o clássico contra o Chelsea, em Londres, com gol de Kevin De Bruyne em assistência de Gabriel Jesus. 
Os Citizens seguem na liderança da Premier League, com os mesmos 19 pontos do United, mas com vantagem no saldo. Os Blues ficam em quarto. 
City ofensivo em Londres
O Manchester City foi  a Londres  disposto a buscar a vitória. Nos primeiros minutos,  foi mais intenso que o rival e buscou permanecer no campo de ataque.  Contra seu principal temor (sofrer gols),  Pep Guardiola usou sua melhor arma (atacar).  
Courtois sofreu com a forte pressão. Ao receber de Rudiger, viu Gabriel Jesus se aproximar e chutou em cima do atacante. Foi um tremendo susto para o time de azul. 
O Chelsea conseguiu sair do sufoco aos 25 minutos para levar perigo. Após confusão na área, Azpilicueta tentou arremate e Ederson foi no canto fazer a defesa. 
A resposta do City veio com David Silva, que recebeu na área e bateu forte de canhota, parando em grande defesa de Courtois. O jogo ia ficando mais aberto. 
Aos 35, os Blues sofreram um golpe em seu setor ofensivo: Álvaro Morata sentiu lesão e teve de sair. A opção de Antonio Conte surpreendeu um pouco: Willian. Os londrinos passaram a jogar sem um homem de referência. O brasileiro, por sinal, demorou a entrar no jogo, errando muitos passes nas primeiras participações. 
O grande momento de perigo da primeira etapa foi dos Citizens. Após levantamento para a área, Fernandinho cabeceou forte e Courtois mostrou reflexo para fazer grande defesa. 
Alteração de Conte não deu certo
O City começou o segundo tempo como o primeiro: com a bola quase o tempo todo no campo do rival. O Chelsea tinha dificuldade de jogar. Sem Morata, Hazard  ficava como um "falso 9". O atacante não funcionava. 
O "falso 9" só foi conseguir aparecer aos 15 minutos. Aproveitando-se uma cochilada da defesa inimiga, Hazard recebeu na área e bateu forte, para boa defesa de Ederson. 
Apesar do lance, o time de Manchester seguiu melhor em campo. Até que a pressão surtiu efeito: Kevin De Bruyne recebeu de Gabriel Jesus e soltou uma bomba para estufar a rede. 
Vendo que a opção de Hazard adiantado não deu nada certo, e até o próprio cansaço do belga, Conte tentou arrumar o time, colocando Batshuayi. Pedro também entrou.  
Só que o time de Guardiola seguiu dominando a partida. Após bom passe de Sterling, Jesus teve a chance de matar o jogo, mas Rudiger salvou o gol.  O segundo tento não saiu, mas não foi necessário: os Citizens lideram a Premier League.  

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Hamilton conquista pole com volta voadora na classificação do GP da Malásia. Motor trai, e Vettel larga em último

Alguém poderá dizer: ‘Aí fomos surpreendidos’. E não estará longe da realidade do que aconteceu neste sábado (30) em Sepang, dado o desempenho forte da Ferrari nos últimos dias. Depois de sofrer para encontrar um ritmo mais próximo de seus principais rivais, Lewis Hamilton decidiu, em conjunto com a Mercedes, em voltar atrás no acerto aerodinâmico do carro e abrir mão das peças novas levadas para a etapa malaia. A opção não poderia ter sido mais correta. Usando uma configuração mais familiar, o tricampeão se pôs rápido e surpreendeu (!). Por isso, é de Hamilton a posição de honra do grid no GP da Malásia. Assim, o líder do campeonato vai sair pela nona vez no ano na pole-position e pela 70ª na carreira. Com problema de motor, Sebastian Vettel não teve chance e vai largar em último. Felipe Massa sai em 11º. 


Lewis Hamilton (Foto: AFP))

 © Fornecido por Grande Prêmio Lewis Hamilton (Foto: AFP))
Confira como foi a classificação da F1 na Malásia

Assim como havia sido o terceiro treino livre, a classificação também teve início com pista seca, mas com temperaturas elevadas em Sepang e alguma chance de chuva, dada as nuvens escuras no entorno do autódromo. E alguns dramas também, como na Ferrari. Depois de uma falha no fim da sessão 3 na Malásia, a equipe italiana decidiu trocar o motor de Sebastian Vettel e teve de trabalhar freneticamente no intervalo entre as duas atividades para deixar tudo pronto - mas não seria suficiente. Enquanto isso, a Mercedes seguia suas análises para escolher a melhor configuração na tentativa de surpreender a concorrência, já que vinha enfrentando problemas de acerto e não estava conseguindo se colocar forte, especialmente frente à esquadra vermelha. A Red Bull, enquanto isso, apenas tentava maximizar sua performance. Agora a equipe mais satisfeita era a McLaren, que apresentou enorme progresso em solo malaio.

Dito isso tudo, a sessão começou com os carros da Haas e da Sauber na pista. Logo depois, Lewis Hamilton veio, seguido de Kimi Räikkönen e os dois carros da Force India. Um minuto depois vieram Vettel e Valtteri Bottas. Interessante neste início de Q1 é que o tricampeão da Mercedes optou por usar os pneus macios em sua primeira tentativa de volta rápida, configuração repetida por Räikkönen e Bottas. Os demais todos escolheram os supermacios. Em termos de tempo, Pascal Wehrlein foi quem abriu a tabela com 1min34s655.
Aí Hamilton colocou realidade na folha de tempos ao virar 1min32s380. Mas o finlandês da Ferrari passou em 1min32s277 para assumir a ponta. Esteban Ocon, Sergio Pérez, Wehrlein, Romain Grosjean e Marcus Ericsson completavam a lista inicial. Vettel, por sua vez, percorreu somente uma volta de instalação e retornou logo em seguida, se queixando de problemas com o motor - era apenas o começo do drama do tetracampeão.  Apesar de todo o esforço ao longo dos minutos seguintes, a Ferrari não conseguiu reparar a tempo o carro, o que impediu o #5 de voltar à pista, o jogando para a última colocação do grid. No fim, Seb apenas agradeceu o trabalho dos mecânicos nos boxes.Instantes depois, Hamilton voltou a se colocar à frente, virando a boa marca de 1min31s605. Aniversariante do dia, Max Verstappen também surgiu forte com 1min31s920, usando também os pneus macios. Bottas, Räikkönen e Daniel Ricciardo fechavam os seis primeiros. Detalhe aqui é que o australiano optou por andar com os supermacios neste início de classificação.
Ainda, o top-10 tinha os seguintes nomes: Ocon, Pérez, Stoffel Vandoorne, Felipe Massa e Fernando Alonso. Já a zona de eliminação tinha, então, o estreante Pierre Gasly, Werhlein, Grosjean, Ericsson e Vettel, mas este sem tempo.
No fim, Massa subiu para a quinta posição da tabela. Quem também melhorou e conseguiu assegurar uma vaga no Q2 foi Gasly, que pulou para um bom oitavo posto. Assim, os limados desta primeira fase da classificação foram: Grosjean (16º), Magnussen (17º), Wehrlein (18º), Ericsson (19) e Vettel (20º).

Massa é limado no Q2
A fase intermediária da classificação teve início com as duas Mercedes na pista. E ambas com os pneus supermacios agora. Valtteri Bottas saiu à frente de Lewis Hamilton. Mas foi o inglês quem virou mais veloz, andando em 1min31s009. O tempo do tricampeão impressionou, mas Kimi Räikkönen, que veio logo na sequência, foi ainda melhor: 1min30s926 - e um novo recorde para a pista malaia. Só que o finlandês não foi o único na casa de 1min30s. Max Verstappen também se colocou forte ao cruzar a linha de chegada apenas 0s005 mais lento que o líder nórdico. Bottas e Daniel Ricciardo completavam os cinco primeiros.
Já o pelotão intermediário tinha Esteban Ocon na liderança, com a sexta melhor marca. Nico Hülkenberg aparecia em sétimo, logo à frente de Felipe Massa e Fernando Alonso. Jolyon Palmer fechava o grupo dos momentaneamente classificados para o Q3. Na tentativa de recuperação estavam Stoffel Vandoorne, Sergio Pérez, Carlos Sainz, Pierre Gasly e Lance Stroll.
A sessão, então, ganhou uma breve pausa até que Bottas decidiu que era hora de voltar para os instantes finais. O finlandês foi seguido por quase todo mundo do grid, com exceção de Räikkönen, que não quis saber de colocar a Ferrari na pista. Entre os ponteiros, o nórdico da Mercedes pulou para a frente com 1min30s803. Pérez também assegurou vaga ao virar o sexto posto. E quem acabou fora foi Massa, que não passou do 11º lugar. 
Assim, Bottas, Räikkönen, Verstappen, Hamilton, Ricciardo, Pérez, Ocon, Hülkenberg, Vandoorne e Alonso foram para a fase final da classificação. Enquanto isso, Felipe, Palmer, Stroll, Sainz e Gasly foram os eliminados.

A fase final da classificação seguiu o roteiro da fase anterior. Ou seja, as duas Mercedes foram à pista, seguidas por Kimi Räikkönen, Max Verstappen e Daniel Ricciardo. E foi nesta primeira tentativa que o inglês assegurou a 70ª pole da carreira. O tricampeão voou em estabeleceu um novo recordo ao assinalar 1min30s076. Quem mais se aproximou do líder do campeonato foi o finlandês da Ferrari, que precisou de uma segunda tentativa para ameaçar o britânico. No fim, Kimi ficou a 0s045 de Lewis.
A terceira posição do grid será de Verstappen, que vai dividir a segunda fila com Daniel Ricciardo. Esteban Ocon foi o melhor da Force India e vai abrir a sexta colocação, seguido por um forte Stoffel Vandoorne, que bateu o companheiro de McLaren, Fernando Alonso, que vai sair em décimo. Entre eles, Nico Hülkenberg (oitavo) e Sergio Pérez (nono).  
  
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Muralha abre o jogo após críticas: 'Estou sendo massacrado o ano todo'

A vida do goleiro Alex Muralha não tem sido fácil nos últimos meses. Nesta semana, a derrota nos pênaltis na decisão da Copa do Brasil colocou o goleiro novamente como vilão, já que ele não pegou nenhum diante do Cruzeiro. Em entrevista ao repórter Eric Faria, da TV Globo, o goleiro disse que está sendo "massacrado o ano todo" e reagiu às críticas sofridas.
Questionado sobre uma entrevista da mãe ao canal por assinatura SporTV, Muralha se mostrou surpreso ao descobrir que ela vinha se medicando para conseguir dormir e explicou a origem humilde:
- Eu não sabia que ela tinha ido ao médico e começou a tomar remédios pra dormir. Minha família é muito simples, fomos criados na roça e chegar onde eu cheguei é muito grande. Estar nesse patamar é muito grande e ver a cena me tocou muito. É complicado ver uma pessoa que desde pequeno te deu tudo, sofrer porque o filho está sofrendo. Deus é justo e coisas boas virão.
Muralha também falou sobre a estratégia de pular para o mesmo lado na decisão por pênaltis, se responsabilizando pela decisão e admitiu que precisar evoluir neste quesito.
OUTROS TRECHOS DA ENTREVISTA DO GOLEIRO:
PÊNALTIS CONTRA O CRUZEIRO
Saiu matéria botando culpa no pessoal do desempenho do Flamengo. A culpa é do atleta. Infelizmente não defendi pênalti, mas aqui todos ganham e perdem juntos. Tô sendo massacrado o ano todo, sempre em cima de mim a culpa. Acostumei com isso, fiquei mais cascudo. Preparo o psicológico. Vai passar. Muralha não se define em pênaltis e jogos. Em algum momento vai mudar e coisas melhores virão.
PAPO COM VICTOR HUGO
Conversei no dia anterior com ele, e vendo todos os lances, eu falei 'Quero fazer isso'. Ele perguntou se eu estava confinate. 'Eu tô', respondi. Então ele disse: 'Faz o que teu coração mandar. Se na hora achar que não tem que fazer, não faz. Mas se achar que tem de fazer, vai lá e faz'.
RESPONSABILIDADE
A decisão foi minha, simplesmente minha. Se eu fosse para todos os lados, ficasse parado, não pegasse nada, teria a mesma cobrança, tínhamos que ser campeão para tudo mudar. Não fomos. Estamos aprendendo muito esse ano, é um grupo mais forte, se unindo mais, sabemos onde vamos chegar - disse o goleiro.
ESTRATÉGIA MONTADA
Para todos os jogos têm estudos de pênalti, falta, para tudo temos estratégia. Para aquele jogo, vimos que a probabilidade de baterem do lado direito era grande. Mas a decisão do momento eu decidi. Eles me estudaram também no caso. Saiu matéria que eles perceberam que eu pulava para aquele lado e inverteram, mas ainda assim uma cobrança foi no meu lado, no alto, e fez o gol (cobrança de Diogo Barbosa).
MENTAL EM CAMPO
Na verdade, disputa de pênalti é uma briga mental. Eu fazendo aquilo (pular no mesmo canto), poderia induzir eles a baterem onde eu queria. Não deu certo. Recebi todos os estudos, a possibilidade era grande de baterem ali. 

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Zagueiro de R$ 186 milhões revela que rejeitou três propostas da Europa para brilhar no Santos

Veríssimo tem 47 jogos em 2017© Gazeta Press Veríssimo tem 47 jogos em 2017
Um dos principais destaques do Santos nesta temporada, Lucas Veríssimo vive a melhor fase da carreira. Após subir aos profissionais como última opção para a defesa, o zagueiro se firmou como titular em 2017.  Com as boas atuações, o jogador teve contrato renovado com multa rescisória de 50 milhões de euros (cerca de R$ 186 milhões) para times estrangeiros.
Em entrevista ao ESPN.com.br, o defensor de 22 anos revelou que recebeu propostas oficiais de Saint-Etienne e Nantes, ambos da França, além de uma consulta do Benfica, de Portugal, no fim da última janela de transferências.

"Alguns clubes se interessaram. Isso é muito bom saber que o seu trabalho está valorizado e reconhecido. Isso dá um gás ainda maior para querer trabalhar e melhorar. Espero continuar assim. O pessoal não chegou aos valores que o Santos queria. Eu estou muito feliz e quero fazer meu trabalho da melhor maneira possível", disse.
"Quero marcar meu nome nesse clube. Tenho vontade de um dia jogar na Europa, mas antes quero defender essa equipe com unhas e dentes. Nossa camisa tem muito peso e quero ser campeão", falou.
Após a queda nas quartas de final da Copa Libertadores da América, principal objetivo do clube no ano, o Santos briga pelo título do Campeonato Brasileiro. A equipe está na segunda posição com 44 pontos, dez a menos do que líder Corinthians.
"Nós estamos muito centrados e sabemos o quanto é difícil. Acredito demais nos meus companheiros. É continuar com pés no chão e seriedade. Acho que não tem nada decidido mesmo com a distância para o Corinthians. Temos muitos pontos ainda para disputar", garantiu.
O próximo desafio do time alvinegro será contra o Palmeiras, no Allianz Parque, neste sábado, às 19h (de Brasília).
  • Morava dentro de um clube
Durante boa parte da infância, Lucas Veríssimo morava com os pais dentro de um clube na cidade de Jundiaí, interior de São Paulo. "Lá dentro tinha quadra de futsal e eu ia jogar bola todo dia", recordou. 
"Uma vez, o Juventus de Jundiaí alugou a quadra e meu pai perguntou ao treinador se tinha como me colocar. Eu comecei a treinar e fiquei na escolinha. Eu comecei de atacante. Era fazedor de gols no futsal, rapaz", garantiu.
Apesar disso, o jovem conseguiu se consagrar quando mudou de posição. "Quando eu passei ao campo senti muitas dificuldades para me adequar. E comecei a crescer muito e o técnico me levou para volante porque me destacava na marcação. Depois de um tempo fui recuado para zagueiro. Foi a melhor escolha que já fiz", explicou.
Alguns anos depois, Lucas ficou sem dinheiro para pagar a escolinha e quase desistiu do futebol. "Meus pais me pediram desculpas e queriam me tirar porque não tinha como me manter. Eu falei: 'Tudo bem, pai'. Chegou no outro dia eu contei ao treinador do Juventus. Agradeci por tudo e fui embora", lamentou.
"Poucas horas depois, o técnico ligou para o meu pai e disse que eu teria bolsa e não precisaria pagar mais nada para jogar. Sou eternamente grato à eles por isso. Mantenho contato com os treinadores de lá até hoje", falou.
Com vontade de sobra, o garoto chegou a jogar por três lugares diferentes.
"Eu era fominha. Acordava e dormia só pensando em jogar bola. Uma época nós tivemos que morar em Guaimbê [cidade de 5 mil habitantes no interior de São Paulo]. Mudou toda minha rotina. Talvez eu não conseguisse realizar meu sonho. Fiquei triste, mas falei para a minha mãe: 'Se for para ser, vai ser em qualquer lugar. Vamos deixar na mãos de Deus'", contou.
"Eu fiquei desanimado. Mesmo assim, me mantive treinando e correndo atrás. Apareceu um projeto em Lins, uma cidade vizinha, que dizia revelar jogadores. Fui junto com um amigo para lá. Eu não tinha dinheiro para ir e voltar todos os dias, mas o dono do projeto me disse que poderia morar no alojamento", disse.
Aos 14 anos, ele se mudou cheio de esperanças para uma nova aventura.  "Fazia amistosos, mas tinham muitas promessas de me levar para clubes bons. O máximo que fizeram por mim foi jogar um torneio pelo José Bonifácio terceirizado. Fiquei um ano e meio sem ter nenhum resultado, não apareceu nada. Eu resolvi voltar para casa", lametou.
De volta a Guaimbê, Lucas Veríssimo recebeu um telefonema que mudou os rumos de sua carreira.
"Um rapaz me ligou para ver se eu queria fazer um teste no Linense no dia seguinte. Eu fui para lá e o técnico me viu treinar só 15 minutos e me aprovou. Ele já tinha me visto jogar no projeto e me queria antes. Fiquei por lá por um ano", afirmou.
Pelo "Elefante da Noroeste", o zagueiro fez um ótimo campeonato Paulista sub-17, marcou 7 gols e foi contratado pelo Santos. Antes mesmo de completar 18 anos, ele foi morar no alojamento dos Meninos da Vila para defender a equipe alvinegra.
  • Afirmação entre os profissionais
No final de 2015, Lucas Veríssimo finalizou as categorias de base no Santos. No começo do ano seguinte, ele se apresentou ao Santos B, mas apenas uma semana e meio depois ele recebeu a primeira convocação para o time principal, que ia fazer um amistoso de pré-temporada contra o Bahia.
"Caiu nas minhas mãos e aproveitei da melhor maneira possível. Depois, o Dorival Júnior me manteve como titular durante quase toda primeira fase toda como titular. Comecei bem e por isso consegui me manter no time", garantiu.
Com a recuperação dos defensores titulares, o jovem voltou para a reserva.
"Eu saí por opção do professor Dorival. Fiquei no banco esperando uma chance. Teve um amistoso contra o Benfica na Vila Belmiro que fiz dois pênaltis. Perdi um pouco de espaço, mas fiquei trabalhando da mesma maneira porque poderia surgiu outra chance. Voltei a jogar no fim do Brasileiro", afirmou.
Com o objetivo de crescer na carreira, o defensor resolveu sacrificar o descanso em busca de um objetivo maior em 2017.
"Abri mão das férias para treinar porque sabia que esse ano seria muito bom. Seria um ano de vitórias na minha carreira. Queria estar preparado. Fiquei dez dias parado e depois comecei a treinar todo dia acompanhando de um profissional. Cheguei bem na pré-temporada e me sentia tranquilo fazendo os treinos físicos. Acredito que isso tenha sido um ponto crucial na minha vida", analisou.
Desde então, ele não perdeu mais a posição. Neste ano, o zagueiro fez 47 partidas e marcou um gol.
"O ano está sendo da melhor maneira possível. É o ano dos meus sonhos e esperei muito por isso. Dou muito valor por ter chegado até aqui. Ser titular do Santos é o que todo jogador almeja por ser um time tão grande. Para isso, me preparo para estar tão bem. Eu quero muito mais. Quero ser campeão jogando. Isso que vou buscar até o final", bradou. 

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